Testemunha: Clélia T.R., dona de casa, mãe de duas filhas, e que contava à época do episódio, 22 anos de idade.
Local: Praia do Saco de São Francisco (prolongamento das praias de Icaraí e do Canto do Rio, situadas na cidade de Niterói, Estado do Rio de Janeiro), antigamente, era um local ermo, mas hoje é muito procurado, em virtude do belo panorama que ali se descortina da Baía de Guanabara, emoldurada pelas montanhas da vizinha cidade do Rio de Janeiro.
Data e hora do episódio: No dia 10 (ou 11) de setembro de 1956 e que perdurou das 11 hrs às 16 e 3 hs, aproximadamente.
Pesquisa realizadas: Em 17 de novembro de 1975, no início de 1976 e em 5 de maio do mesmo ano.
Resumo do episódio: Declarou a testemunha que encontrava-se sentada À beira da praia, às 11 hs, aguardando a condução que deveria levá-la de volta à sua residência, em Niterói, quando teve a sua atenção despertada para um objeto voador que, com estridente ruído, aproximou-se da praia e ficou pairando sobre o mar, próximo à arrebentação das ondas, fato que causou pânico aos banhistas ali presentes.
Informou que a sua memória sofreu, a seguir, um colapso, pois não se recorda da maneira pela qual foi transportada para o interior do objeto, onde se encontravam vários tripulantes. Um deles, dirigindo-se a ela em português, submeteu-se a exames, através de um aparelho. No Disco Voador, ela notou, também, a presença de uma das pessoas que se encontrava na praia, mas que pareceu achar-se inconsciente.
Ocorreu, em seguida, um segundo lapso da memória da testemunha, que não sabe explicar como encontrou-se novamente sentado à beira da praia, à espera do ônibus que a levaria a casa. Quando este chegou, nele também viajaram as pessoas que ela havia visto na praia pela manhã, quatro ou cinco horas antes, inclusive a personagem que, ao seu ver, encontrava-se inconsciente no interior do disco.
B – Relato do Episódio
Relato dos fatos que precederam o episódio:
A testemunha, do dia assinalado (10 ou 11 de setembro de 1956), havia deixado a sua residência, no bairro do Cubango, em Niterói, com o objetiv de ver uma pequena casa que se encontrava à venda no bairro do Saco de São Francisco (hoje chamado simplesmente São Francisco), onde chegou após uma viagem de ônibus de, aproximadamente 1 hora e trinta minutos. Depois de visitar o imóvel, do qual se agradou, e de conversar com a proprietária, retornou à margem da estrada a fim de aguardar o retorno do ônibus, que a levaria a sua casa. O horário do veículo obedecia a intervalos de 60 min. Fazia muito calor naquele dia e a testemunha, sentando-se num monte de pedras próximo à praia, distraia-se observando o movimento dos banhistas, que avaliou em torno de 15 a 20 pessoas, umas dentro e outras fora d’água.
Eram cerca de 11 horas, e ela preocupou-se ao pensar que ainda tinha que preparar o almoço das filhas, uma de um ano e meio e a outra de 3 anos. Nisso, a sua atenção foi atraída para um leve ruído, vindo do mar, o que ela relacionou a um ponto luminoso, e que descia sobre o mar. O ruído aumentava enormemente, a tal ponto que ela levou as mãos aos ouvidos, para protegê-los. O mesmo gesto ela notou num rapaz, que estava sentado na praia. Os banhistas, que antes se encontravam no mar, haviam-no abandonado, com receio do ruidoso objeto que se aproximava e, temerosos, se reuniam em pequenos grupos.
Dentro do disco
A ultima lembrança que a testemunha guardou, foi a de um objeto de grandes proporções, redondo e muito luminoso, a ponto de ofuscar a vista, e que estacionara a uns 25 metros da praia e a 5 metros da quebração das ondas e que baixara até a superfície da água, sem que esta, contudo, sofresse qualquer alteração. O ruído, entretanto, permanecia o mesmo: estridente, lacerante.
Segundo a testemunha, deve ter havido um lapso na sua memória, porquanto ela recorda-se a seguir, de achar-se estendida sobre um estrado, na penumbra, em um corredor curvo, sem saber a maneira pela qual fora transportada para ali. Em outro estrado, imóvel, encontrava-se o rapaz que, momentos antes, ela havia visto na praia, protegendo, na ocasião também, os ouvidos contra o ruído, como foi mencionado acima. Naquele recinto, o ruído continuava insuportável.
Percebeu, em seguida, a aproximação de duas personagens que caminhavam a passos lentos, mas de maneira natural, e cujas feições não pode distinguir, pois embora usassem capacetes translúcidos, estavam os mesmos embaçados. Eram mais altos do que ela (que em 1, 52 m), aparentando 1,75 m de altura. Usavam macacão de material que se assemelhava a lâmina de alumínio, com cintos do mesmo material, o qual cobria também as mãos e os pés, como se fossem luvas e sapatos. Sem nada dizer, eles tomaram Clélia e o rapaz nos braços e os transportaram, através de uma porta no corredor, para uma sala circular, de uns 20 metros de diâmetro, e os colocavam, novamente cada um em um estrado. Clélia supõe haver estado uns 20 minutos no referido corredor.
No interior da sala circular
Na sala onde fora instalada, Clélia continuava a perceber o ruído que tanto a incomodava. E súbito, aproximou-se dela um homem sem capacete, com os cabelos grisalhos, penteados para trás, e que se dirigiu a ela num português perfeito e melodioso. Ela queixou-se, então, do ruído que começava a deixá-la louca. Dizia-lhe isso, enquanto vedava o orifício externo dos ouvidos com os dedos. A personagem assegurou-lhe que, em breve, corrigira o som, mas que ela não devia vedar os ouvidos com os dedos, para não se prejudicar. O seu interlocutor aparentava 1,70 m ou 1,75m de altura, usava vestimenta igual a dos outros dois, mas tinha o olhos cheio. Os olhos eram escuros e penetrantes. Clélia não conseguiu ver-lhe os dentes, pois a boca se entreabria pouco, quando ele sorria. Caminhava mais depressa do que os outros dois, porém com movimentos suaves e seguros.
A personagem explicou-lhe, a seguir, que ela havia sido trazida a bordo do engenho para ser examinada. À uma interpelação de Clélia, referente ao banhista trazido, igualmente, para aquela sala, foi-lhe explicado que ele havia sido deixado inconsciente, porquanto não tinha condições de enfrentar a realidade sem medo e pânico como ela vinha fazendo, e que aquela fora a razão pela qual ela havia sido conduzida a bordo do disco voador, a fim de ser submetida a exames.
O homem tomou, Clélia nos braços e colocou-a sobre uma maca, que se encontrava próximo a uma parede, na qual estava fixado um aparelho de forma quadrada, e que era movimentado em todos os sentidos por uma espécie de sanfona. O aparelho foi, então, conduzido ao longo de todo o seu corpo e também lateralmente. Durante os exames, dele se projetava uma luz roxa. O ruído havia diminuído de intensidade e era agora perfeitamente suportável.
Pareceu a Clélia que o exame pelo aparelho de luz roxa havia durado uns cinco minutos, ao fim dos quais a personagem deu por encerrada aquela fase e disse que queria conversar com ela. Clélia retrucou que lamentava não ter, no momento, uma máquina fotográfica para poder documentar com retrato o inacreditável momento que estava vivendo.
Foi-lhe, então, indagado o que significava a palavra retrato, ao que Clélia respondeu exibindo uma carteira que trazia sua foto. A personagem retrucou-lhe que, no próximo encontro com ela, seria dado um jeito para que tal acontecesse. Ponderou Clélia que um próximo encontro seria difícil, pois ele ignorava o seu atual endereço e que o mesmo seria mudado em breve. Achá-la em qualquer lugar não seria problema para nós”, foi a resposta, porquanto pelo registro feito havia pouco pela máquina, ela seria localizada em qualquer ponto onde se encontrasse. A personagem acrescentou, entretanto, que, para um encontro, era preferível um ambiente ao ar livre, com vegetação ou água, pois recintos fechados não eram propícios a contato com eles. Nas suas abordagens e aproximações na Terra, eles usavam de muita cautela e sigilo, pois os terrestres podiam ser tentados a atacá-los, que levaria os mesmos a uma derrocada, o que devia ser evitado. Eles atuavam aqui pesquisando, e não eram inimigos, ao contrário, ajudavam.
Perguntou, ainda, à Clélia a razão de uma cicatriz que havia no seu baixo ventre, como podia ter ele notado aquela lesão na pele, que resultara de uma intervenção cirúrgica (cesariana), que ela submetera no ano anterior. A isso, ele respondeu que a nossa medicina era ainda, bastante atrasada, ao deixar cicatrizes tão feias, e que, por outro lado, para a máquina com que ela fora examinada não havia segredo, pois ela desvendava, mesmo através do vestuário.
Ainda com relação ao rapaz que permanecia inconsciente, ele explicou à Clélia que, posteriormente, a deixaria também, com amnésia parcial, ligada a determinados fatos que ela presenciara e sobre os quais haviam conversado, porque não convinha que ela falasse ao seu marido sobre os mesmos, pois caso ele não lhe desse crédito, poderia interná-la como doente mental, numa Casa de Saúde. Se, no presente, acrescentou ele, viessem a lhe faltar palavras ou ideias para relatar aquilo de que havia participado ou visto, para o futuro isso não aconteceria, pois, na hora certa, ela teria capacidade suficiente para descrever exatamente o que ora lhe estava acontecendo, a bordo do Disco Voador.
Foi-lhe, ainda mostrada a sala do comando, separada da sala circular. Nela havia uma parede, aparentemente de um vidro espesso, brilhante, através da qual podia distinguir-se o exterior, mas como se fora envolto numa neblina. Pelos cálculos de Clélia, ela teria permanecido cerca de três horas nas salas circulas e de comando.
A volta ao nosso mundo
Deve ter ocorrido outro lapso de memória, pois Clélia não sabe explicar como encontrou-se, novamente, sentada nas pedras, a beira da estrada, à espera de condução. Quando o ônibus chegou, juntamente com ela embarcaram outras pessoas, entre as quais os banhistas que ela havia visto na praia, inclusive o rapaz que, momentos antes, encontrava-se em estado de inconsciência, no interior do disco voador, próximo a ela.
Observou que durante a viagem os passageiros mantinham-se calados, mas recorda-se de que alguém perguntou que horas eram, ao que lhe fora respondido que eram 16:30 hs. Clélia notou, então, que o seu relógio havia prado nas 12:05 hs. Havia, assim, transcorrido 4 a 5 horas desde que chegou à praia.
Ao entrar em casa, perguntou-lhe o marido, com insistência, qual o problema que ela tivera naquelas horas em que estivera ausente. Ela de nada se lembrava e esqueceu-se mesmo de falar a ele sobre a casa que fora ver naquela manhã, motivo de sua ida ao bairro do Saco de São Francisco. Pareceu à Clélia que ela própria não queria lembrar daquele fato, que estava ligado ao ruído ensurdecedor que se gravara na sua memória, ameaçando-a levá-la à loucura.
Para o marido, ela argumentos que a casa não a interessava, pois o comercio local era muito precário. O relógio de Clélia que deixara de funcionar por ocasião dos acontecimentos acima expostos, não pode mais ser reparado, não obstante houver sido examinado por três relojoeiros.
Clélia relatou, ainda, que uma semana após a sua estranha experiência, teve a oportunidade de ler, em jornais, reportagens referentes a discos voadores que haviam sido avistados na cidade de Magé (estado do Rio de Janeiro). Nessa ocasião, o episódio que vivera ressurgiu, inteiramente na sua memória. Entretanto, somente cinco meses antes da nossa entrevista havia ela relatado, pela primeira vez a sua aventura no disco voador, e o fez à sua filha mais nova, então com 21 anos.
Quem trouxe Clélia à nossa presença foi o nosso amigo, ufólogo Carlos Arctur Ribeiro Rocha (Carlinhos Sideral para os amigos) e que, juntamente, com o engenheiro Altino Silva Nunes, interessado em Ufologia e promotor da conferência de Hynek, no clube de Engenharia, em setembro de 1975, procurou reconstituir fases do episódio ocorrido no Saco de São Francisco. Para isso, tentaram localizar a casa que Clélia visitara 20 anos antes. Todavia, em razão do grande desenvolvimento do bairro, agora com inúmeras construções novas, e que se constituiria em local muito procurado por aqueles que procuravam fugir à poluição dos logradouros industriais de Niterói não foi possível à Clélia encontrá-la. Possivelmente, já havia sido demolida para dar lugar à uma construção mais moderna.
O Dr. Altino foi, então, de parecer que o episódio relatado por Clélia não devia passar de um sonho ou de um período de ausência, pelo que ela devia esforçar-se para esquecê-lo inteiramente.
C – Esclarecimentos adicionais e comentários finais
Regressão ao episódio, em sono hipnótico.
Seis meses após o relato acima e 20 anos após a ocorrência do episódio focalizado, foi a testemunha submetida a uma hipnose regressiva, em 5 de maio de 1976, pelo médico e parapsicólogo Prof. Sylvio Lago, na residência deste, em Niterói.
O Dr. Lago, pela regressões, em estado hipnótico que provocou em testemunhas de UFOs, como os Srs. Benedito Miranda e Onilson Pátero, dispensa apresentação aos leitores deste boletim. No caso em apreço demonstrou abordagem cautelosa e manipulação segura da técnica de “indução para estado hipnótico profundo”.
A testemunha, Clélia, falava muito baixo, o que dificultou, posteriormente, a captação e a compreensão das suas palavras na fita gravada durante a regressão em hipnose. Em alguns trechos a fita apresenta também, defeitos, mas que não prejudicaram o resultado global. Durante a regressão, a testemunha confirmou, em linhas gerais, tudo o que havia relatado em estado consciente. A gravação ainda demonstrou o sentimento de viva apreensão da testemunha nos trechos referentes à aproximação do ruidoso veículo extraterrestre. Esta e outras coincidências do relato de Clélia, em hipnose e quando em estado de vigília, falam a favor de sua sinceridade.
Pelas manobras comprobatórias específicas, durante a regressão, foi confirmado o seu estado hipnótico (profundo).
Fonte
sábado, 17 de agosto de 2019
Caso em Venâncio Aires
Em Venâncio Aires (RS) ocorreram dois casos em dezembro de 1954 que
podem estar interligados devido à proximidade de datas e locais. Estes
episódios foram divulgados pela extinta Revista O Cruzeiro, de 15 de
janeiro de 1955, que em matéria de Licurgo Cardoso, apresenta o
depoimento das testemunhas envolvidas nos casos.
O primeiro deles ocorreu em 9 de dezembro de 1954 quando o agricultor Olmiro da Costa e Rosa, morador de Linha Bela Vista, estava trabalhando na lavoura de feijão e milho quando ouviu um ruído estranho. Este misterioso barulho assustou os animais que pastavam nas proximidades que fugiram rapidamente do local.
Olmiro, que estava abaixado, levantou-se para ver o que estava acontecendo e foi então que notou a presença de um homem desconhecido próximo à um objeto, de uns 15 metros de diâmetro por 3 de altura, em formato de chapéu, de coloração clara, flutuando a aproximadamente 1 metro do solo.
Olmiro notou que dentro do objeto havia um outro tripulante e mais distante outro examinando a cerca com grande interesse. Assustado Olmiro tentou gritar mas não conseguiu pois sentiu uma moleza em seu corpo. A enxada que portava caiu no chão e foi logo apanhada pelo ser que estava mais próximo da testemunha.
Este ser entregou a enxada à Olmiro com um sorriso no rosto Após isso apanhou um pé de feijão e outro de milho. Nesse momento ovelhas que haviam fugido com a aparição do objeto estava retornando. Vendo que o tripulante estava olhando para as mesmas com grande interesse Olmiro ofereceu com gestos uma de suas ovelhas. O ser respondeu com um movimento negativo.
Olmiro não viu os seres entrando no objeto. Ele lembrava-se apenas de ter visto do objeto elevando-se pairando a uns 10 metros de altura. Depois disso disparou em direção ao horizonte em questão de segundos.
Os seres observados por Olmiro tinham aspecto humano, tamanho médio, robustos, muito pálidos, cabelos compridos, louros, com olhos rasgados. Todos vestiam macacões de cor marron-clara.
Dois dias depois deste episódio, em 11 de dezembro, outro lavrador, Pedro Morais, que morava a aproximadamente 1 Km do sítio de Olmiro da Costa, teve uma experiência semelhante. Ele se dirigia ao armazém para comprar mantimentos, quando ouviu suas galinhas assustadas. Como todo agricultor cuidadoso foi verificar o que assustava seus animais. Antes de chegar ao local onde estava as galinhas observou pasmo um objeto em formato de pires plainando sobre a região. A descrição do som do aparelho foi exatamente a mesma da mencionada por Olmiro da Costa: "som de uma máquina de costura".
- Na parte de baixo o "trem" parecia um enorme tacho de cobre polido e em cima tinha o formado de uma capota de jipe.
Ao olhar para baixo novamente percebeu que haviam dois vultos baixos, mas de forma humana, vestindo uma roupa que cobria dos pés à cabeça, que caminhavam por entre a plantação de fumo. Curioso tentou se aproximar. Um dos seres o viu e fez-lhe sinal para que parasse. Pedro não deu atenção e continuou se aproximando. Os seres então rapidamente coletaram um pé de fumo e ambos embarcaram no objeto que decolou rapidamente desaparecendo em altíssima velocidade. Pedro não chegou a ver o rosto destes seres.
Representação artística de um dos contatos ocorridos em Venâncio Aires
Venâncio Aires, no mapa do estado do Rio Grande do Sul
Fonte
O primeiro deles ocorreu em 9 de dezembro de 1954 quando o agricultor Olmiro da Costa e Rosa, morador de Linha Bela Vista, estava trabalhando na lavoura de feijão e milho quando ouviu um ruído estranho. Este misterioso barulho assustou os animais que pastavam nas proximidades que fugiram rapidamente do local.
Olmiro, que estava abaixado, levantou-se para ver o que estava acontecendo e foi então que notou a presença de um homem desconhecido próximo à um objeto, de uns 15 metros de diâmetro por 3 de altura, em formato de chapéu, de coloração clara, flutuando a aproximadamente 1 metro do solo.
Olmiro notou que dentro do objeto havia um outro tripulante e mais distante outro examinando a cerca com grande interesse. Assustado Olmiro tentou gritar mas não conseguiu pois sentiu uma moleza em seu corpo. A enxada que portava caiu no chão e foi logo apanhada pelo ser que estava mais próximo da testemunha.
Este ser entregou a enxada à Olmiro com um sorriso no rosto Após isso apanhou um pé de feijão e outro de milho. Nesse momento ovelhas que haviam fugido com a aparição do objeto estava retornando. Vendo que o tripulante estava olhando para as mesmas com grande interesse Olmiro ofereceu com gestos uma de suas ovelhas. O ser respondeu com um movimento negativo.
Olmiro não viu os seres entrando no objeto. Ele lembrava-se apenas de ter visto do objeto elevando-se pairando a uns 10 metros de altura. Depois disso disparou em direção ao horizonte em questão de segundos.
Os seres observados por Olmiro tinham aspecto humano, tamanho médio, robustos, muito pálidos, cabelos compridos, louros, com olhos rasgados. Todos vestiam macacões de cor marron-clara.
Dois dias depois deste episódio, em 11 de dezembro, outro lavrador, Pedro Morais, que morava a aproximadamente 1 Km do sítio de Olmiro da Costa, teve uma experiência semelhante. Ele se dirigia ao armazém para comprar mantimentos, quando ouviu suas galinhas assustadas. Como todo agricultor cuidadoso foi verificar o que assustava seus animais. Antes de chegar ao local onde estava as galinhas observou pasmo um objeto em formato de pires plainando sobre a região. A descrição do som do aparelho foi exatamente a mesma da mencionada por Olmiro da Costa: "som de uma máquina de costura".
- Na parte de baixo o "trem" parecia um enorme tacho de cobre polido e em cima tinha o formado de uma capota de jipe.
Ao olhar para baixo novamente percebeu que haviam dois vultos baixos, mas de forma humana, vestindo uma roupa que cobria dos pés à cabeça, que caminhavam por entre a plantação de fumo. Curioso tentou se aproximar. Um dos seres o viu e fez-lhe sinal para que parasse. Pedro não deu atenção e continuou se aproximando. Os seres então rapidamente coletaram um pé de fumo e ambos embarcaram no objeto que decolou rapidamente desaparecendo em altíssima velocidade. Pedro não chegou a ver o rosto destes seres.
Representação artística de um dos contatos ocorridos em Venâncio Aires
Venâncio Aires, no mapa do estado do Rio Grande do Sul
Fonte
sexta-feira, 9 de agosto de 2019
Caso Sagrada Família
Durante a ultima onda de observações de OANI, em meados de 1965, uma surpreendente notícia foi publicada, sob título acima, por conceituado jornal de Belo Horizonte, "O Diário" (15/ago/65). Segundo a reportagem, três crianças teriam observado, em 1963, um estranho objeto voador com vários tripulantes, no próprio quintal de sua residência!
Imediatamente o Sr. Alberto Francisco do Carmo, associado do CICOANI, dirigiu-se à casa dos meninos para investigar o caso. Eis o relatório apresentado no mesmo dia, pelo Sr. A. F. do Carmo, após longo contato com as 3 crianças e seus pais, no próprio local onde teria ocorrido o incidente:
Data da ocorrência: 28 de agosto de 1963.
Hora: entre 19:00 hs e 19:30 hs (tempo local).
Duração: entre 10 e 15 minutos.
Local: Rua Conselheiro Lafaiete nº 1533, bairro Sagrada Família, cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais.
Observadores depoentes: Fernando Eustáquio Gualberto, atualmente com 14 anos (12 anos na época do incidente); Ronaldo Eustáquio Gualberto e José Marcos Gomes Vidal, ambos com 7 anos da data da ocorrência (9 anos na data deste relatório). Os dois primeiros são filhos do casal Alcides Gualberto e Maria José Gualberto e residem com mais quatro irmãos, todos de menor idade, no endereço citado. Quanto a José Marcos, trata-se de um amigo íntimo que reside na casa da frente.
Afirmam Fernando e seus companheiros que, na noite de 28 de agosto de 1963, logo após o jantar, saíram para o quintal com a finalidade específica de lavar um coador de café, com a água de um depósito situado ao lado de uma cisterna. Ao atingir o quintal, através da porta dos fundos, Fernando notou que ele estava bem iluminado, mas não estranhou, porque havia luar. José Marcos dirigiu-se rápido para o depósito de água (um velho tambor de gasolina), abaixando totalmente a cabeça e os braços para colher o líquido numa vasilha. Ronaldo, que vinha logo atrás e mais à direita da casa, foi quem primeiro se surpreendeu com a origem do clarão que iluminava o quintal, cuja lâmpada achava-se apagada: um objeto esférico, iluminado por dentro e de paredes transparentes, flutuava imóvel sobre um abacateiro situado à frente e um pouco ao lado da residência, a cerda de 5 metros do solo e 8 metros dos observadores. Seu diâmetro foi comparado com a sala principal de sua casa (entre 3 e 3,5 metros). A esfera era dividida em "pequenos quadrados", provavelmente uma estrutura quadriculada. Na parte superior apresentava uma espécie de antena, constituída por 2 hastes inclinadas em forma de "", encimadas por esferas, e uma haste vertical central. Através das paredes transparentes avistavam-se quatro pessoas sentadas em banquinhos de uma só perna. Estavam de perfil em relação aos observadores. Uma das pessoas, sentada no banco de trás, tinha aspecto masculino e era mais robusta que as outras. Logo à frente desta, no centro da esfera, sentava-se o que lhes parece uma mulher: longos cabelos alourados e puxados para trás; no banco da frente havia um homem semelhante ao primeiro, porém mais magro, que parecia controlar instrumentos num painel onde havia uma espécie de tela semelhante à de televisão. O quarto "homem", que logo viria a descer, sentava-se ao lado esquerdo da "moça" no centro do objeto. Todos vestiam uma espécie de escafandro e tinham as cabeças envoltas em cúpulas ou capacetes redondos e transparentes. Apresentavam aparência quase uniforme, inclusive nos vestuários: os troncos vestidos com algo de cor castanha; abaixo da cintura os vestuários eram brancos, até alcançarem os joelhos, de onde continuavam pretos até os pés (vestiam "botas pretas", segundo os depoentes). Os uniformes pareciam ser feitos de couro e eram muito enrugados nas partes correspondentes aos membros e tórax dos tripulantes.
Em questão de segundos projetaram-se da parte inferior do aparelho, em direção ao solo, dois feixes luminosos, paralelos e de cor amarelada. Entre esses dois feixes desceu um dos "homens", como que flutuando em postura ereta, até tocar o solo suavemente. Tão logo no chão, o homem encaminhou-se para o lado dos observadores. Fernando e Ronaldo achavam-se quase colados à casa e, completamente aturdidos, não avisaram José Marcos que, com a cabeça completamente pendida dentro do tambor de água, nada percebera ainda.
Com andar pesado, cadenciado, os braços balançando um pouco afastados do corpo e, aparentemente, sem perceber a presença de Fernando e Ronaldo, o homem dirigiu-se para o lado da cisterna, onde parou. Em seguida, estendeu um braço na direção de José Marcos. Interpretando o gesto do homem como uma ameaça ao seu companheiro distraído, Fernando saltou sobre José Marcos, jogando-o ao chão violentamente, para evitar que fosse agarrado. Com José Marcos ainda surpreso, no solo, o homem, imóvel, olhou para Fernando e, em seguida, para Ronaldo. Este havia se afastado mais para o fundo do quintal, com o propósito de fugir para dentro de casa; mas, no atropelo da fuga, seu joelho bateu na quina da casa e a dor o fez parar. Neste momento, o homem fixava-lhe o olhar. Ronaldo voltou então alguns passos e deixou-se ficar passivamente ao lado da casa, junto aos companheiros, que também sentiam-se sem forças para fugir ou gritar. O homem fez uma série de gestos com as mãos, em sentido horizontal, acompanhando-os com movimentos da cabeça e palavras estranhas. Fernando afirma que seu medo passou após essa gesticulação. Já mais calmos e a cerca de 2 metros de distância, os meninos puderam reparar melhor o estranho visitante. Possuía apenas um olho. Era completamente calco (como dois de seus acompanhantes) e sua pele tinha uma forte tonalidade vermelha. Sua enorme figura foi comparada ao tamanho da porta do lado da casa (mais de 2 metros). Sobre o capacete transparente havia uma espécie de antena em forma de aro, com uma pequena esfera pendente. O olho era grande, arredondado, escuro, sem a parte branca que chamamos esclerótica. Ao invés de uma pupila circular, José Marcos insiste em que a parte central do olho apresentava apenas um risco horizontal mais escuro. Sobre o olho, movimentando-se frequentemente, havia uma mancha saliente escura que os meninos interpretaram como sobrancelha. O vestuário, descrito anteriormente, cobria o corpo por inteiro e parecia levemente inflado.
O homem sentou-se na borda da cisterna, ficando de perfil para os meninos, e de frente para o aparelho, onde continuavam seus companheiros. A altura de sua cabeça ultrapassava de muito a altura da manivela da cisterna. Aproveitando-se de sua aparente distração, Fernando deslocou-se alguns passos, de forma a ficar atrás do homem. Apanhou rapidamente um pedaço de tijolo no solo e levantou o braço para arremessá-la no homem, pelas costas. "Eu queria acertar ele" - afirmou Fernando. Inexplicavelmente, como se tivesse adivinhado, o homem saltou de pé, virando-se para Fernando em movimento rápido e ejetando, de uma superfície retangular situado na altura do tórax, um jato de luz amarela que foi atingir a mão do menino, fazendo-a tremer momentaneamente. O tijolo caiu ao solo e os meninos perceberam que o homem, ao olhar rapidamente na direção do aparelho, recebeu do companheiro que estava no comando dos instrumentos um gesto que eles interpretaram como de dissuasão. Neste momento os meninos observaram mais claramente que também este tripulante tinha um só olho. Nos breves instantes em que o homem dera-lhe as costas as crianças puderam notar a existência, alí, de uma caixa de cor acobreada, presa ao vestuário. "Sabe aquela cor que aparece quando a gente descasca um fio de luz?" - perguntou Fernando, tentando descrever a cor da caixa.
Numa língua estranha, com voz extremamente "grossa" e com muitos gestos com as mãos, a cabeça e o olho, o homem parecia esforçar-se por se fazer entendido pelas crianças, que o observavam passivamente. Fechando um círculo com o indicador e o polegar, o homem traçou no ar vários círculos em torno deste, com o indicador da outra mão, sempre falando. Em seguida apontou para os três meninos e, com certa dificuldade, procurou juntar as palmas das mãos ao lado da própria cabeça, como a fazer um gesto de dormir. Apontou então para a Lua, fazendo um gesto de elevação progressiva das mãos, como a indicar um voo naquela direção.
A seguir o homem virou-se e encaminhou-se lentamente na direção do aparelho, pelo caminho que já havia trilhado. Vendo-o afastar, José Marcos perguntou, ansiosamente, a Fernando: "Será que ele volta?". Surpreendentemente, o homem giru a cabeça em sua direção e fez com ela vários movimentos verticais, como a responder afirmativamente à pergunta de José Marcos. No meio do caminho dobrou o corpo na direção de um canteiro e dali retirou uma planta, com a mão esquerda.Ao atingir o ponto onde havia "aterrissado", fez um discreto gesto e reapareceram os dois jatos de luz ligando o aparelho ao solo. Subindo entre as duas faixas suavemente e em postura ereta, como descera, o homem ainda foi visto sentando-se junto aos seus companheiros. Imediatamente depois o aparelho emitiu um brilho forte e ascendeu silenciosamente numa direção oblíqua, rumo leste, apagando-se logo e deixando de ser percebido pelas crianças ainda estupefatas.
Tão logo se sentiram livres, os meninos correram para dentro de casa, chamando Dna. Maria José, aos gritos. Esta, que estava acomodando seu filho caçula no quarto da frente, não percebera qualquer alteração no ambiente, durante os poucos minutos em que se desenrolara o incidente, exceto um forte e breve clarão entrando pela janela basculante do quarto. Estranhara esse clarão porque sabe que não há possibilidade de um farol de automóvel atingir as janelas de sua casa, gritando. Mas não dera importância ao fato, até a entrada ruidosa dos meninos em casa, gritando: "mamães, venha ver que coisa horrorosa!". Além da agitação e palidez de seus filhos, impressionou Dna. Maria José o fato do vizinho José Marcos, ao entrar correndo com os outros, dirigir-se diretamente para debaixo de uma das camas, onde se escondeu apavorado.
No momento do incidente, o Sr. Alcides Gualberto, pai das crianças, encontrava-se num bar da vizinhança, conversando com alguns amigos. A mando de Dna Maria José, uma menina foi chamá-lo. Correndo imediatamente para casa, o Sr. Alcides surpreendeu-se com a história dos meninos e foi examinar o quintal. Pôde notar então, no chão de terra batida, várias marcas pequenas, em forma de triângulo, no trajeto que o homem fizera, segundo indicação de seus filhos. As depressões eram bastante fundas, com cerca de 1,5 cm de lado, indicando terem sido feitas por alguma coisa muito pesada. Na mesma noite, o Sr. Alcides voltou à presença dos amigos para contar-lhes a estranha história. Mas a reação destes, como a de toda a vizinhança foi do mais absoluto descrédito. Um vizinho, de nome Jamil, chegou a ver as marcas no solo, na noite da ocorrência. Quanto a Dna. Maria José, a preocupação de que se viu possuída aumentou quando percebeu que os meninos se recusavam terminantemente a sair do quintal à noite, contrariando um velho hábito. Relatou o fato a vizinhos, inclusive à Dna. Zita Iani (ver caso à parte), mas a incredulidade foi geral. Diz que, diante dessa atitude, Fernando costumava reagir com as seguintes palavras em tom de mágoa e desafio: "Eles não querem acreditar? Pois um dia eles acabarão vendo o que vimos e aí ficará provado que não mentimos!"
Alberto Francisco do Carmo
Representação do humanóide observado no Bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, Minas Gerais
Desenho representando o objeto e seus tripulantes, reproduzido na capa do Boletim da SBEDV, edição especial 1975
Desenhos de próprio punho das testemunha do caso representado o estranho ser observado, reproduzido do Boletim da SBEDV, edição especial 1975
Desenhos de próprio punho das testemunha do caso representado o estranho ser observado, reproduzido do Boletim da SBEDV, edição especial 1975
Retrato falado do ser observado no bairro Sagrada Família e reproduzido no Boletim da SBEDV, edição especial 1975
Na imagem acima temos os protagonistas do caso apontando onde o objeto apareceu pela primeira vez. Imagem reproduzida do Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), edição especial 1975
Fotografia da cisterna próxima à residência da família. Imagem reproduzida do Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), edição especial 1975
Na imagem acima temos os protagonistas do caso ao lado da cisterna. Ao lado temos a imagem da cisterna. Imagens reproduzida do Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), edição especial 1975
Representação dos humanóides e do aparelho observado no Bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, Minas Gerais
Representação do momento em que um humanóide desce do aparelho observado no Bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, Minas Gerais
Fonte
Imediatamente o Sr. Alberto Francisco do Carmo, associado do CICOANI, dirigiu-se à casa dos meninos para investigar o caso. Eis o relatório apresentado no mesmo dia, pelo Sr. A. F. do Carmo, após longo contato com as 3 crianças e seus pais, no próprio local onde teria ocorrido o incidente:
Data da ocorrência: 28 de agosto de 1963.
Hora: entre 19:00 hs e 19:30 hs (tempo local).
Duração: entre 10 e 15 minutos.
Local: Rua Conselheiro Lafaiete nº 1533, bairro Sagrada Família, cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais.
Observadores depoentes: Fernando Eustáquio Gualberto, atualmente com 14 anos (12 anos na época do incidente); Ronaldo Eustáquio Gualberto e José Marcos Gomes Vidal, ambos com 7 anos da data da ocorrência (9 anos na data deste relatório). Os dois primeiros são filhos do casal Alcides Gualberto e Maria José Gualberto e residem com mais quatro irmãos, todos de menor idade, no endereço citado. Quanto a José Marcos, trata-se de um amigo íntimo que reside na casa da frente.
Afirmam Fernando e seus companheiros que, na noite de 28 de agosto de 1963, logo após o jantar, saíram para o quintal com a finalidade específica de lavar um coador de café, com a água de um depósito situado ao lado de uma cisterna. Ao atingir o quintal, através da porta dos fundos, Fernando notou que ele estava bem iluminado, mas não estranhou, porque havia luar. José Marcos dirigiu-se rápido para o depósito de água (um velho tambor de gasolina), abaixando totalmente a cabeça e os braços para colher o líquido numa vasilha. Ronaldo, que vinha logo atrás e mais à direita da casa, foi quem primeiro se surpreendeu com a origem do clarão que iluminava o quintal, cuja lâmpada achava-se apagada: um objeto esférico, iluminado por dentro e de paredes transparentes, flutuava imóvel sobre um abacateiro situado à frente e um pouco ao lado da residência, a cerda de 5 metros do solo e 8 metros dos observadores. Seu diâmetro foi comparado com a sala principal de sua casa (entre 3 e 3,5 metros). A esfera era dividida em "pequenos quadrados", provavelmente uma estrutura quadriculada. Na parte superior apresentava uma espécie de antena, constituída por 2 hastes inclinadas em forma de "", encimadas por esferas, e uma haste vertical central. Através das paredes transparentes avistavam-se quatro pessoas sentadas em banquinhos de uma só perna. Estavam de perfil em relação aos observadores. Uma das pessoas, sentada no banco de trás, tinha aspecto masculino e era mais robusta que as outras. Logo à frente desta, no centro da esfera, sentava-se o que lhes parece uma mulher: longos cabelos alourados e puxados para trás; no banco da frente havia um homem semelhante ao primeiro, porém mais magro, que parecia controlar instrumentos num painel onde havia uma espécie de tela semelhante à de televisão. O quarto "homem", que logo viria a descer, sentava-se ao lado esquerdo da "moça" no centro do objeto. Todos vestiam uma espécie de escafandro e tinham as cabeças envoltas em cúpulas ou capacetes redondos e transparentes. Apresentavam aparência quase uniforme, inclusive nos vestuários: os troncos vestidos com algo de cor castanha; abaixo da cintura os vestuários eram brancos, até alcançarem os joelhos, de onde continuavam pretos até os pés (vestiam "botas pretas", segundo os depoentes). Os uniformes pareciam ser feitos de couro e eram muito enrugados nas partes correspondentes aos membros e tórax dos tripulantes.
Em questão de segundos projetaram-se da parte inferior do aparelho, em direção ao solo, dois feixes luminosos, paralelos e de cor amarelada. Entre esses dois feixes desceu um dos "homens", como que flutuando em postura ereta, até tocar o solo suavemente. Tão logo no chão, o homem encaminhou-se para o lado dos observadores. Fernando e Ronaldo achavam-se quase colados à casa e, completamente aturdidos, não avisaram José Marcos que, com a cabeça completamente pendida dentro do tambor de água, nada percebera ainda.
Com andar pesado, cadenciado, os braços balançando um pouco afastados do corpo e, aparentemente, sem perceber a presença de Fernando e Ronaldo, o homem dirigiu-se para o lado da cisterna, onde parou. Em seguida, estendeu um braço na direção de José Marcos. Interpretando o gesto do homem como uma ameaça ao seu companheiro distraído, Fernando saltou sobre José Marcos, jogando-o ao chão violentamente, para evitar que fosse agarrado. Com José Marcos ainda surpreso, no solo, o homem, imóvel, olhou para Fernando e, em seguida, para Ronaldo. Este havia se afastado mais para o fundo do quintal, com o propósito de fugir para dentro de casa; mas, no atropelo da fuga, seu joelho bateu na quina da casa e a dor o fez parar. Neste momento, o homem fixava-lhe o olhar. Ronaldo voltou então alguns passos e deixou-se ficar passivamente ao lado da casa, junto aos companheiros, que também sentiam-se sem forças para fugir ou gritar. O homem fez uma série de gestos com as mãos, em sentido horizontal, acompanhando-os com movimentos da cabeça e palavras estranhas. Fernando afirma que seu medo passou após essa gesticulação. Já mais calmos e a cerca de 2 metros de distância, os meninos puderam reparar melhor o estranho visitante. Possuía apenas um olho. Era completamente calco (como dois de seus acompanhantes) e sua pele tinha uma forte tonalidade vermelha. Sua enorme figura foi comparada ao tamanho da porta do lado da casa (mais de 2 metros). Sobre o capacete transparente havia uma espécie de antena em forma de aro, com uma pequena esfera pendente. O olho era grande, arredondado, escuro, sem a parte branca que chamamos esclerótica. Ao invés de uma pupila circular, José Marcos insiste em que a parte central do olho apresentava apenas um risco horizontal mais escuro. Sobre o olho, movimentando-se frequentemente, havia uma mancha saliente escura que os meninos interpretaram como sobrancelha. O vestuário, descrito anteriormente, cobria o corpo por inteiro e parecia levemente inflado.
O homem sentou-se na borda da cisterna, ficando de perfil para os meninos, e de frente para o aparelho, onde continuavam seus companheiros. A altura de sua cabeça ultrapassava de muito a altura da manivela da cisterna. Aproveitando-se de sua aparente distração, Fernando deslocou-se alguns passos, de forma a ficar atrás do homem. Apanhou rapidamente um pedaço de tijolo no solo e levantou o braço para arremessá-la no homem, pelas costas. "Eu queria acertar ele" - afirmou Fernando. Inexplicavelmente, como se tivesse adivinhado, o homem saltou de pé, virando-se para Fernando em movimento rápido e ejetando, de uma superfície retangular situado na altura do tórax, um jato de luz amarela que foi atingir a mão do menino, fazendo-a tremer momentaneamente. O tijolo caiu ao solo e os meninos perceberam que o homem, ao olhar rapidamente na direção do aparelho, recebeu do companheiro que estava no comando dos instrumentos um gesto que eles interpretaram como de dissuasão. Neste momento os meninos observaram mais claramente que também este tripulante tinha um só olho. Nos breves instantes em que o homem dera-lhe as costas as crianças puderam notar a existência, alí, de uma caixa de cor acobreada, presa ao vestuário. "Sabe aquela cor que aparece quando a gente descasca um fio de luz?" - perguntou Fernando, tentando descrever a cor da caixa.
Numa língua estranha, com voz extremamente "grossa" e com muitos gestos com as mãos, a cabeça e o olho, o homem parecia esforçar-se por se fazer entendido pelas crianças, que o observavam passivamente. Fechando um círculo com o indicador e o polegar, o homem traçou no ar vários círculos em torno deste, com o indicador da outra mão, sempre falando. Em seguida apontou para os três meninos e, com certa dificuldade, procurou juntar as palmas das mãos ao lado da própria cabeça, como a fazer um gesto de dormir. Apontou então para a Lua, fazendo um gesto de elevação progressiva das mãos, como a indicar um voo naquela direção.
A seguir o homem virou-se e encaminhou-se lentamente na direção do aparelho, pelo caminho que já havia trilhado. Vendo-o afastar, José Marcos perguntou, ansiosamente, a Fernando: "Será que ele volta?". Surpreendentemente, o homem giru a cabeça em sua direção e fez com ela vários movimentos verticais, como a responder afirmativamente à pergunta de José Marcos. No meio do caminho dobrou o corpo na direção de um canteiro e dali retirou uma planta, com a mão esquerda.Ao atingir o ponto onde havia "aterrissado", fez um discreto gesto e reapareceram os dois jatos de luz ligando o aparelho ao solo. Subindo entre as duas faixas suavemente e em postura ereta, como descera, o homem ainda foi visto sentando-se junto aos seus companheiros. Imediatamente depois o aparelho emitiu um brilho forte e ascendeu silenciosamente numa direção oblíqua, rumo leste, apagando-se logo e deixando de ser percebido pelas crianças ainda estupefatas.
Tão logo se sentiram livres, os meninos correram para dentro de casa, chamando Dna. Maria José, aos gritos. Esta, que estava acomodando seu filho caçula no quarto da frente, não percebera qualquer alteração no ambiente, durante os poucos minutos em que se desenrolara o incidente, exceto um forte e breve clarão entrando pela janela basculante do quarto. Estranhara esse clarão porque sabe que não há possibilidade de um farol de automóvel atingir as janelas de sua casa, gritando. Mas não dera importância ao fato, até a entrada ruidosa dos meninos em casa, gritando: "mamães, venha ver que coisa horrorosa!". Além da agitação e palidez de seus filhos, impressionou Dna. Maria José o fato do vizinho José Marcos, ao entrar correndo com os outros, dirigir-se diretamente para debaixo de uma das camas, onde se escondeu apavorado.
No momento do incidente, o Sr. Alcides Gualberto, pai das crianças, encontrava-se num bar da vizinhança, conversando com alguns amigos. A mando de Dna Maria José, uma menina foi chamá-lo. Correndo imediatamente para casa, o Sr. Alcides surpreendeu-se com a história dos meninos e foi examinar o quintal. Pôde notar então, no chão de terra batida, várias marcas pequenas, em forma de triângulo, no trajeto que o homem fizera, segundo indicação de seus filhos. As depressões eram bastante fundas, com cerca de 1,5 cm de lado, indicando terem sido feitas por alguma coisa muito pesada. Na mesma noite, o Sr. Alcides voltou à presença dos amigos para contar-lhes a estranha história. Mas a reação destes, como a de toda a vizinhança foi do mais absoluto descrédito. Um vizinho, de nome Jamil, chegou a ver as marcas no solo, na noite da ocorrência. Quanto a Dna. Maria José, a preocupação de que se viu possuída aumentou quando percebeu que os meninos se recusavam terminantemente a sair do quintal à noite, contrariando um velho hábito. Relatou o fato a vizinhos, inclusive à Dna. Zita Iani (ver caso à parte), mas a incredulidade foi geral. Diz que, diante dessa atitude, Fernando costumava reagir com as seguintes palavras em tom de mágoa e desafio: "Eles não querem acreditar? Pois um dia eles acabarão vendo o que vimos e aí ficará provado que não mentimos!"
Alberto Francisco do Carmo
Representação do humanóide observado no Bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, Minas Gerais
Desenho representando o objeto e seus tripulantes, reproduzido na capa do Boletim da SBEDV, edição especial 1975
Desenhos de próprio punho das testemunha do caso representado o estranho ser observado, reproduzido do Boletim da SBEDV, edição especial 1975
Desenhos de próprio punho das testemunha do caso representado o estranho ser observado, reproduzido do Boletim da SBEDV, edição especial 1975
Retrato falado do ser observado no bairro Sagrada Família e reproduzido no Boletim da SBEDV, edição especial 1975
Na imagem acima temos os protagonistas do caso apontando onde o objeto apareceu pela primeira vez. Imagem reproduzida do Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), edição especial 1975
Fotografia da cisterna próxima à residência da família. Imagem reproduzida do Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), edição especial 1975
Na imagem acima temos os protagonistas do caso ao lado da cisterna. Ao lado temos a imagem da cisterna. Imagens reproduzida do Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), edição especial 1975
Representação dos humanóides e do aparelho observado no Bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, Minas Gerais
Representação do momento em que um humanóide desce do aparelho observado no Bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, Minas Gerais
Fonte
Três Casos Relacionados
Em 1972 o Sr. Milton de Oliveira Condessa encontrava-se em sua residência no edifício Gulin, rua Barão do Cerro Azul 1110/11 aproximadamente às 02:00h., encontrava-se assistindo a última programação de TV, com a janela da sala aberta, devido ao calor que fazia naquela madrugada. Nesse momento avistou uma luz intensa que se deslocava em sua direção. Quanto mais se aproximava o objeto, mais intensa se tornava à luz que irradiava. Resolveu então chamar a sua esposa que se encontrava dormindo. Após acordá-la dirigiram-se à janela do quarto, para observarem melhor o objeto.
“Era uma luz muito forte, como a de um holofote ou um flash e a medida que se aproximava, parecia que ia entrar no prédio” afirmou o Sr. Condessa e complementa sua esposa: “o quarto ficou tão iluminado como se fosse dia”.
Relata o Sr. Condessa que: “de repente, a uns 200 ou 300 metros acima da catedral metropolitana, o objeto realizou uma curva de 90º à esquerda, sem diminuir a velocidade que era espantosa e superior a de um avião. Nesse momento pudemos observar o objeto que tinha aproximadamente 50 metros de comprimento”.
“Era cilíndrico, assemelhando-se a um charuto, com uma luz forte em seu nariz (como um farol) e tinha vigias de luzes coloridas nos lados, amarela, vermelha, azul e verde. Também apresentava em sua parte superior duas luzes. Na parte de trás vimos faíscas reluzentes como um escape de automóvel. Não observamos como era a parte traseira do objeto, mas ouvimos um ruído sibilante como se puxasse um fio de cobre no asfalto”.
Comparação
O Sr. Condessa procurou através de sua janela encontrar alguém que pudesse presenciar aquele fenômeno, mas não avistou qualquer viva “alma na rua”, ou em seu prédio.
Por meio deste relato, com o desenho e detalhes, podemos concluir que o OVNI observado pelo casal Condessa, é o mesmo visto em Manitoba (Canadá) por quinze passageiros e três tripulantes de um jato Wardair que rumava para Yellowknife, no dia 23 de outubro de 1972.
Acompanhe agora o caso MANITOBA extraído do livro UFO-OBSERVAÇÕES, ATERRISAGENS E SEQUESTROS de Yurko Bondarchuk, página 187 (editora DIFEL). Analise as ocorrências e compare o desenho.
“Nordeste de Churchill, MANITOBA”
23 de outubro de 1972
A 23 de outubro de 1972, a tripulação e os passageiros a bordo de um jato WARDAIR viram-se face-a-face com uma nave esquisita, com formato de charuto, a vinte e dois mil pés de altitude. O jato decolara de Churchill, em Manitoba, rumando para Yellowknife, situada a setecentas milhas noroeste.
O capitão Darryl Brown, de quarenta anos, pilotou o jato CF-COL Grunman, que tinha decolado de Churchill, às 17:50h.. Quarenta minutos depois, quando o sol se punha na tundra setentrional, o piloto percebeu um cometa refulgente aproximando-se proveniente do Oeste. Contudo, abandonou rapidamente esta teoria, à medida que o objeto ia aproximando-se, revelando um perfil parecido com uma bala enfeitada com uma porção de luzes policromáticas e intermitentes.
A medida que este “charuto voador” começou a chegar mais perto do avião, a tripulação ficou assombrada com as dimensões. Parecia muito maior do que qualquer aeronave construída pelo homem, inclusive um Boeing 747. Apesar de não ter necessidade de compartilhar esta experiência com os outros, o capitão comunicou o fato aos quinze passageiros e apagou as luzes internas para permitir uma melhor visão da nave, que então eclipsava o jato.
Umas doze “vigias” ou “janelas” redondas alinhavam-se ao longo da base da nave, enquanto uma série de luzes amarelas e vermelhas acendiam-se e apagavam-se na parte superior. A traseira do UFO estava envolvida por uma nuvem parecida com um fog, por trás da qual eram vistas centelhas cor-de-laranja.
A nave tomou posição a uns 2.500 pés à frente do jato e num alinhamento perfeito com seu curso de vôo. Subitamente o avião foi iluminado por um raio de luz, que partia possivelmente da dianteira do “charuto”. A luminosidade era tão intensa que se tornou possível ler dentro da carlinga previamente escurecida.
De repente, enquanto os três homens da tripulação observavam aterrorizada, a gigantesca nave parou em pleno ar em frente ao jato! Antes que o capitão Brown tivesse tempo de fazer uma manobra de fuga, o “charuto” deslocou-se rapidamente para a direita. Foi então que o piloto decidiu, num rasgo de coragem, acompanhar a nave que desaparecia velozmente. Infelizmente, ela foi toldada, rapidamente, por um nevoeiro espesso que desapareceu ter surgido do nada. O UFO tinha sumido e todas a s tentativas feitas no sentido de localizá-lo fracassaram...”
Um Terceiro Caso?
Além deste episódio de Manituba podemos relacionar mais um caso, bem mais recente, em que aparentemente o mesmo objeto foi avistado. Este caso ocorreu em 2004 e envolveu a tripulação de um avião comercial durante um vôo entre Bauru e Araçatuba, no estado de São Paulo. Os protagonistas revelaram o caso à outro piloto comercial que por sua vez repassou ao Grupo de Estudos de OVNIs (GEO), de Pará de Minas (MG). O relato completo pode ser encontrado diretamente no site do grupo no link:
http://www.geogrupo.com.br/?load=mod4&idm=22&pag=0&id=7&acao=v
A seguir transcrevemos os trechos mais significativos do relato:
"Havíamos decolado de Bauru e então subimos para o 120. No 120 atingimos o topo da camada. Havia alguns cúmulos isolados. O horário era por volta das 18:40. Acima de nós estava tudo muito limpo.
Aí eu observei um tráfego na posição de 10 horas em aproximação. Foi então que eu perguntei ao ZM.
- Você está vendo o que eu estou vendo?
- Capitão, eu estou e estou com MEDO
Era algo que à distância parecia vermelho. Mas estava se aproximando e então pude observar que o mesmo era da cor prata, e que tinha em volta de si diversas luzes vermelhas que ficavam piscando. Seu formato e tamanho era como de um 737, mas sem as asas. Na posição que ele se encontrava, não dava para ver o seu lado de tráz, se havia alguma outra coisa tipo uma deriva... mas estava se aproximando mesmo, a tal ponto, que tive que tirar a aeronave para a direita. O objeto se aproximava muito rapidamente da aeronave e pouco antes de entrarmos em contato com Curitiba, fomos obrigados a efetuar a manobra de evasão. O grau de proximidade do objeto fora realmente muito alto, a ponto da cabine ter clareado. Então indaguei Curitiba.
Entrei em contato com o Centro Curitiba e indaguei a respeito do tráfego no setor. Curitiba negou a existencia do tráfego. Então eu insisti que havia um tráfego se aproximando de nossa aeronave. Curitiba continou alegando desconhecer o mesmo.
Representação do avistamento de Milton Condessa, na arte de Luiza Ribas
Representação do caso envolvendo aeronave comercial, que deparou-se com um UFO próximo à Araçatuba (SP), em 2004. Imagem original disponivel no site do GeoGrupo
Fonte
O Caso de Canhotinho
José Camilo Filho, um alagoano forte e corpulento, morava em Canhotinho, no Estado de Pernambuco, e trabalhava na oficina mecânica da cidade, a “MECÂNICA CENTRAL”. Tendo ficado surdo aos 19 anos de idade, José Camilo não escutava, mas conversa, lendo nos lábios das pessoas que falavam com ele.
Em 1965, numa tarde quente do mês de outubro, já então com 57 anos, ele, atravessava a pé um “cerrado” que fica perto do cemitério, em direção à sua casa, quando, numa curva do caminho, deu de cara com dois homenzinhos, de uns 80 ou 90 centímetros de altura, sentados ao lado de um tubo de mais ou menos 1,20m da altura, apoiado no chão em uma das extremidades.
Quando viram aquele homenzarrão que seguia em sua direção, os pigmeus se levantaram de um pulo, com os olhos arregalados e, movimentando-se rapidamente, de maneira desordenada, colidiram um contra o outro. Um deles, o que parecia mais idoso, pegou o cilindro com incrível facilidade, o que fez supor que o tubo era oco e estava vazio. O outro homenzinho, que havia dado um pulo de metro e meio para trás, apontou para o mecânico um canudo, de uns 50 centímetros de comprimento, que momentos antes trazia entre seu corpo e o braço esquerdo.
Entretanto, Camilo, receando a ameaça do pequenino, correu à frente, passou por eles, parando bem mais adiante. Depois, refletiu e resolveu retroceder para observar melhor aquela gente miúda. Mas não encontrou ninguém, não viu mais nada … “Talvez, eles se tenham embrenhado na vegetação espessa circundante …“, pensou.
Em entrevista ao pesquisador da SBEDV, José Camilo Filho esclareceu que os “pequeninos” tinham a forma humana, embora apresentassem a cabeça e os olhos maiores, grandes demais em relação ao tamanho do corpo. Tinham cabelos brancos, mas um deles usava boné com pala na frente. A fisionomia era semelhante à de japonês, com as faces queimadas e enrugadas, como se fossem velhos. Um deles parecia ter uma barba tênue. Contrastando com o rosto queimado, as mãozinhas eram muito brancas. O que parecia mais idoso usava camisa de cor azulada calças verde-oliva, brilhante, e uma espécie de sapatos tênis, separados das calças. Na altura do peito, uma faixa multicolorida, de ombro a ombro, e que brilhava como a luz de um arco voltaico, tão forte que quase não podia ser fitada! Os pés e braços eram muito pequenos.
A pesquisa da SBEDV constatou que, naquela tarde, à mesma hora, o Sr. Oscar Passos, na Fazenda Camboim, a 6 quilômetros ao norte, e a Sra. Lindinalva, na cidade, haviam visto um objeto cruzar o céu de Canhotinho.
Pesquisa realizada pela SBEDV, Rubens de Couto Soares e Enoch Burgos
Texto adaptado e revisado por Josef David S. Prado
Nota: Este é um resumo do caso pesquisado pela SBEDV. Para maiores detalhes consulte os boletins históricos da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores.
Fonte
quinta-feira, 8 de agosto de 2019
Modelo de aeronave TR-3B
(Foto ilustrada)
Na ufologia, óvnis no formato de triângulos são chamados de TR-3B, que faz referência ao suposto modelo de aeronave espiã do programa de serviço secreto da Força Aérea Norte-americana, que por se tratar de uma iniciativa sigilosa, nega a existência da estrutura apesar de teóricos e estudiosos afirmarem que a mesma realiza voos desde 1994 em países como Estados Unidos, Inglaterra, México, Argentina e Brasil.
Procurada pela reportagem a Força Área Brasileira emitiu a seguinte nota na íntegra:
“Todo o material sobre o tema OVNI em poder do Comando da Aeronáutica foi encaminhado ao Arquivo Nacional, desde a década de 1950, para consulta pública. A Portaria do Comando da Aeronáutica no 551/GC3, de 9 de agosto de 2010, trata sobre o envio periódico dos relatos de fenômenos aéreos recebidos pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), atual designação do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), ao Arquivo Nacional. O documento prevê que o Comando da Aeronáutica vai receber, registrar, catalogar e encaminhar os registros para aquele órgão. Destaca-se ainda que o Comando da Aeronáutica não dispõe de estrutura e de profissionais especializados para realizar investigações científicas ou emitir parecer a respeito desse tipo de fenômeno aéreo”.
O último registro encontrado disponível para consulta on-line sobre o assunto óvnis no site do Arquivo Nacional, referente ao Estado de Santa Catarina é do ano de 2012.
Documento mais recente disponível no site do Sistema de informação do Arquivo Nacional sobre óvnis em SC (sian.an.gov.br)(Foto: Arquivo Nacional, reprodução)
Fonte
Na ufologia, óvnis no formato de triângulos são chamados de TR-3B, que faz referência ao suposto modelo de aeronave espiã do programa de serviço secreto da Força Aérea Norte-americana, que por se tratar de uma iniciativa sigilosa, nega a existência da estrutura apesar de teóricos e estudiosos afirmarem que a mesma realiza voos desde 1994 em países como Estados Unidos, Inglaterra, México, Argentina e Brasil.
Procurada pela reportagem a Força Área Brasileira emitiu a seguinte nota na íntegra:
“Todo o material sobre o tema OVNI em poder do Comando da Aeronáutica foi encaminhado ao Arquivo Nacional, desde a década de 1950, para consulta pública. A Portaria do Comando da Aeronáutica no 551/GC3, de 9 de agosto de 2010, trata sobre o envio periódico dos relatos de fenômenos aéreos recebidos pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), atual designação do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), ao Arquivo Nacional. O documento prevê que o Comando da Aeronáutica vai receber, registrar, catalogar e encaminhar os registros para aquele órgão. Destaca-se ainda que o Comando da Aeronáutica não dispõe de estrutura e de profissionais especializados para realizar investigações científicas ou emitir parecer a respeito desse tipo de fenômeno aéreo”.
O último registro encontrado disponível para consulta on-line sobre o assunto óvnis no site do Arquivo Nacional, referente ao Estado de Santa Catarina é do ano de 2012.
Documento mais recente disponível no site do Sistema de informação do Arquivo Nacional sobre óvnis em SC (sian.an.gov.br)(Foto: Arquivo Nacional, reprodução)
Fonte
terça-feira, 6 de agosto de 2019
OVNI em Ohio?
![]() |
| Foto Ilustrativa |
Esta circulando nas redes sociais, um vídeo onde aparecem algumas luzes fazendo movimentos circulares. Na verdade não se trata de OVNI's e sim de uma apresentação de "Paraquedistas" em um evento musical em West Chester, Distrito na Pensilvânia EUA. Trata-se dos (Team Fastrax) que fazia uma apresentação no St. John's Festival.
O vídeo foi gravado e narrado como sendo OVIN's! o vídeo foi postado dia 04 deste mês de Agosto.
Vídeo que está circulando nas redes:
Assista um vídeo de uma das apresentações dos Team Fastrax
https://www.youtube.com/watch?v=O_9i0MRC31Y&t=48s
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Durante a ultima onda de observações de OANI, em meados de 1965, uma surpreendente notícia foi publicada, sob título acima, por conceitua...






















