sábado, 3 de agosto de 2019

Caso Hermelindo da Silva


Interessante caso de tentativa de abdução do comerciante Hermelindo da Silva, de Vargem Grande (MG), em 9 de setembro de 1976.

A casuística ufológica brasileira é de longe a mais extraordinária e pitoresca de todo o planeta. Em nenhum outro lugar encontram-se tantos casos fantásticos, por vezes aterrorizantes e traumáticos, com tantos detalhes estranhos que colocam em xeque as mais diversas interpretações sobre o Fenômeno OVNI. A região norte e nordeste e partes da região sudeste parecem concentrar a maior parte destes tipos de casos. Um dos mais extraordinários é o do fazendeiro e comerciante Hermelindo da Silva, do município de Vargem Grande, na região do Vale do Rio das Velhas, em Minas Gerais. O protagonista possuía um bar à beira da estrada, na saída da cidade. Ele morava a 70 metros do bar com a esposa, seis filhos e cunhado.

Por volta das 2 horas da madrugada do dia 9 de setembro de 1976, Hermelindo se dirigia para casa, acompanhado de seu cão que demonstrava estar muito agitado. Ainda próximo do bar acendeu-se um clarão que iluminou todo o local ao mesmo tempo em que era ouvido um estranho zumbido. Acima deles havia um objeto que intensamente iluminado com aproximadamente 4 metros de diâmetro com uma espécie de buraco no fundo. Com o surgimento do objeto o cão de Hermelindo tornou-se extremamente agressivo, latindo sem parar para o objeto até receber algum tipo de choque e fugir aterrorizado.

Repentinamente a luz se apagou. Com isso Hermelindo acreditou que ela havia ido embora e correu em direção à porta dos fundos do bar com a intenção de se abrigar algum tempo por lá. Ele estava tão nervoso que não conseguiu destrancá-la. Ainda com medo ele ficou o mais perto que pôde da parede do bar, ao mesmo tempo em que tentava verificar se ainda havia alguma coisa acima do estabelecimento. Foi aí que o objeto acendeu-se novamente assustando a testemunha. Hermelindo apanhou um pedaço de madeira que estava ao seu alcance e jogou na direção do objeto. Hermelindo ouviu o barulho supondo que o mesmo havia atingido alguma superfície. Nesse momento a luz apagou-se novamente. Nesse momento o zumbido cessou e em seu lugar surgiu um silvo semelhante à de uma lamparina à gàs. A seguir ele sentiu uma pancada no ombro que o derrubou. Em pânico ele correu em direção à sua casa. A estranha luz que estava acima do estabelecimento posicionou-se a mais ou menos 8 metros acima dele. Aí aconteceu algo muito estranho.

Do objeto saíram quatro cabos com vários ganchos. Enquanto Hermelindo tentava escapar desses ganchos surgiu um pequeno ser que descia através destes cabos. Ele golpeou o ombro da testemunha que se desequilibrou e caiu. Ao cair Hermelindo reagiu e entrou em luta corporal contra a criatura. Durante uns 15 minutos o estranho ser tentou a todo custo prender o protagonista nos ganchos. Hermelindo além de se defender tentava soltar-se dos ganchos presos à ele. Em dado momento a estranha criatura passou um dos ganchos ao redor do tornozelo esquerdo de Hermelindo e subiu correndo por um dos cabos e rapiramente entrou no OVNI. Os cabos estavam sendo puxados para dentro do objeto fazendo com que a testemunha ficasse de cabeça para baixo. Hermelindo estava sendo içado através dos cabos em direção à abertura existente na parte inferior do objeto. Segundo Hermelindo ao se aproximar da abertura sentiu um calor intenso oriundo dessa abertura.

Durante toda a luta Hermelindo gritava por socorro. Seu cunhado ouviu os gritos e foi até a janela para verificar o que estava acontecendo. Ele viu o objeto subindo lentamente, com vários cabos prendendo Hermelindo ao objeto. Quando chegou à borda do orifício no fundo do OVNI Hermelindo apoiou seu pé direito na parte externa do objeto. Com isso o gancho escapou de seu pé esquerdo e ele caiu de uma altura aproximada de 6 metros sobre uma planta denominada iúca, que possuiu bordas cortantes. Mesmo cansado e machucado Hermelindo livrou-se da planta, correu até a casa abrindo a porta a ponta-pés. Ele tinha cortes por todo o corpo, o pé esquerdo estava inchado e o joelho cheio de hematomas.

Segundo Hermelindo o estranho ser tinha aproximadamente 1 metro de altura e formas humanas. Estava vestindo um uniforme cinza, de aparência dura e polida. O rosto não estava visível. Sua descrição do objeto foi limitada devido ao seu campo de observação. Durante toda a experiência a testemunha viu apenas a parte inferior do objeto. Seu cunhado que acompanhou o final da luta pela janela da casa pôde observar melhor e o descreveu como tendo forma cônica com topo redondo, deixando-o com uma aparência de sino.

No mapa de Minas Gerais, em vermelho a cidade de Vargem Grande

Hermelindo da Silva, alguns anos após o contato, reproduzindo o momento em que se abrigou à porta de seu comércio em Vargem Grande (MG)


Força Aérea dos EUA explica o que criou o clarão no céu do sul da Flórida


Aqui está um excelente artigo para saber diferenciar entre meteoros (bolas de fogo), lixo espacial e OVNIs de origem incerta…



Uma bola de fogo que brilhou no céu escuro do sul da Flórida no começo de julho, antes de explodir em pedaços com deslumbrantes caudas de longa duração, foi um pedaço de sucata cósmica, um dos 25 mil objetos rastreados pela Força Aérea no espaço.

Tratava-se dos destroços em chamas de parte de um foguete chinês CZ3, e ninguém a admiração que isso causaria aos que os viram cair na Terra logo depois das 2h.

Pelo menos duas pessoas telefonaram para o Gabinete do Xerife do Condado de Palm Beach, dizendo que havia OVNIs nos céus a oeste de Boynton. Outros achavam que talvez fosse um meteoro – parte da chuva Alfa Capricórnidas – ou aviões voando juntos demais.

David Larenas, que estava dirigindo pela Estrada Hypoluxo, a oeste de Lantana, disse sobre quando notou o céu aceso:


Eu nem tinha certeza do que estava vendo. Parecia algo saído do cinema com essa bola de fogo e uma longa cauda que era como uma nuvem.

O major Cody Chiles, porta-voz do Comando do Componente Espacial da Força Conjunta, confirmou que as luzes eram do foguete chinês voltando à atmosfera na parte sudeste do país. O site Satview.org mostrou a reentrada às 2h16 da manhã.

Larenas ainda disse:

Em um ponto eu pensei sobre o filme Impacto Profundo, porque estava indo para o leste e eu estava tipo, nós vamos ser atingidos um tsunami.

Impacto Profundo é um filme de 1998, onde parte de um cometa cai no oceano, criando uma onda gigante que destrói a costa oriental dos EUA.

Mike Hankey, o gerente de operações da American Meteor Society, disse que estava “100% seguro” de que as luzes estavam destroçadas na atmosfera.

Vinte e três pessoas de Saint Augustine até Key West registraram o avistamento do lixo espacial no site da AMS.

Hankey ainda disse que o lixo espacial tem várias características que os meteoros não têm, inclusive que ele se move mais lentamente pelo céu e há mais fragmentação.

Ele informou:

Basicamente, cada pequena porca ou parafuso em um satélite ou motor de foguete vai se transformar em uma bola de fogo no céu, então isso tem uma aparência muito distinta.

Muitas pessoas viram ou fizeram vídeos porque isto ficava no céu por tanto tempo. Isso lhes deu tempo suficiente para retirar seus celulares e registrar, o que raramente acontece com bolas de fogo naturais


Fonte
Fonte

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Ovnis o céu de Parnamirim, RN

Professor Edvaldo Gomes testemunha dos avistamentos.

Registros em vídeo realizado pelo professor Edvaldo Gomes da cidade nordestina de Parnamirim (RN), onde desde o final do ano passado, ele tem filmado ovnis sobre o bairro Vale do Sol, os registros a seguir incluem filmagens originais e reportagens de TVs locais.

                     Dezembro de 2012, reportagem:

               Dezembro de 2012, filmagem original:

                     Abril de 2013, reportagem:




Abril de 2013, filmagem original:


Agosto de 2013, reportagem:


                Agosto de 2013, filmagem original:


FONTE: Professor EDVALDO CORREIA HONORATO GOMES
Matemática Licenciatura Plena - UFRN
Matemática Bacharelado - UFRN 

Fonte

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Caso Augusto Leverger


Ao longo da história da humanidade são inúmeros os registros de aparições de ÓVNIS em céus de todo o planeta. Com o advento da Imprensa tais registros tornaram-se mais comuns como vemos no artigo presente no Boletim Oficial Mensal do Departamento de Relações Públicas da Companhia Carris, Luz e Força do Rio de Janeiro LTDA., em seu número 59, do mês de maio de 1959. Num artigo sob Título DISCOS VOADORES, de autoria de CJ Dunleo temos vários casos documentados na segunda metade do século 19:

“Não é de hoje que se fala em discos voadores. Deixando de parte as histórias fantásticas, sem qualquer fundamento, registramos algumas observações feitas por astrônomos, capitães de navios e outras pessoas dignas de crédito:

Em 1870, o jornal “The Times”, de Londres, noticiava que um estranho objeto elíptico fora visto naquela cidade a 26 de setembro; um ano depois, a 1º de agosto de 1871, diversas pessoas em Marselha, França, avistaram um grande engenho redondo, seguindo lentamente pelos céus; a 22 de março de 1880, eram observados em Kattenau, na Alemanha, vários objetos brilhantes e luminosos, movendo-se em direção oeste e subindo; em 1885, o “Royal Gazette”, de Bermuda, dava notícia de uma coisa redonda misteriosa que voava sobre a ilha; a 1º de novembro do mesmo ano, um astrônomo e diversas testemunhas presenciaram uma enorme máquina redonda voando sobre Adrianópolis, na Turquia; em 1880, um disco oval era visto obre a Nova Zelândia, voando a grande altura; em 1890, diversos objetos aéreos eram percebidos nos céus das Índias Orientais Holandesas, surgindo pouco depois na Inglaterra e Escócia; a 25 de janeiro de 1878, o “Daily News”, de Denison, Texas, EUA, publicava circunstanciado relatório a respeito de um engenho no formato de pires (“saucer”) observado naquele país; em 1897, astrônomos e milhares de pessoas no meio-oeste dos Estados Unidos viram um curioso aparelho no céu, com luzes vermelhas, verdes e brancas, fato esse amplamente noticiado nos jornais de Chicago e diversas cidades; e, assim por diante, para só citar as principais aparições assinaladas no século passado.


Depoimento

No Brasil, quem primeiro avistou um disco voador parece ter sido o capitão de fragata Augusto Laverger. Deixamos aqui a preciosa citação de C.J. Dunlop para nos reportarmos, ainda sob sua inspiração, ao que se lê na “Gazeta Official do Império do Brasil”, quinta-feira, 26 de novembro de 1846, página 295:

“Na expedição das canhoneiras de Cuyabá para a cidad de Assumpção, sob o comando do Capitão de Fragata Augusto Leverger, observou este hum extraordinário phenomeno meteorológico que descreve de maneira seguinte:

”Observei esta noite hum phenomeno como nunca antes vira. As 5 horas de 57 minutos estado o céo perfeitamente limpo, calma, thermometro 60º, hum globo luminoso com instantânea rapidez descreveo huma curva de como 30º, ao rumo NNO. A direção fazia com o horizonte ângulo de, aproximadamente, 75º e 105º e agudo aberto pelo lado do Oeste.

“Deixou substituir huma faixa de luz de 5º ou 6º de cumprimento e 30º a 35º de largura, na qual distinguião-se três corpos cujo “brilho era muito mais vivo que o da faxa, e igualava, se não excedia, em intensidade, o da lua cheia em tempo claro. Estavão supepostos e separados um dos outros.

O do meio tinha a aparência quase circular; o inferior parecia um segmento de circulo de 120º com os raios extremos quebrados; a forma que apresentava o de cima era de hum quadrilátero irregular; a maior dimensão dos discos seria de 20 a 25’. Emfim acima delles via-se huma lista de luz muito fraca em forma de zig-zag de como 3’ de largura e 5º ou 6º de compriment. A altura angular da faxa grande sobre o horizonte parecia de 8º (Receosos de perder alguma circunstância do phenomeno não recorri ao instrumento para medir essas dimensões).

Foi tudo abaixando com não maior velocidade apparente do que os astros no seu ocaso, porém os globos luminosos mudarão de aspecto tomando a forma elíptica de cada vez mais achatada, e embaciando até parecerem pequenas nuvens. A faixa grande inclinou-se para N até ficar quase horizontal, mas o zig-zag sempre conservou a mesma direção. Depois de 25’ tudo desappareceo, e não houve o mais leve signal de perturbação na atmosphera.

Na cidade de Assumpção conversei com o Ministro do Brasil e diversos outras pessoas que testemunharão esta, para nós todos, singular apparição. Huma circunstância que ao me parece muito digna de notar-se, he a direção em que o Ministro observava o phenomeno, não houve engano, pois referia a observação a hum auro cujo azimuth era fácil verificar, a esta direção era proximadamente de ONO, fazendo por tanto hum ângulo de 45º com a de NNO, que eu notara.

Submeti ao calculo trigonométrico esta enorme parallaxe combinada com as posições geográficas de Assumpção e do lugar onde eu observei, e achei que o phenomeno devera verificar-se na região atmospherica e tão somente a 3 légoas de Assumpção".


Fonte

Arquivo Onvi: Interessante caso ovni ocorrido em 2012 no Paraguai

Para aqueles que acham que nosso vizinho Paraguai, não possue seus casos de ufologia estão totalmente enganados, o Paraguai possue casos interessantes como oque veremos nesta matéria, ocorrido em agosto de 2012. Este país relata casos desde o século 16, é a prova que seu pequeno território é repleto de mistérios.

A equipe de Tv do canal 5 se deslocou junto do Ufologo paraguaio, Ronald Maidana, ao local dos fatos situado na cidade de Ñemby, (Departamento Central, Paraguay), onde os moradores foram testemunhas da aparição de um objeto voador em dias consecutivos, 6 e 7 de agosto de 2012. A seguir a reportagem sobre o caso:


Fonte

sábado, 27 de julho de 2019

Ovnis gravados sobre a Laguna Alalay em Cochabamba, Bolívia (1999)

Laguna Alalay

No ano de 1999, sobre a Lagoa Alalay na cidade de Cochabamba, constantes avistamentos eram presenciados por moradores das imediações desta lagoa. Por várias vezes os mesmos tentaram contactar redes de tvs locais que em sua grande maioria ignoraram os fatos, somente indo ao local uma equipe de tv do canal boliviano Red Uno, que na noite de 30 de março de 1999, dirigiu-se a residência da família Balboa, que persistentemente pedia o comparecimento da equipe de tv para captar as imagens do que eles já vinham presenciado. Nas imagens abaixo e do vídeo, pode-se observar objetos luminosos de cor branca, que fazem evoluções sobre o local e expelem deles próprios outros objetos, que separam e aumentam seu tamanho.
 
Luz começando a expelir outra








Objetos realizando evoluções.

Na mesma noite, ao norte do local dos avistamentos, uma outra pessoa fez imagens com uma câmera de um outro objeto que realizava evoluções, para depois se elevar em grande velocidade deixando uma esteira na sua parte inferior. Todas as imagens foram levadas à um grupo de militares da Força Aérea Boliviana, incluindo pilotos, que ficaram estupefatos com as imagens sem darem uma explicação plausível ao caso. O observatório da cidade de La Paz, depois de analisar as imagens, assegurou se tratar de um fenômeno que merecia maiores investigações.

Militares assistindo ás imagens estupefatos.

Devemos salientar que no ano de 1999, não haviam drones militares e nem cívis na América do Sul, existindo somente em países de grande potências militares, como é o caso dos Estados Unidos.



Entre 1996 e 2000, Itupeva (SP) sofreu quatro ondas ufológicas

A afirmação do título acima é de Helenice Rodrigues, estudiosa de assuntos extraterrestres em Jundiaí e região. Em 1997, durante a segunda das quatro ondas ufológicas, ela foi uma espécie de ‘tradutora’ entre os donos da fazenda onde o fenômeno foi observado, imprensa e moradores. Helenice foi quem tentou explicar, sob a ótica da ufologia, o que aconteceu no dia 26 de abril daquele ano, uma das aparições mais significativas já registradas na região.

Os avistamentos ocorridos na propriedade de Roque Ming não foram os únicos em Itupeva?

Em meus relatórios ufológicos consta que houve quatro “ondas ufológicas” em Itupeva entre os anos de 1996 ao ano 2000. A primeira, iniciando no dia 21 de janeiro de 1996, um dia após o caso ufológico ocorrido na cidade de Varginha, Minas Gerais. Foi no bairro Santa Elisa, quando observaram luzes de cor amarela que piscavam intermitentemente, vindas de um Ovni que pairava nas imediações da divisa de Itupeva com Indaiatuba, na direção de um morro. A aparição foi rápida e, como em fuga. O objeto sumiu por detrás do morro. Inúmeras pessoas confirmaram que o fato não era novo e sempre viam aparecer uma luz como se fosse uma bola de fogo que subia e descia no interior de uma mata ali existente.

No dia 22 e janeiro de 1996, por volta das 2h00 da madrugada, dois moradores do bairro Pinheiros observaram uma forte luminosidade parada sobre a cidade de Itupeva, de cor amarela que alternava para a cor verde e vice-versa. De repente eles viram um Ovni de forma arredondada que se deslocou em velocidade incrível por detrás de um morro.

Dia 26 de dezembro de 1996, um Ovni vindo da direção da Serra do Japi em Jundiaí, parou sobre a minha casa, na rua Xisto Araripe Paraíso,em Itupeva. Ele atendeu aos nossos pedidos. Foi o suficiente para chamarmos as pessoas de casa que o observaram, e neste momento, eufóricas, eu e uma das minhas sobrinhas-neta, erguemos os braços saudando-os. Parecia um fusca no céu. Logo depois ele continuou sua trajetória em direção ao bairro de Monte Serrat. Acreditamos ser o mesmo objeto que desceu lá, quatro meses depois.

A segunda onda ufológica abrange o caso de Monte Serrat, em abril de 1997, e bairro Medeiros, em Jundiaí, paralelamente, com o relato de uma senhora que viu uma nave, em pleno dia, vindo da Serra do Japi, passando sobre a casa dela e indo em direção à Itupeva. Faz parte dessa onda ufológica, também, o caso do Ovni que foi avistado na cidade de Indaiatuba, limite com Itupeva, com uma reportagem específica sobre esse caso , de página dupla, no Jornal Expressão de Indaiatuba, e que repercutiu em toda a cidade. A reportagem é datada de 26 de abril daquele ano, mesma data do caso de Monte Serrat. Faz parte dessa onda ufológica também, o caso de um Ovni (que deve ser o mesmo), emitiu um raio de luz, a uns 50 metros de distância do quarto de uma amiga e fez uma marca no seio dela. Voltou outra vez na mesma semana e deixou marca na grama no seu quintal. Nossa amizade surgiu depois que ela soube do caso de Itupeva e nos procurou para relatar o caso dela, na vizinha cidade de Indaiatuba. Temos a foto do seio dela com a marca.

A terceira onda ufológica iniciou na véspera do meu aniversário, 16 de agosto de 1997, quando um Ovni ficou sobre a cidade de Itupeva, e permaneceu por uns 20 minutos deixando cair resíduos que julgamos ser o que queimou o pasto em Monte Serrat, no dia 26 de abril. Quando pensamos que poderia ser um balão, ele voltou novamente, num outro dia, no mesmo local e da mesma maneira, relatado por uma vizinha. Outros depoimentos sobre avistamentos ocorreram e foram relatados por pessoas que trabalhavam muito cedo e avistavam objetos cruzando os céus de Itupeva por volta das 5 horas da madrugada. O repórter do Jornal Expressão de Itupeva, naquela época era o Valcyr Moraes que acompanhou todas essas ocorrências e quem divulgou no jornal também. (A ilustração acima, retrata objeto que Helenice e grupo dela observaram no Condomínio Eloy Chaves, Serra do Japi, no dia 4 de novembro de 1992).

A quarta onda ufológica foi de 1998 ao ano 2000, com muitas ocorrências estranhas, avistamentos e uma filmagem de luzes sobre a cidade que não temos em nosso poder. Novamente, foram relatados ocorrências de madrugada, quando viam um Ovni sobre a avenida Itália, em Itupeva, e duas ocorrências relatadas por vizinhos que viram por duas noite seguidas um objeto luminoso sobre a minha casa, em Itupeva, em 2000. Deixei a cidade em 2005. Voltei para Jundiaí…

O que a senhora lembra do caso de Monte Serrat?
 Helenice(foto acima) – Foi num sábado, por volta das 24h45 , num sábado. A família de Roque Ming estava voltando da festa de um casamento, quando uma luz avermelhada chamou a atenção da esposa dele. Uma nova luz apareceu mais tarde quando estavam na varanda, antes de dormirem. O casal Ming disse à reportagem, na época, que viram luzes coloridas girando lentamente a uma certa altura do solo, quando viram descer quatro seres vestidos com capas brancas, os quais andavam em volta da nave com dificuldade. Ouviram suas vozes estranhas de longe e depois ao lado do quarto deles, quando já estavam deitados, com muito medo. Foi feito teste de vozes, pelo ufólogo já falecido Arismaris Baraldi Dias, de São Paulo, que chegou à conclusão de que as vozes humanas não podiam ser ouvidas naquela distância, sendo que as pessoas do sítio vizinho também não ouviram.

Importante lembrar ainda, que houve blecaute em Itupeva, e em várias cidades antes da ocorrência ufológica em Monte Serrat. São testemunhas, dois vizinhos do sítio Três Irmãos, localizado atrás do local do fato, que confirmaram para um repórter de Jundiaí, na minha presença, que viram duas luzes brancas rodeadas por focos vermelhos, as quais se acoplaram e desceram sobre o morro. Disseram também não terem ouvido vozes dos 16 rapazes que afirmaram aos repórteres do Jornal O Estado de São Paulo terem feito fogueira no local.
 Foto: Paulo Romeu da Silva

Os Ovnis deixaram marcas no pasto?

No dia seguinte, o proprietário foi até local de manhã e viu um círculo queimado com quatro pontas, uma grande quantidade de pó branco, fino, parecido com cinzas. Outra descrição foi feita por um repórter do jornal Correio Popular de Campinas, de 30 de abril: “No lugar existe uma marca de 10 metros de diâmetro desenhada no capim amassado, tendo no centro do círculo uma esfera menor, com cerca de 1 metro de diâmetro e coberto por um pó de cor branca, algo parecido com cinzas, porém sem cheiro e de textura mais fina. Sob a camada de cinzas o chão foi queimado.”
 Quais as reações das testemunhas? O que contaram?

O fotógrafo Paulinho, do Jornal Expressão, já extinto, foi o primeiro a fotografar o local e ele relatou que encontrou uns caroços brancos que se desfaziam entre seus dedos quando ele tentava trazer para nós, juntamente com as amostras dos materiais recolhidos no local da marca. Ele afirmou que não encontrou nenhum vestígio de que havia gente no local, nenhuma lenha queimada, etc.

Como a senhora ficou sabendo do caso?

Pelo repórter Paulinho, que trouxe as amostras dos materiais recolhidos no local queimado, logo no domingo, de manhã, do dia 27 de abril de 1997. Nesse mesmo dia, à tarde, fomos à fazenda com o Grupo Renascendo de Jundiaí e fotografamos o local, trazendo mais amostras e um material que eu recolhi com as mãos, de cor preta, grosso, bem debaixo das cinzas brancas e que ainda estava quente. Depois, esse material, em contato com o flash do fotógrafo do jornal Correio Popular, em minha residência, sofreu uma metamorfose, das 13 às 17 horas: da cor preta para a cor cinza e virou pedregulhos. Essa foi a maior prova para mim(foto abaixo)!
A senhora mandou as amostras da vegetação e do terreno para exames?

Como era muito caro obter as análises, depois de três anos, conseguimos que uma pessoa que trabalhava na Unicamp fizesse gratuitamente as mesmas com as amostras que enviamos e que foram recolhidas no local da ocorrência ufológica.

O que concluíram?

Bem, pelo título do laudo: “Materiais Encontrados em Campo de Pouso de Naves Extraterrestres”, concluí que era uma prova de que não foi fogueira, como afirmavam os evangélicos. O referido laudo especificou cada elemento encontrado na composição dos materiais: silício(61,61%); alumínio(26,23%); potássio(8,5%); ferro(7,28%); cálcio (4,36%) e titânio(0,76%). Há também, possivelmente, alguns elementos leves como carbono e oxigênio…

Por que o laudo não foi assinado?

A pessoa que forneceu o laudo não assinou o mesmo e ainda pediu-me para eu não divulgá-lo na íntegra; autorizou somente a divulgação da composição dos materiais. Depois de alguns anos é que decidi fazer a divulgação do restante.

Ele se enquadra num avistamento, num contato de qual grau?

O caso de Itupeva classifica-se como contato de segundo grau, pela marca no solo durante quase dois anos e ainda pelos materiais analisados na Unicamp. E de terceiro grau também, por ter supostamente aparecido seres que andavam com dificuldade em volta do Objeto e ainda emitindo estranhas vozes, ouvidas pelo casal.

 FONTE: jundiagora.com.br
Fonte