sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Três Casos Relacionados


Em 1972 o Sr. Milton de Oliveira Condessa encontrava-se em sua residência no edifício Gulin, rua Barão do Cerro Azul 1110/11 aproximadamente às 02:00h., encontrava-se assistindo a última programação de TV, com a janela da sala aberta, devido ao calor que fazia naquela madrugada. Nesse momento avistou uma luz intensa que se deslocava em sua direção. Quanto mais se aproximava o objeto, mais intensa se tornava à luz que irradiava. Resolveu então chamar a sua esposa que se encontrava dormindo. Após acordá-la dirigiram-se à janela do quarto, para observarem melhor o objeto.

“Era uma luz muito forte, como a de um holofote ou um flash e a medida que se aproximava, parecia que ia entrar no prédio” afirmou o Sr. Condessa e complementa sua esposa: “o quarto ficou tão iluminado como se fosse dia”.

Relata o Sr. Condessa que: “de repente, a uns 200 ou 300 metros acima da catedral metropolitana, o objeto realizou uma curva de 90º à esquerda, sem diminuir a velocidade que era espantosa e superior a de um avião. Nesse momento pudemos observar o objeto que tinha aproximadamente 50 metros de comprimento”.

“Era cilíndrico, assemelhando-se a um charuto, com uma luz forte em seu nariz (como um farol) e tinha vigias de luzes coloridas nos lados, amarela, vermelha, azul e verde. Também apresentava em sua parte superior duas luzes. Na parte de trás vimos faíscas reluzentes como um escape de automóvel. Não observamos como era a parte traseira do objeto, mas ouvimos um ruído sibilante como se puxasse um fio de cobre no asfalto”.


Comparação

O Sr. Condessa procurou através de sua janela encontrar alguém que pudesse presenciar aquele fenômeno, mas não avistou qualquer viva “alma na rua”, ou em seu prédio.

Por meio deste relato, com o desenho e detalhes, podemos concluir que o OVNI observado pelo casal Condessa, é o mesmo visto em Manitoba (Canadá) por quinze passageiros e três tripulantes de um jato Wardair que rumava para Yellowknife, no dia 23 de outubro de 1972.

Acompanhe agora o caso MANITOBA extraído do livro UFO-OBSERVAÇÕES, ATERRISAGENS E SEQUESTROS de Yurko Bondarchuk, página 187 (editora DIFEL). Analise as ocorrências e compare o desenho.

“Nordeste de Churchill, MANITOBA”

23 de outubro de 1972

A 23 de outubro de 1972, a tripulação e os passageiros a bordo de um jato WARDAIR viram-se face-a-face com uma nave esquisita, com formato de charuto, a vinte e dois mil pés de altitude. O jato decolara de Churchill, em Manitoba, rumando para Yellowknife, situada a setecentas milhas noroeste.

O capitão Darryl Brown, de quarenta anos, pilotou o jato CF-COL Grunman, que tinha decolado de Churchill, às 17:50h.. Quarenta minutos depois, quando o sol se punha na tundra setentrional, o piloto percebeu um cometa refulgente aproximando-se proveniente do Oeste. Contudo, abandonou rapidamente esta teoria, à medida que o objeto ia aproximando-se, revelando um perfil parecido com uma bala enfeitada com uma porção de luzes policromáticas e intermitentes.

A medida que este “charuto voador” começou a chegar mais perto do avião, a tripulação ficou assombrada com as dimensões. Parecia muito maior do que qualquer aeronave construída pelo homem, inclusive um Boeing 747. Apesar de não ter necessidade de compartilhar esta experiência com os outros, o capitão comunicou o fato aos quinze passageiros e apagou as luzes internas para permitir uma melhor visão da nave, que então eclipsava o jato.

Umas doze “vigias” ou “janelas” redondas alinhavam-se ao longo da base da nave, enquanto uma série de luzes amarelas e vermelhas acendiam-se e apagavam-se na parte superior. A traseira do UFO estava envolvida por uma nuvem parecida com um fog, por trás da qual eram vistas centelhas cor-de-laranja.

A nave tomou posição a uns 2.500 pés à frente do jato e num alinhamento perfeito com seu curso de vôo. Subitamente o avião foi iluminado por um raio de luz, que partia possivelmente da dianteira do “charuto”. A luminosidade era tão intensa que se tornou possível ler dentro da carlinga previamente escurecida.

De repente, enquanto os três homens da tripulação observavam aterrorizada, a gigantesca nave parou em pleno ar em frente ao jato! Antes que o capitão Brown tivesse tempo de fazer uma manobra de fuga, o “charuto” deslocou-se rapidamente para a direita. Foi então que o piloto decidiu, num rasgo de coragem, acompanhar a nave que desaparecia velozmente. Infelizmente, ela foi toldada, rapidamente, por um nevoeiro espesso que desapareceu ter surgido do nada. O UFO tinha sumido e todas a s tentativas feitas no sentido de localizá-lo fracassaram...”

Um Terceiro Caso?

Além deste episódio de Manituba podemos relacionar mais um caso, bem mais recente, em que aparentemente o mesmo objeto foi avistado. Este caso ocorreu em 2004 e envolveu a tripulação de um avião comercial durante um vôo entre Bauru e Araçatuba, no estado de São Paulo. Os protagonistas revelaram o caso à outro piloto comercial que por sua vez repassou ao Grupo de Estudos de OVNIs (GEO), de Pará de Minas (MG). O relato completo pode ser encontrado diretamente no site do grupo no link:

http://www.geogrupo.com.br/?load=mod4&idm=22&pag=0&id=7&acao=v

A seguir transcrevemos os trechos mais significativos do relato:

"Havíamos decolado de Bauru e então subimos para o 120. No 120 atingimos o topo da camada. Havia alguns cúmulos isolados. O horário era por volta das 18:40. Acima de nós estava tudo muito limpo.

Aí eu observei um tráfego na posição de 10 horas em aproximação. Foi então que eu perguntei ao ZM.

- Você está vendo o que eu estou vendo?

- Capitão, eu estou e estou com MEDO

Era algo que à distância parecia vermelho. Mas estava se aproximando e então pude observar que o mesmo era da cor prata, e que tinha em volta de si diversas luzes vermelhas que ficavam piscando. Seu formato e tamanho era como de um 737, mas sem as asas. Na posição que ele se encontrava, não dava para ver o seu lado de tráz, se havia alguma outra coisa tipo uma deriva... mas estava se aproximando mesmo, a tal ponto, que tive que tirar a aeronave para a direita. O objeto se aproximava muito rapidamente da aeronave e pouco antes de entrarmos em contato com Curitiba, fomos obrigados a efetuar a manobra de evasão. O grau de proximidade do objeto fora realmente muito alto, a ponto da cabine ter clareado. Então indaguei Curitiba.

Entrei em contato com o Centro Curitiba e indaguei a respeito do tráfego no setor. Curitiba negou a existencia do tráfego. Então eu insisti que havia um tráfego se aproximando de nossa aeronave. Curitiba continou alegando desconhecer o mesmo.

                        Representação do avistamento de Milton Condessa, na arte de Luiza Ribas

 Representação do caso envolvendo aeronave comercial, que deparou-se com um UFO próximo à Araçatuba (SP), em 2004. Imagem original disponivel no site do GeoGrupo
Fonte

O Caso de Canhotinho



José Camilo Filho, um alagoano forte e corpulento, morava em Canhotinho, no Estado de Pernambuco, e trabalhava na oficina mecânica da cidade, a “MECÂNICA CENTRAL”. Tendo ficado surdo aos 19 anos de idade, José Camilo não escutava, mas conversa, lendo nos lábios das pessoas que falavam com ele.
Em 1965, numa tarde quente do mês de outubro, já então com 57 anos, ele, atravessava a pé um “cerrado” que fica perto do cemitério, em direção à sua casa, quando, numa curva do caminho, deu de cara com dois homenzinhos, de uns 80 ou 90 centímetros de altura, sentados ao lado de um tubo de mais ou menos 1,20m da altura, apoiado no chão em uma das extremidades.
Quando viram aquele homenzarrão que seguia em sua direção, os pigmeus se levantaram de um pulo, com os olhos arregalados e, movimentando-se rapidamente, de maneira desordenada, colidiram um contra o outro. Um deles, o que parecia mais idoso, pegou o cilindro com incrível facilidade, o que fez supor que o tubo era oco e estava vazio. O outro homenzinho, que havia dado um pulo de metro e meio para trás, apontou para o mecânico um canudo, de uns 50 centímetros de comprimento, que momentos antes trazia entre seu corpo e o braço esquerdo.
Entretanto, Camilo, receando a ameaça do pequenino, correu à frente, passou por eles, parando bem mais adiante. Depois, refletiu e resolveu retroceder para observar melhor aquela gente miúda. Mas não encontrou ninguém, não viu mais nada … “Talvez, eles se tenham embrenhado na vegetação espessa circundante …“, pensou.

 Em entrevista ao pesquisador da SBEDV, José Camilo Filho esclareceu que os “pequeninos” tinham a forma humana, embora apresentassem a cabeça e os olhos maiores, grandes demais em relação ao tamanho do corpo. Tinham cabelos brancos, mas um deles usava boné com pala na frente. A fisionomia era semelhante à de japonês, com as faces queimadas e enrugadas, como se fossem velhos. Um deles parecia ter uma barba tênue. Contrastando com o rosto queimado, as mãozinhas eram muito brancas. O que parecia mais idoso usava camisa de cor azulada calças verde-oliva, brilhante, e uma espécie de sapatos tênis, separados das calças. Na altura do peito, uma faixa multicolorida, de ombro a ombro, e que brilhava como a luz de um arco voltaico, tão forte que quase não podia ser fitada! Os pés e braços eram muito pequenos.
A pesquisa da SBEDV constatou que, naquela tarde, à mesma hora, o Sr. Oscar Passos, na Fazenda Camboim, a 6 quilômetros ao norte, e a Sra. Lindinalva, na cidade, haviam visto um objeto cruzar o céu de Canhotinho.
Pesquisa realizada pela SBEDV, Rubens de Couto Soares e Enoch Burgos

Texto adaptado e revisado por Josef David S. Prado

 Nota: Este é um resumo do caso pesquisado pela SBEDV. Para maiores detalhes consulte os boletins históricos da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores.

Fonte 

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Modelo de aeronave TR-3B

(Foto ilustrada)

Na ufologia, óvnis no formato de triângulos são chamados de TR-3B, que faz referência ao suposto modelo de aeronave espiã do programa de serviço secreto da Força Aérea Norte-americana, que por se tratar de uma iniciativa sigilosa, nega a existência da estrutura apesar de teóricos e estudiosos afirmarem que a mesma realiza voos desde 1994 em países como Estados Unidos, Inglaterra, México, Argentina e Brasil.

Procurada pela reportagem a Força Área Brasileira emitiu a seguinte nota na íntegra:

“Todo o material sobre o tema OVNI em poder do Comando da Aeronáutica foi encaminhado ao Arquivo Nacional, desde a década de 1950, para consulta pública. A Portaria do Comando da Aeronáutica no 551/GC3, de 9 de agosto de 2010, trata sobre o envio periódico dos relatos de fenômenos aéreos recebidos pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), atual designação do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), ao Arquivo Nacional. O documento prevê que o Comando da Aeronáutica vai receber, registrar, catalogar e encaminhar os registros para aquele órgão. Destaca-se ainda que o Comando da Aeronáutica não dispõe de estrutura e de profissionais especializados para realizar investigações científicas ou emitir parecer a respeito desse tipo de fenômeno aéreo”.

O último registro encontrado disponível para consulta on-line sobre o assunto óvnis no site do Arquivo Nacional, referente ao Estado de Santa Catarina é do ano de 2012.



Documento mais recente disponível no site do Sistema de informação do Arquivo Nacional sobre óvnis em SC (sian.an.gov.br)(Foto: Arquivo Nacional, reprodução)

Fonte

terça-feira, 6 de agosto de 2019

OVNI em Ohio?




Foto Ilustrativa




    Esta circulando nas redes sociais, um vídeo onde aparecem algumas luzes fazendo movimentos circulares. Na verdade não se trata de OVNI's e sim de uma apresentação de "Paraquedistas" em um evento musical em West Chester, Distrito na Pensilvânia EUA. Trata-se dos (Team Fastrax) que fazia uma apresentação no St. John's Festival. 
    O vídeo foi gravado e narrado como sendo OVIN's! o vídeo foi postado dia 04 deste mês de Agosto. 


                                               Vídeo que está circulando nas redes:

                                   https://www.youtube.com/watch?v=mz_9cFk7O48&t=34s

        

                            Assista um vídeo de uma das apresentações dos Team Fastrax 

                                  https://www.youtube.com/watch?v=O_9i0MRC31Y&t=48s

sábado, 3 de agosto de 2019

Caso Hermelindo da Silva


Interessante caso de tentativa de abdução do comerciante Hermelindo da Silva, de Vargem Grande (MG), em 9 de setembro de 1976.

A casuística ufológica brasileira é de longe a mais extraordinária e pitoresca de todo o planeta. Em nenhum outro lugar encontram-se tantos casos fantásticos, por vezes aterrorizantes e traumáticos, com tantos detalhes estranhos que colocam em xeque as mais diversas interpretações sobre o Fenômeno OVNI. A região norte e nordeste e partes da região sudeste parecem concentrar a maior parte destes tipos de casos. Um dos mais extraordinários é o do fazendeiro e comerciante Hermelindo da Silva, do município de Vargem Grande, na região do Vale do Rio das Velhas, em Minas Gerais. O protagonista possuía um bar à beira da estrada, na saída da cidade. Ele morava a 70 metros do bar com a esposa, seis filhos e cunhado.

Por volta das 2 horas da madrugada do dia 9 de setembro de 1976, Hermelindo se dirigia para casa, acompanhado de seu cão que demonstrava estar muito agitado. Ainda próximo do bar acendeu-se um clarão que iluminou todo o local ao mesmo tempo em que era ouvido um estranho zumbido. Acima deles havia um objeto que intensamente iluminado com aproximadamente 4 metros de diâmetro com uma espécie de buraco no fundo. Com o surgimento do objeto o cão de Hermelindo tornou-se extremamente agressivo, latindo sem parar para o objeto até receber algum tipo de choque e fugir aterrorizado.

Repentinamente a luz se apagou. Com isso Hermelindo acreditou que ela havia ido embora e correu em direção à porta dos fundos do bar com a intenção de se abrigar algum tempo por lá. Ele estava tão nervoso que não conseguiu destrancá-la. Ainda com medo ele ficou o mais perto que pôde da parede do bar, ao mesmo tempo em que tentava verificar se ainda havia alguma coisa acima do estabelecimento. Foi aí que o objeto acendeu-se novamente assustando a testemunha. Hermelindo apanhou um pedaço de madeira que estava ao seu alcance e jogou na direção do objeto. Hermelindo ouviu o barulho supondo que o mesmo havia atingido alguma superfície. Nesse momento a luz apagou-se novamente. Nesse momento o zumbido cessou e em seu lugar surgiu um silvo semelhante à de uma lamparina à gàs. A seguir ele sentiu uma pancada no ombro que o derrubou. Em pânico ele correu em direção à sua casa. A estranha luz que estava acima do estabelecimento posicionou-se a mais ou menos 8 metros acima dele. Aí aconteceu algo muito estranho.

Do objeto saíram quatro cabos com vários ganchos. Enquanto Hermelindo tentava escapar desses ganchos surgiu um pequeno ser que descia através destes cabos. Ele golpeou o ombro da testemunha que se desequilibrou e caiu. Ao cair Hermelindo reagiu e entrou em luta corporal contra a criatura. Durante uns 15 minutos o estranho ser tentou a todo custo prender o protagonista nos ganchos. Hermelindo além de se defender tentava soltar-se dos ganchos presos à ele. Em dado momento a estranha criatura passou um dos ganchos ao redor do tornozelo esquerdo de Hermelindo e subiu correndo por um dos cabos e rapiramente entrou no OVNI. Os cabos estavam sendo puxados para dentro do objeto fazendo com que a testemunha ficasse de cabeça para baixo. Hermelindo estava sendo içado através dos cabos em direção à abertura existente na parte inferior do objeto. Segundo Hermelindo ao se aproximar da abertura sentiu um calor intenso oriundo dessa abertura.

Durante toda a luta Hermelindo gritava por socorro. Seu cunhado ouviu os gritos e foi até a janela para verificar o que estava acontecendo. Ele viu o objeto subindo lentamente, com vários cabos prendendo Hermelindo ao objeto. Quando chegou à borda do orifício no fundo do OVNI Hermelindo apoiou seu pé direito na parte externa do objeto. Com isso o gancho escapou de seu pé esquerdo e ele caiu de uma altura aproximada de 6 metros sobre uma planta denominada iúca, que possuiu bordas cortantes. Mesmo cansado e machucado Hermelindo livrou-se da planta, correu até a casa abrindo a porta a ponta-pés. Ele tinha cortes por todo o corpo, o pé esquerdo estava inchado e o joelho cheio de hematomas.

Segundo Hermelindo o estranho ser tinha aproximadamente 1 metro de altura e formas humanas. Estava vestindo um uniforme cinza, de aparência dura e polida. O rosto não estava visível. Sua descrição do objeto foi limitada devido ao seu campo de observação. Durante toda a experiência a testemunha viu apenas a parte inferior do objeto. Seu cunhado que acompanhou o final da luta pela janela da casa pôde observar melhor e o descreveu como tendo forma cônica com topo redondo, deixando-o com uma aparência de sino.

No mapa de Minas Gerais, em vermelho a cidade de Vargem Grande

Hermelindo da Silva, alguns anos após o contato, reproduzindo o momento em que se abrigou à porta de seu comércio em Vargem Grande (MG)


Força Aérea dos EUA explica o que criou o clarão no céu do sul da Flórida


Aqui está um excelente artigo para saber diferenciar entre meteoros (bolas de fogo), lixo espacial e OVNIs de origem incerta…



Uma bola de fogo que brilhou no céu escuro do sul da Flórida no começo de julho, antes de explodir em pedaços com deslumbrantes caudas de longa duração, foi um pedaço de sucata cósmica, um dos 25 mil objetos rastreados pela Força Aérea no espaço.

Tratava-se dos destroços em chamas de parte de um foguete chinês CZ3, e ninguém a admiração que isso causaria aos que os viram cair na Terra logo depois das 2h.

Pelo menos duas pessoas telefonaram para o Gabinete do Xerife do Condado de Palm Beach, dizendo que havia OVNIs nos céus a oeste de Boynton. Outros achavam que talvez fosse um meteoro – parte da chuva Alfa Capricórnidas – ou aviões voando juntos demais.

David Larenas, que estava dirigindo pela Estrada Hypoluxo, a oeste de Lantana, disse sobre quando notou o céu aceso:


Eu nem tinha certeza do que estava vendo. Parecia algo saído do cinema com essa bola de fogo e uma longa cauda que era como uma nuvem.

O major Cody Chiles, porta-voz do Comando do Componente Espacial da Força Conjunta, confirmou que as luzes eram do foguete chinês voltando à atmosfera na parte sudeste do país. O site Satview.org mostrou a reentrada às 2h16 da manhã.

Larenas ainda disse:

Em um ponto eu pensei sobre o filme Impacto Profundo, porque estava indo para o leste e eu estava tipo, nós vamos ser atingidos um tsunami.

Impacto Profundo é um filme de 1998, onde parte de um cometa cai no oceano, criando uma onda gigante que destrói a costa oriental dos EUA.

Mike Hankey, o gerente de operações da American Meteor Society, disse que estava “100% seguro” de que as luzes estavam destroçadas na atmosfera.

Vinte e três pessoas de Saint Augustine até Key West registraram o avistamento do lixo espacial no site da AMS.

Hankey ainda disse que o lixo espacial tem várias características que os meteoros não têm, inclusive que ele se move mais lentamente pelo céu e há mais fragmentação.

Ele informou:

Basicamente, cada pequena porca ou parafuso em um satélite ou motor de foguete vai se transformar em uma bola de fogo no céu, então isso tem uma aparência muito distinta.

Muitas pessoas viram ou fizeram vídeos porque isto ficava no céu por tanto tempo. Isso lhes deu tempo suficiente para retirar seus celulares e registrar, o que raramente acontece com bolas de fogo naturais


Fonte
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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Ovnis o céu de Parnamirim, RN

Professor Edvaldo Gomes testemunha dos avistamentos.

Registros em vídeo realizado pelo professor Edvaldo Gomes da cidade nordestina de Parnamirim (RN), onde desde o final do ano passado, ele tem filmado ovnis sobre o bairro Vale do Sol, os registros a seguir incluem filmagens originais e reportagens de TVs locais.

                     Dezembro de 2012, reportagem:

               Dezembro de 2012, filmagem original:

                     Abril de 2013, reportagem:




Abril de 2013, filmagem original:


Agosto de 2013, reportagem:


                Agosto de 2013, filmagem original:


FONTE: Professor EDVALDO CORREIA HONORATO GOMES
Matemática Licenciatura Plena - UFRN
Matemática Bacharelado - UFRN 

Fonte