No ano de 1999, sobre a Lagoa Alalay na cidade de Cochabamba, constantes
avistamentos eram presenciados por moradores das imediações desta
lagoa. Por várias vezes os mesmos tentaram contactar redes de tvs locais
que em sua grande maioria ignoraram os fatos, somente indo ao local uma
equipe de tv do canal boliviano Red Uno, que na noite de 30 de março de
1999, dirigiu-se a residência da família Balboa, que persistentemente
pedia o comparecimento da equipe de tv para captar as imagens do que
eles já vinham presenciado. Nas imagens abaixo e do vídeo, pode-se
observar objetos luminosos de cor branca, que fazem evoluções sobre o
local e expelem deles próprios outros objetos, que separam e aumentam
seu tamanho.
Luz começando a expelir outra
Objetos realizando evoluções.
Na mesma noite, ao norte do local dos avistamentos, uma outra pessoa fez
imagens com uma câmera de um outro objeto que realizava evoluções, para
depois se elevar em grande velocidade deixando uma esteira na sua parte
inferior. Todas as imagens foram levadas à um grupo de militares da
Força Aérea Boliviana, incluindo pilotos, que ficaram estupefatos com as
imagens sem darem uma explicação plausível ao caso. O observatório da
cidade de La Paz, depois de analisar as imagens, assegurou se tratar de
um fenômeno que merecia maiores investigações.
Militares assistindo ás imagens estupefatos.
Devemos salientar que no ano de 1999, não haviam drones militares e nem
cívis na América do Sul, existindo somente em países de grande potências
militares, como é o caso dos Estados Unidos.
A afirmação do título acima é de Helenice Rodrigues, estudiosa de
assuntos extraterrestres em Jundiaí e região. Em 1997, durante a segunda
das quatro ondas ufológicas, ela foi uma espécie de ‘tradutora’ entre
os donos da fazenda onde o fenômeno foi observado, imprensa e moradores.
Helenice foi quem tentou explicar, sob a ótica da ufologia, o que
aconteceu no dia 26 de abril daquele ano, uma das aparições mais
significativas já registradas na região.
Os avistamentos ocorridos na propriedade de Roque Ming não foram os únicos em Itupeva?
Em meus relatórios ufológicos consta que houve quatro “ondas ufológicas”
em Itupeva entre os anos de 1996 ao ano 2000. A primeira, iniciando no
dia 21 de janeiro de 1996, um dia após o caso ufológico ocorrido na
cidade de Varginha, Minas Gerais. Foi no bairro Santa Elisa, quando
observaram luzes de cor amarela que piscavam intermitentemente, vindas
de um Ovni que pairava nas imediações da divisa de Itupeva com
Indaiatuba, na direção de um morro. A aparição foi rápida e, como em
fuga. O objeto sumiu por detrás do morro. Inúmeras pessoas confirmaram
que o fato não era novo e sempre viam aparecer uma luz como se fosse uma
bola de fogo que subia e descia no interior de uma mata ali existente.
No dia 22 e janeiro de 1996, por volta das 2h00 da madrugada, dois
moradores do bairro Pinheiros observaram uma forte luminosidade parada
sobre a cidade de Itupeva, de cor amarela que alternava para a cor verde
e vice-versa. De repente eles viram um Ovni de forma arredondada que se
deslocou em velocidade incrível por detrás de um morro.
Dia 26 de dezembro de 1996, um Ovni vindo da direção da Serra do Japi em
Jundiaí, parou sobre a minha casa, na rua Xisto Araripe Paraíso,em
Itupeva. Ele atendeu aos nossos pedidos. Foi o suficiente para chamarmos
as pessoas de casa que o observaram, e neste momento, eufóricas, eu e
uma das minhas sobrinhas-neta, erguemos os braços saudando-os. Parecia
um fusca no céu. Logo depois ele continuou sua trajetória em direção ao
bairro de Monte Serrat. Acreditamos ser o mesmo objeto que desceu lá,
quatro meses depois.
A segunda onda ufológica abrange o caso de Monte Serrat, em abril de
1997, e bairro Medeiros, em Jundiaí, paralelamente, com o relato de uma
senhora que viu uma nave, em pleno dia, vindo da Serra do Japi, passando
sobre a casa dela e indo em direção à Itupeva. Faz parte dessa onda
ufológica, também, o caso do Ovni que foi avistado na cidade de
Indaiatuba, limite com Itupeva, com uma reportagem específica sobre esse
caso , de página dupla, no Jornal Expressão de Indaiatuba, e que
repercutiu em toda a cidade. A reportagem é datada de 26 de abril
daquele ano, mesma data do caso de Monte Serrat. Faz parte dessa onda
ufológica também, o caso de um Ovni (que deve ser o mesmo), emitiu um
raio de luz, a uns 50 metros de distância do quarto de uma amiga e fez
uma marca no seio dela. Voltou outra vez na mesma semana e deixou marca
na grama no seu quintal. Nossa amizade surgiu depois que ela soube do
caso de Itupeva e nos procurou para relatar o caso dela, na vizinha
cidade de Indaiatuba. Temos a foto do seio dela com a marca.
A terceira onda ufológica iniciou na véspera do meu aniversário, 16 de
agosto de 1997, quando um Ovni ficou sobre a cidade de Itupeva, e
permaneceu por uns 20 minutos deixando cair resíduos que julgamos ser o
que queimou o pasto em Monte Serrat, no dia 26 de abril. Quando pensamos
que poderia ser um balão, ele voltou novamente, num outro dia, no mesmo
local e da mesma maneira, relatado por uma vizinha. Outros depoimentos
sobre avistamentos ocorreram e foram relatados por pessoas que
trabalhavam muito cedo e avistavam objetos cruzando os céus de Itupeva
por volta das 5 horas da madrugada. O repórter do Jornal Expressão de
Itupeva, naquela época era o Valcyr Moraes que acompanhou todas essas
ocorrências e quem divulgou no jornal também. (A ilustração acima,
retrata objeto que Helenice e grupo dela observaram no Condomínio Eloy
Chaves, Serra do Japi, no dia 4 de novembro de 1992).
A quarta onda ufológica foi de 1998 ao ano 2000, com muitas ocorrências
estranhas, avistamentos e uma filmagem de luzes sobre a cidade que não
temos em nosso poder. Novamente, foram relatados ocorrências de
madrugada, quando viam um Ovni sobre a avenida Itália, em Itupeva, e
duas ocorrências relatadas por vizinhos que viram por duas noite
seguidas um objeto luminoso sobre a minha casa, em Itupeva, em 2000.
Deixei a cidade em 2005. Voltei para Jundiaí…
O que a senhora lembra do caso de Monte Serrat?
Helenice(foto acima) – Foi num sábado, por volta das 24h45 , num sábado.
A família de Roque Ming estava voltando da festa de um casamento,
quando uma luz avermelhada chamou a atenção da esposa dele. Uma nova luz
apareceu mais tarde quando estavam na varanda, antes de dormirem. O
casal Ming disse à reportagem, na época, que viram luzes coloridas
girando lentamente a uma certa altura do solo, quando viram descer
quatro seres vestidos com capas brancas, os quais andavam em volta da
nave com dificuldade. Ouviram suas vozes estranhas de longe e depois ao
lado do quarto deles, quando já estavam deitados, com muito medo. Foi
feito teste de vozes, pelo ufólogo já falecido Arismaris Baraldi Dias,
de São Paulo, que chegou à conclusão de que as vozes humanas não podiam
ser ouvidas naquela distância, sendo que as pessoas do sítio vizinho
também não ouviram.
Importante lembrar ainda, que houve blecaute em Itupeva, e em várias
cidades antes da ocorrência ufológica em Monte Serrat. São testemunhas,
dois vizinhos do sítio Três Irmãos, localizado atrás do local do fato,
que confirmaram para um repórter de Jundiaí, na minha presença, que
viram duas luzes brancas rodeadas por focos vermelhos, as quais se
acoplaram e desceram sobre o morro. Disseram também não terem ouvido
vozes dos 16 rapazes que afirmaram aos repórteres do Jornal O Estado de
São Paulo terem feito fogueira no local.
Foto: Paulo Romeu da Silva
Os Ovnis deixaram marcas no pasto?
No dia seguinte, o proprietário foi até local de manhã e viu um círculo
queimado com quatro pontas, uma grande quantidade de pó branco, fino,
parecido com cinzas. Outra descrição foi feita por um repórter do jornal
Correio Popular de Campinas, de 30 de abril: “No lugar existe uma marca
de 10 metros de diâmetro desenhada no capim amassado, tendo no centro
do círculo uma esfera menor, com cerca de 1 metro de diâmetro e coberto
por um pó de cor branca, algo parecido com cinzas, porém sem cheiro e de
textura mais fina. Sob a camada de cinzas o chão foi queimado.”
Quais as reações das testemunhas? O que contaram?
O fotógrafo Paulinho, do Jornal Expressão, já extinto, foi o primeiro a
fotografar o local e ele relatou que encontrou uns caroços brancos que
se desfaziam entre seus dedos quando ele tentava trazer para nós,
juntamente com as amostras dos materiais recolhidos no local da marca.
Ele afirmou que não encontrou nenhum vestígio de que havia gente no
local, nenhuma lenha queimada, etc.
Como a senhora ficou sabendo do caso?
Pelo repórter Paulinho, que trouxe as amostras dos materiais recolhidos
no local queimado, logo no domingo, de manhã, do dia 27 de abril de
1997. Nesse mesmo dia, à tarde, fomos à fazenda com o Grupo Renascendo
de Jundiaí e fotografamos o local, trazendo mais amostras e um material
que eu recolhi com as mãos, de cor preta, grosso, bem debaixo das cinzas
brancas e que ainda estava quente. Depois, esse material, em contato
com o flash do fotógrafo do jornal Correio Popular, em minha residência,
sofreu uma metamorfose, das 13 às 17 horas: da cor preta para a cor
cinza e virou pedregulhos. Essa foi a maior prova para mim(foto abaixo)!
A senhora mandou as amostras da vegetação e do terreno para exames?
Como era muito caro obter as análises, depois de três anos, conseguimos
que uma pessoa que trabalhava na Unicamp fizesse gratuitamente as mesmas
com as amostras que enviamos e que foram recolhidas no local da
ocorrência ufológica.
O que concluíram?
Bem, pelo título do laudo: “Materiais Encontrados em Campo de Pouso de
Naves Extraterrestres”, concluí que era uma prova de que não foi
fogueira, como afirmavam os evangélicos. O referido laudo especificou
cada elemento encontrado na composição dos materiais: silício(61,61%);
alumínio(26,23%); potássio(8,5%); ferro(7,28%); cálcio (4,36%) e
titânio(0,76%). Há também, possivelmente, alguns elementos leves como
carbono e oxigênio…
Por que o laudo não foi assinado?
A pessoa que forneceu o laudo não assinou o mesmo e ainda pediu-me para
eu não divulgá-lo na íntegra; autorizou somente a divulgação da
composição dos materiais. Depois de alguns anos é que decidi fazer a
divulgação do restante.
Ele se enquadra num avistamento, num contato de qual grau?
O caso de Itupeva classifica-se como contato de segundo grau, pela marca
no solo durante quase dois anos e ainda pelos materiais analisados na
Unicamp. E de terceiro grau também, por ter supostamente aparecido seres
que andavam com dificuldade em volta do Objeto e ainda emitindo
estranhas vozes, ouvidas pelo casal.
O elenco de Artistas de Tra-la-l Show foram surpreendidos em 23 de
Outubro de 2005, às 00:45 horas com a presença de um OVNI que voava
perto de Caihuasi. A trupe estava a de 36 quilômetros de distância de
Oruro. A artista Cecilia Traves disse "Observamos uma reflexão sobre o
lado direito do ônibus e comentou sobre o quão bonita a lua Estava. A
lua estava do outro lado do ônibus".
"Foi um globo vermelho brilhante que cegou os olhos e iluminando dois
quilômetros além das montanhas, foi realmente extraordinário Foi uma
cena que eu nunca tinha visto antes em toda a minha vida", disse Manolo.
Meu filho disse.." Foi um UFO! Na verdade, o reflexo do objeto era tão
grande que não podia-se acreditar". Traves afirmou que o objeto voador
movia-se para cima e para baixo e no centro parecia um incêndio. Após
alguns minutos, o ufo ou o que quer que seja, desapareceu . O canal de
televisão local havia relatado um objeto semelhante, que foi visto por
outras pessoas.
O primeiro avistamento ocorreu em 08 de julho de 2006, exatamente às
15h30, quando o grupo de instrutores de vôo livre – que tem sua sede no
alto do Morro do Voturuá, localizado na divisa entre Santos e São
Vicente – viram uma formação aérea com dezenas de esferas brancas que
simplesmente surgiram do nada no céu. O caso, no entanto, só foi
comunicado ao GEUBS recentemente, sendo investigado pela entidade logo
em seguida.Essa primeira aparição foi registrada em vídeo pelo instrutor
de vôo duplo Tuffy Elias Junior, 47 anos, piloto de grande experiência
certificado pela Associação Brasileira de Vôo Livre, além de recordista
sul-americano de vôo em distância. “O curioso é que a olho nu não se
podia ver tantas bolas, mas através do zoom da filmadora consegui
observar que existiam centenas daqueles estranhos objetos no céu”,
declarou Tuffy. A parte mais interessante das filmagens feitas por ele
são exatamente três esferas que permanecem fazendo algumas evoluções no
céu, se aproximam umas da outras e formam um triângulo perfeito no ar,
desfazendo-se logo em seguida e ficando exatamente uma ao lado da outra
formando uma linha reta.
“Esses são movimentos que jamais poderiam ser resultantes da ação do
vento pois, enquanto aconteciam, as outras esferas permaneciam
estáticas”. Não foi a primeira vez que o professor teve avistamento
ufológico. A primeira foi em 1973, quando viu uma pequena luz no céu
noturno, que começou a se locomover e parecia uma estrela cadente. Pouco
depois, no entanto, Tuffy percebeu que ela passou a fazer evoluções no
ar e deslocamentos totalmente diferentes de qualquer fenômeno natural.
“Ela se locomovia para logo em seguida parar. Depois voltada a andar de
um ponto para outro numa velocidade impressionante”. A outra experiência
de Tuffy foi em 1980, quando estava no Restaurante Terraço, no alto da
Ilha Porchat, em São Vicente. Ele observou uma bola muito luminosa que
se deslocava lentamente pelo horizonte. “Várias pessoas viram aquilo.
Até os garçons pararam de atender os clientes e ficaram olhando aquela
bola, que em seguida jogou um raio de luz azulada em direção ao mar,
como se tivesse soltado algo naquele local”, afirmou.
O segundo caso brasileiro de flotillas que se conhece até o momento
ocorreu em dezembro de 2006, por volta das 13h30, com céu claro e na
mesma região já citada. Dessa vez, o instrutor de vôo Eládio Manoel do
Nascimento, 51 anos, que também estava presente e testemunhou o primeiro
caso, observou abaixo das nuvens – a cerca de 1.500 a 2.000 m de
altitude, segundo sua estimativa – duas esferas enormes, cada uma do
tamanho de um carro. “Elas eram brancas e giravam em torno uma da outra,
simetricamente. E permaneceram naquele movimento por cerca de uns cinco
minutos, até entrarem em uma nuvem e simplesmente desaparecerem do
campo de visão”, declarou Nascimento.
A terceira ocorrência aconteceu mais recentemente, em janeiro de 2008,
chegando ao conhecimento dos ufólogos. “Essa aparição realmente parecia
uma invasão. Os objetos formaram três nuvens de esferas no céu. Era um
domingo, o morro estava repleto de turistas na rampa [De decolagem] e
todos testemunharam aquilo”, afirmou Nascimento. Ele contou à Equipe
GEUBS que, junto dos colegas de vôo, tentou contar quantas esferas havia
no ar. “Mas acabamos nos perdendo porque havia mais de 500 delas no
céu. Elas foram aparecendo aos poucos e se juntando, até formarem os
três grupos”, disse. Outra testemunha desta ocorrência foi Wagner
Rodrigues Lopes, 29 anos, técnico em telecomunicações. “Eu vi a filmagem
daquela frota de objetos no Peru, no site Youtube, e vi que era
exatamente igual à que apareceu por aqui”, garantiu Lopes.
Durante a observação do fenômeno, Nascimento ligou para o comandante do
Helicóptero Águia, da Policia Militar de São Paulo, que fica pousado na
Base de Praia Grande, para relatar o fato. Foi atendido pelo tenente
Rodrigues, que o informou que nada podia ser visto a partir daquele
destacamento militar. Em seguida, Nascimento ligou também para a Base
Aérea de Santos e falou com o oficial de plantão, que levantou a
hipótese de se tratarem de balões meteorológicos. Ao ser informado pelo
instrutor de vôo que havia no céu centenas de esferas de cor alumínio, e
ao saber que a testemunha tinha conhecimento de meteorologia, o militar
voltou atrás. Nascimento declarou ao plantonista da base que naquele
momento o vento estava na direção sul, o que foi confirmado pelos
equipamentos da base, mas que os objetos estavam em direção norte,
voando contra o vento.
“Não é coisa desse mundo”. Enquanto falava com Nascimento, o oficial de
plantão da Base Aérea de Santos chegou a entrar em contato com uma torre
de controle de vôo, que a testemunha não soube qual era, e perguntou se
estavam sendo registrados objetos estranhos pelo radar. A detecção foi
negada, conforme ouviu o instrutor do outro lado da linha. Mediante a
negativa, Nascimento disse ao militar da base que aquilo que estava
acontecendo “não era desse mundo”. Espantosamente, o plantonista
concordou: “não deve ser mesmo”. O avistamento durou cerca de 30
minutos, até que a maioria das esferas foi subindo até desaparecer,
restando apenas quatro, que começaram a formar a letra Z no céu e logo
depois um V. Wagner e Eládio também viram as flotilhas no Morro do
Voturuá.
Os instrutores de vôo livre do Morro do Voturuá jamais irão esquecer a
observação daquelas estranhas esferas brancas naquela tarde ensolarada,
que surgiram misteriosamente no céu do litoral. Eles acreditam que o
fato voltará a acontecer, e continuam com olhos atentos e à espera de
novas flotillas. Wallacy Albino é presidente do Grupo de Estudos
Ufológicos da Baixada Santista (GEUBS), funcionário público e consultor
da Revista UFO. É autor do livro O Mistério dos Círculos Ingleses
[Código LIV-012 da coleção Biblioteca UFO]. Seu e-mail é:
wallacyalbino@uol.com.br e site: www.geubs.com.br.
Casal Omena Farias, e sua filha, protagonistas do caso
Encontro com UFO causa distúrbios físicos nas testemunhas - Quatro
pessoas - três adultos e uma menina - Viajavam num corcel branco, de
Brasília para Cachoeira do Itiquira, proximidades de Formosa (GO),
quando foram seguidas durante cerca de uma hora por um objeto voador não
identificado (OVNI).
Introdução
O avistamento ocorreu por volta das 19 horas do dia 19 de fevereiro
ultimo (N. E.: ano de 1977), sábado de carnaval, provocando verdadeiro
pavor nos ocupantes do automóvel. Essas pessoas apresentaram reações
físicas extremamente curiosas antes e depois da ocorrência. O caso esta
sendo pesquisado pela Associação Brasiliense de Pesquisa e Cultura, que
nos enviou relatório detalhado, bem como as fotos que ilustram esta
reportagem.
Naquela data, o casal Moab Omena Farias e Ailza Farias, acompanhado da
filha Glaucia Suzy, de oito anos, e de Moacir Omena Farias, irmão de
Moab, percorria a estrada de Itiquira, onde pretendia passar os feriados
de carnaval. Os Farias tem por habito organizar acampamentos em fins de
semana.
A noite estava fria, e o céu estrelado, quando perceberam que estavam
sendo seguidos por um objeto luminoso que voava aproximadamente na
altura de um avião. De repente, o aparelho desceu verticalmente, sempre
acompanhando o carro e, algum tempo depois, voltou a descer, desta feita
permanecendo a uns 60 metros de altitude.
As testemunhas puderam então ver que se tratava de um disco, do tamanho
aproximado de um ônibus, na forma de um chapéu com abas, tendo na parte
superior luzes de cores variadas, e, na parte inferior, uma luz única em
toda a sua volta. Essa luz foi descrita como "semelhante a um rodapé",
de cor vermelho-alaranjada; emitia luz de intensidade muito forte, que
iluminava toda a região ao redor. Foi então observada uma espécie de
"porta", alta e estreita, na lateral do aparelho, porta essa que depois
desapareceu. Nessa aparicão, o UFO parecia estar envolvido por uma nevoa
acinzentada. Em seguida, ele sumiu, para, dali a cinco minutos,
reaparecer numa curva da estrada. Nesse lugar, de repente, o aparelho
ali ,estava, inclinado, com a parte inferior voltada para o automóvel, e
emitindo flashes rápidos e fortes sobre os ocupantes do carro.
Representação da aproximação do objeto em relação ao carro
Permaneceu parado, a uns 20 metros de altura, e aproximadamente 15
metros do carro, quando os jatos luminosos atingiram intensamente os
passageiros, principalmente os dois sentados no banco dianteiro.
Segundo as palavras de dona Ailza, a estrutura externa do UFO era
semelhante à um "casco de jabuti" ou a "uma caldeira de usina de açúcar
antes de ser usada".
O PÂNICO DAS TESTEMUNHAS
O objeto permaneceu silencioso durante todo o tempo, a exceção de,
alguns segundos antes de ter desaparecido pela primeira vez, ter emitido
um som semelhante ao espocar de uma metralhadora.
Os ocupantes do Corcel foram tomados por intenso pânico ante a
aproximação do UFO. Conta Moab Omena Farias que é contabilista na
capital federal: "Senti medo, desespero. Quando nos deparamos com ele,
na curva do caminho; pensei que iam pousar e nos raptar. Então, disse
para minha mulher que se descessem eu ia atirar o carro em cima deles. O
motor do carro parou nesse momento. A luz ofuscava a vista, e os
flashes que emitia eram quase insuportáveis. De repente na mesma posição
em que encontrava, ali parado, foi embora, e então me deixei cair no
volante. o joelhos tremiam e, por uns dez mi nutos, ali me deixei ficar,
olhando para o ponto onde o disco tinha estado, sem conseguir falar nem
me mover.
Desenhos representando o objeto observado
CONSEQÜÊNCIAS DO AVISTAMENTO
Eis parte do depoimento de dona, Ailza Farias: "Eu estava apavorada e já
tinha chamado varias vezes atenção de Moab para aquela luz, ele me
chamou dc boba, dizendo que aquilo devia ser um holofote ou um avião.
Mas quando o objeto chegou mais perto de nós e ele pode ver que não era
um avião, então ficou calado. Minhas pernas começaram a pesar como se
fossem de chumbo foram ficando dormentes e parecia ter um formigueiro em
minha pele, em toda a extensão das pernas. Comecei a sentir náuseas,
minha cabeça deu a impressão que foi ficando vazia e fui me sentindo
diferente. Ai comecei a gritar, de medo, porque sabia que eles iam nos
raptar, a mim e a meu marido.. "
Também Moacir Farias, comerciário, conta o que sentiu ante o UFO: "Senti
algo muito estranho, mas não quis contar para o pessoal; parecia que
havia algo pesado em cima do peito, e naquela noite não pude dormir
problema que nunca tive antes.
Quanto a menina Glaucia, disse: 'Ele era redondo, e eu tive medo comecei a chorar. Nunca mais quero ver outro disco voador".
A partir do encontro com o objeto, o automóvel dos Farias teve suas
lanternas dianteiras e traseiras queimadas. Depois que ele desapareceu,
os quatro permaneceram por cerca de 10 minutos sem pronunciar uma única
palavra. Continuaram a viagem e, logo depois, ao chegar ao acampamento a
que se destinavam, não conseguiram dormir; fato inédito, já que nenhum
deles jamais tivera esse problema; a própria menina também não conseguiu
dormir. As 4 horas da madrugada, Moab. vendo que continuavam todos
muito nervosos, decidiu ouvir um pouco de musica para relaxar os nervos.
Mas o toca-discos não funcionou. Ao examinar as pilhas, Moab verificou
que estavam se desmanchando, ou seja: delas saía um líquido e estavam
maleáveis, quase flácidas, o metal deixava restos de tinta nas mãos;
infelizmente, sem associar o fato com a ocorrência do UFO, jogou as
pilhas fora. A seguir, Moab observou que suas pernas estavam inchadas,
das coxas para baixo.
Chamou a atenção da esposa, a qual verificou que também estava inchada,
porem da cintura para baixo. No dia seguinte, dona Ailza teve
hemorragias pelo ouvido direito e pelo nariz; foi vitima também de
náuseas e vômitos que duraram cerca de quinze dias, alem de falta de
apetite e outros sintomas de desequilíbrio orgânico, como insônia. Ela
foi submetida a exame ginecológico de rotina, e seu estado foi
considerado, do ponto de vista clínico, perfeitamente normal. Tem agora
que fazer uma serie de exames de laboratório para complementação do
diagnostico medico.
CONTROLE MÉDICO
Já Moacir Omena Farias, desde o dia 19 de fevereiro, vem sofrendo de
tonturas e vertigens, o que jamais sentiu em toda a sua vida. É curioso
notar que o casal Farias reside em Brasília, na Superquadra Sul 205, a
mesma superquadra em que foi fotografado por Eduardo Stuckert, antes do
carnaval, um objeto luminoso, e cujo material foi publicado pelo jornal
Correio Brasiliense.
Este caso e um dos mais interessantes já ocorridos na região de
Brasília, área de freqüentes avistamentos de UFOs. Como nos escreveu
Maria de Fátima Machado, diretora do Departamento de Ufologia da
Associação Brasiliense de Pesquisa e Cultura, ele ainda esta longe de
ser encerrado, já que as testemunhas permanecem ainda sob controle
medico, para averiguação dos problemas causados pelo encontro.
O saudoso Dr. Olavo Teixeira Fontes , médico, faleceu vítima de cancer, a
9 de maio de 1968; era um pesquisador paralelo de grande renome ,
representante da A.P.R.O. dos Estados Unidos no Brasil. Ele recebeu um
dia , de um dos seus amigos jornalistas do Rio, uma carta que iremos
descrever; ele havia decidido que descobriria quem a havia escrito. . . a
morte não lhe deu tempo para o fazer.
A 17 de maio de 1958 , meu amigo João Martins, que publicou naquela
época , na revista “O Cruzeiro”, uma série de artigos sobre a “onda”
brasileira de Ovnis de 1957, recebeu a seguinte carta datada de 14 de
maio de 1958.
“Caro senhor João Martins.
Lí seus artigos e desejo cumprimenta-lo
Eu creio na existencia dos pseudo “discos-voadores” porque fui
testemunha de um incidente que aqui relato. Não sei se irá me acreditar,
mas lhe juro que tudo o que contarei será apenas a verdade. Sou pobre
mas honesta, não mencionarei os nomes verdadeiros , mas o senhor me
compreenderá.
Meu nome é Anázia Maria ( nome trocado a pedido da autora) , tenho
trinta e sete anos e vivo atualmente no Rio de Janeiro. Trabalhei na
casa do Sr. X ( meu antigo patrão) até dezembro de 1957; é um homem rico
de nossa cidade e lhe peço desculpar por não citar seu nome.
A filha de meu patrão sofria de câncer no estômago. Ela sofria bastante ,
e eu fui empregada para servir como um tipo de governante e
principalmente para dar uma assistencia à srta. Laiz, a filha doente.
Ela se submeteu a vários tratamentos, mas os médicos declararam que não
havia esperança. Em agosto de 1957 meu patrão mandou toda sua familia
para uma pequena fazenda perto de Petrópolis, esperando ver sua filha
melhor sob esse bom clima, mas os dias passaram e nada aconteceu. Ela
não podia nem se alimentar, seus sofrimentos eram horriveis e davam-lhe
diariamente injeções de morfina.
Na noite de 25 de outubro , eu me lembro bem, as dores da srta. Laiz
foram terriveis, as injeções sem efeito, pensavamos que ela fosse
morrer, meu patrão chorava num canto, quando subitamente uma forte luz
clareou o lado direito da casa ( da pequena fazenda perto de
Petrópolis). Estavamos reunidos no quarto da srta. Laiz , cuja janela
estava situada exatamente no lado direito, e a unica iluminação era uma
pequena lampada de cabeceira. Subito, havia tanta luz como se o facho de
uma lanterna tivesse apontado para o interior do quarto.
Seu Julinho, o filho do meu patrão, foi o primeiro a correr à janela e
viu o disco. Ele não era muito grande , e eu não tenho instrução
suficiente que me permita dizer quais eram seu diametro e a sua
largura. Eu sei apenas que ele não era muito grande, a parte superior
estava envolvida por uma luminescência amarela avermelhada, e
bruscamente uma porta automática se abriu e dois pequenos seres sairam.
Eles se dirigiram à casa e um outro ser ficou na porta do disco.
Anoiteceu, e no interior, pela porta, via-se uma luz ligeiramente
esverdeada como se vê nos night-clubs.
Os homens entraram na casa; eles eram baixos, podendo ter 1,20 m de
altura, mais baixos que o filho mais novo do meu patrão que tinha dez
anos. Eles tinham cabelos longos até os ombros, loiros-ruivos, pequenos
olhos rasgados como o dos chineses, mas de uma cor verde vivo. Tinham
alguma coisa nas mãos , eu penso que eram luvas; seus trajes eram
brancos e pareciam espessos . O traje era branco, mas o peito , as
costas e os punhos brilhavam — eu não sei como explicar. Eles se
aproximaram do leito da Laiz, que gemia de dor, os olhos grandes abertos
e não entendendo nada do que se passava ao seu redor. Ninguem se mexia
ou falava, numa terrivel tensão. Eu estava no quarto com o Sr.X e a sua
esposa , o Sr. Julinho e sua esposa e Otavinho que era o filho mais novo
de dez anos de meu patrão.
Os homens olharam-se silenciosamente e pararam ao lado da cama de Laiz,
puseram as coisas que traziam sobre o leito, fizeram um gesto ao Sr. X ,
e um deles colocou sua mão sobre a fronte do Sr. X, que começou a lhes
contar todo o caso de Laiz, sua doença tudo por telepatia. O quarto
estava mergulhado num absoluto silencio . Então os homens começaram a
iluminar o ventre da srta. Laiz com uma luz branca azulada , que
mostrava todo o interior ; nós vimos tudo que se encontrava dentro do
ventre da jovem. Com um outro instrumento, que emitia um som estridente,
“ele” o apontou na direção do estomago de Laiz , e pudemos ver a úlcera
do estomago. Esta operação durou quase meia hora. A srta. Laiz
adormeceu e eles saíram; mas antes de deixarem a casa, comunicaram ao
Sr. X, por telepatia, que ele deveria dar um medicamento durante um mês;
depois eles lhe deram uma esfera oca de aço, e dentro encontramos
trinta pequenas pilulas brancas; eram os comprimidos para tomar, um por
dia, e ela seria curada.
A srta. Laiz foi realmente curada, e o Sr. X, segundo o acordo que lhe
fez com aqueles homens, evitou qualquer publicidade . Em dezembro ,
alguns dias antes que eu deixasse a casa, a Srta. Lazi voltou ao seu
médico , que verificou que seu cancer havia sido curado. Deixei a casa,
mas prometi guardar segredo. Se o caso for mencionado em seus artigos,
não terá consequencias porque jamais citarei os nomes. Mas eu lhe juro
que tudo aconteceu realmente; minha querida Laiz estava condenada a
morrer de um cancer no estomago e , quase no fim , ela foi salva por um
instrumento que parecia uma lanterna que emitia raios que “dissolveram” o
cancer e ela sarou. E esses homens fizeram muitas coisas deste tipo à
pessoas da Terra , para nos mostrar que não devemos teme-los. Eles
salvaram a Srta laiz, e na mesma noite retornaram ao disco e partiram
para sempre.
Confidencialmente, eles são verdadeiramente de Marte e vêm aqui para
procurar magnésio , que esta acabando em seu planeta, e este magnésio é
utilizado na fabricação de naves espaciais. Eles não tem intenção alguma
de agredir as pessoas da Terra; eu sei isto porque ouvi o que o Sr. X
disse à sua familia. Por favor, não me ponha numa má situação; ao se
mencionar o caso, não diga jamais em seus artigos que foi Anásia Maria
quem lhe contou. Não quero passar por chantagista ou ficar numa posição
ruim diante de meu antigo patrão. Eu simplesmente lhe contei tudo isso
para ajuda-lo em suas pesquisas sobre o problema.
Obrigada por sua atenção.
Anásia Maria
A correspondente era, evidentemente , uma pessoa pouco culta mas, apesar
disso , sua carta é vivente. Apesar dos seus muitos erros que eu tentei
atenuar reescrevendo a carta, ela reconta sua
história tão bem que podemos quase reviver a cena como se lá
estivessemos presente; para mim isto significa que a carta foi escrita
com emoção ; uma emoção de qualquer coisa que pode realmente ter
acontecido.
Extraido do livro Primeiras investigações sobre os Humanóides Extraterrestres de Henry Durrant – Hemus – 1980
Uma mulher de Concepcíon, na capital, se comunicou com o jornal local,
Tiempo de San Juan para contar um avistamento muito chamativo que teve
junto aos seus vizinhos no sábado 22/12/2012: "Estava ao entardecer
quando uma grande bola de fogo que depois se converteu em luz e caiu,
causando pânico".
"Meu marido saiu para trabalhar e me avisou que havia algo no céu,
quando sai, olhei primeiro e vi uma bola de fogo, depois uma luz como
uma estrela cadente muito grande que seguiu caindo não podendo em
senguida ser vista mais".
Disse ainda que tudo havia durado mais de 10 minutos e que em princípio
acharam tratar-se de um meteorito, mas que depois esta teoria foi
descartada e depois se inclinaram mais por se tratar de um ovni pelo
tempo da observação.