sexta-feira, 19 de julho de 2019

Avistamento de Ovnis na Califórnia, EUA em 01 de Janeiro de 2014

Objetos voadores não identificados foram vistos em várias localidades da Califórnia na noite de ano novo. Os principais informes surgiram em Placer county e Hollywood Hills, mas em outros locais aconteceram avistamentos. Em Auburn, Terry e Hans Mauth observaram um grande objeto com formato oval, que dispunha de uma luz brilhante e flutuou sobre sua vizinhança antes de acelerar e desaparecer. Terry descreveu: "Não havia som algum, isso foi estranho. Somente essa forma grande e iluminada".

Em Sacramento, Steven Brown observou um UFO semelhante sobre o parque Belle Cooledge. Descreveu seu comportamento da mesma forma, tendo o objeto flutuado por alguns instantes, e depois se evadindo rapidamente. Kaye Pinlac de Stockton afirmou ter visto vários objetos brilhantes em formação de diamante ou triangular, que depois se separaram. Alguns afirmaram serem balões os objetos, contudo Terry Mauth refuta essa explicação, dizendo que eram muito grandes e se moviam muito rápido. Em Oregon e na Flórida várias pessoas informaram terem visto objetos similares, conforme nas reportagens apresentadas nos links abaixo.






Novo método pode resolver a dificuldade de medir a expansão do Universo

Impressão de artista da explosão e do surto de ondas gravitacionais emitidas quando um par de estrelas de neutrões superdensas colidem. Novas observações com radiotelescópios mostram que estes eventos podem ser usados para medir o ritmo de expansão do Universo.
Crédito: NRAO/AUI/NSF

Usando radiotelescópios da NSF (National Science Foundation), os astrônomos demonstraram como uma combinação de observações de ondas gravitacionais e rádio, juntamente com uma modelagem teórica, pode transformar as fusões de pares de estrelas de neutrões numa "régua cósmica" capaz de medir a expansão do Universo e resolver uma questão pendente sobre o seu ritmo.

Os astrônomos usaram o VLBA (Very Long Baseline Array), o VLA (Karl G. Jansky Very Large Array) e o GBT (Robert C. Byrd Green Bank Telescope) para estudar as consequências da colisão de duas estrelas de neutrões que produziram ondas gravitacionais detetadas em 2017. Este evento fornece uma nova maneira de medir o ritmo de expansão do Universo, conhecido pelos cientistas como a Constante de Hubble. O ritmo de expansão do Universo pode ser usado para determinar o seu tamanho e idade, além de servir como uma ferramenta essencial para interpretar observações de objetos noutras partes do Universo.

Dois métodos principais de determinação da Constante de Hubble usam as características da radiação cósmica de fundo em micro-ondas, radiação remanescente do Big Bang, ou um tipo específico de explosões de supernova, de nome supernovas do Tipo Ia, no Universo distante. No entanto, estes dois métodos fornecem resultados diferentes.

"A fusão de estrelas de neutrões dá-nos uma nova maneira de medir a constante de Hubble e, esperançosamente, de resolver o problema," disse Kunal Mooley, do NRAO (National Radio Astronomy Observatory) e do Caltech.

A técnica é semelhante à que usa explosões de supernova. Pensa-se que as explosões de supernova do Tipo Ia tenham todas um brilho intrínseco que pode ser calculado com base na velocidade com que crescem e diminuem de brilho. A medição deste brilho, a partir da Terra, indica-nos a distância da explosão de supernova. A medição do desvio Doppler da luz da galáxia hospedeira indica a velocidade a que a galáxia se está a afastar da Terra. A velocidade, dividida pela distância, produz a constante de Hubble. Para obter um valor preciso, têm que ser feitas muitas medições a distâncias diferentes.

Quando duas estrelas de neutrões colidem, produzem uma explosão e um surto de ondas gravitacionais. A forma do sinal da onda gravitacional diz aos cientistas quão "brilhante" foi esse surto de ondas gravitacionais. A medição do "brilho", ou intensidade das ondas gravitacionais recebidas na Terra, pode fornecer a distância.

"Este é um meio completamente independente de esclarecermos o verdadeiro valor da Constante de Hubble," disse Mooley.

No entanto, há uma reviravolta. A intensidade das ondas gravitacionais varia com a sua orientação em relação ao plano orbital das duas estrelas de neutrões. As ondas gravitacionais são mais fortes na direção perpendicular ao plano orbital e mais fracas se o plano orbital estiver de lado, visto da perspetiva da Terra.

"A fim de usar as ondas gravitacionais para medir a distância, precisávamos de conhecer essa orientação," explicou Adam Deller, da Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália.

Durante um período de meses, os astrônomos usaram os radiotelescópios para medir o movimento de um jato super-rápido de material ejetado da explosão. "Nós usamos estas medições, juntamente com simulações hidrodinâmicas detalhadas, para determinar o ângulo de orientação, permitindo assim a utilização das ondas gravitacionais para descobrir a distância," disse Ehud Nakar da Universidade de Tel Aviv.

Os cientistas dizem que esta única medição, de um evento a cerca de 130 milhões de anos-luz da Terra, ainda não é suficiente para resolver a incerteza, mas a técnica agora pode ser aplicada a futuras fusões de estrelas de neutrões detetadas com ondas gravitacionais.

"Pensamos que mais 15 eventos deste tipo, que podem ser observados tanto com ondas gravitacionais quanto em grande com radiotelescópios, podem resolver o problema," disse Kenta Hotokezaka, da Universidade de Princeton. "Este seria um avanço importante na nossa compreensão de um dos aspetos mais importantes do Universo," acrescentou.

A equipe científica internacional liderada por Hotokezaka divulgou os seus resultados num artigo publicado na revista Nature Astronomy


Observações rádio de um jato de material expelido no rescaldo da fusão de duas estrelas de neutrões foram essenciais na determinação da orientação do plano orbital das estrelas antes da fusão e, assim sendo, do "brilho" das ondas gravitacionais emitidas na direção da Terra. Esta determinação torna estes eventos numa nova e importante ferramenta para medir o ritmo de expansão do Universo.
Crédito: Sophia Dagnello, NRAO/AUI/NSF

FONTE: ASTRONOMIA ONLINE

terça-feira, 16 de julho de 2019

A china esta desenvolvendo uma aeronave militar secreta?





A alguns anos na cidade de Xunquim na China, foi avistada e registrada por moradores luzes sequenciadas, a luz do dia! Extraterrestres? Não! Muito se fala dentro de grupos conspiracionistas de que fossem naves Alienígenas, quando  na verdade não passa de tecnologia terráquea.

Como todos sabemos, a China é uma das maiores potências militares do mundo, ficando em terceiro lugar  de acordo com a revista “Exame” com um orçamento de mais de 150 bilhões de dólares, perdendo apenas para Estados Unidos e Rússia.
Como toda potencia mundial, a China também desenvolve projetos militares ultra secretos, como o famoso bombardeiro Spirit B2 dos Estados Unidos e o “Lun” e o Beriev VVA-14 com a Rússia, entre vários outros. 

 A tecnologia avançou ao passar dos anos, e pouco se sabe sobre aeronaves secretas Chinesas, e muito menos para quais finalidades, diferentes dos Bombardeiros ultra secretos na época já citados.  Pois bem, neste vídeo gravado pelos moradores da cidade de Xunquim na China, não passa de um tipo de propulsão um pouco desconhecida pelo publico, diferente dos motores a jato e a reação, como em aviões e foguetes, esse tipo de propulsão é gerada por “impulsos intermitentes” por explosões de eletricidade, controlada e direcionada em certas direções, fazendo assim o veiculo se locomover em altas velocidades. Explosões elétricas normalmente concentram ter uma enorme quantidade de força se manipulada corretamente, e claro! “Energia limpa”





Bombardeiro Spirit B2

      
Beriev VVA-14
                              

                                         


 Parece coisa de filme de ficção científica certo? Errado! Tecnologias assim já existem, e em alguns projetos postos a testes. Um outro modo de se usar essa técnica de propulsão é criar um escudo aerodinâmico, criando um escudo eletromagnético ao redor da aeronave, fazendo diminuir quase a Zero o arrasto gerado pelo atrito com o ar, entre aeronave e o vento relativo. Como tratasse de um projeto militar, seus aparecimentos são raros e não são comuns de se ver, isso gera estranheza as quem vê, como nos voos do Bombardeiro Spirit B2, as pessoas que os viam, relacionavam o avião na época secreto, a OVNI’s! Esperamos que em breve alguns outros modelos secretos venham a ser conhecidos pelo publico como os aviões ja citados.
No vídeo abaixo mostremos um pequeno vídeo, onde engenheiros militares põe essa técnica em pratica: 



                                             
                              




                                             
                                     



Feito por João Victor

Vídeo: OVNI filmado na Serra das Meadas por repórter da RTP 1974

Este é sem dúvida um momento histórico para o UFO Portugal Network, após obtermos um vídeo muito especial no que se refere à Ovnilogia Nacional.

Recordando um caso dos arquivos nacionais que ocorreu no dia 2 de Abril de 1974, entre Viseu e Lamego, e que foi registado por um repórter da RTP...

Tudo começou quando o Sr. Aires destacado para Tarouca em serviço da RTP (Rádio Televisão Portuguesa), seguia de automóvel juntamente com outras pessoas, por uma estrada florestal entre Viseu e Lamego.
Eram perto das 13:00h quando no início de uma descida perto daquela última cidade, reparou num estranho objecto luminoso suspenso no ar e a baixa altitude.

O objeto oscilava e apresentava duas tonalidades, branca e amarela.
Com toda a excitação quase não se lembrava que levava consigo a máquina de filmar.
Colocando de imediato a bobine na máquina, conseguiu com a teleobjectiva fixar pormenores que demonstram que algo de estranho se passou.

Estavam todos nervosos e durante 10 minutos, espaço de tempo em que o objecto se manteve a pairar encaixado sobre o vale, filmou até esgotar a bobine. Quando ia recarregar a máquina, o objecto começou a afastar-se no sentido Norte-Sul.

A luz era intensa e variável.
As oscilações e o brilho deslumbrou todas as testemunhas no momento.


Na parte inferior pude notar, ainda que tenuemente, umas excrecências esféricas...não era avião ou helicóptero, tenho a certeza...por outro lado a localização do aparelho encaixado num vale, parece invalidar esta hipótese..." Afirmou José Aires correspondente da RTP e autor do pequeno filme.

As imagens foram divulgadas na época na TV nas notícias, e publicado no "Jornal de Notícias" do dia 5/4/1974. Infelizmente a gravação não se encontra em bom estado de preservação, sendo muito difícil a sua recuperação.

Crédito RTP Arquivo
E um especial agradecimento ao Sr. Vítor Moreira da (CIFA) pela sua colaboração.
Sem ele não teríamos acesso a esta tão importante relíquia da Ovnilogia Portuguesa.

Para meios legais "copyright da RTP", o UFO Portugal Network, informa que não é permitido o uso do respectivo vídeo para fins comerciais!

O vídeo se baseia exclusivamente para fins de investigação educacional, compreensão do fenómeno OVNI.


Vigília Nacional Ufológica Brasil 2019


segunda-feira, 15 de julho de 2019

CONTATOS NA FAZENDA VINAGREIRA: JOSÉ DE FREITAS-PI

 1. Pesquisa ufológica: uma árdua tarefa



    Realizar uma pesquisa de campo na área ufológica é uma tarefa árdua e cansativa. Muitas vezes nos deparamos com situações inesperadas, que somente quem convive com o fenômeno é capaz de superar. Se já é difícil lidar com aspectos terrestres, imaginem tentar entender as circunstâncias que desafiam nossa capacidade de compreensão e raciocínio. Das viagens que tenho feito por algumas regiões do nosso Estado, o Piauí, muitas coisas tenho ouvido falar pelas pessoas simples, mais sinceras, dos seus encontros com os chamados objetos voadores não identificados (óvni) ou ufos (inglês). Para mim estes objetos já estão em plena identificação (não fazem parte da nossa sociedade contemporânea) e se fazem, vivem ocultos por meios ainda incompreensíveis aos padrões atuais. Tamanha capacidade de monitoramento em todo o nosso Estado, leva-me a crer que seu “ponto de apoio” ou melhor “bases de operações” estão camufladas em embocaduras, serras ou outro lugar qualquer que foge a sua localização.

    Há uma constante estratégia por nós, pesquisadores da ufologia, no sentido de tentar antecipar um acontecimento em dado espaço terrestre. Precisamos a todo custo, estarmos de “orelhas em Pé” como diz o velho ditado popular.   Não deixando passar qualquer informação que se somam a tantas outras. Assim, nossos arquivos estarão mais completos, para visualizarmos as peças ainda espalhadas deste imenso “quebra-cabeça” que estar sobre nossas cabeças e em todos os lugares desta imensa esfera azul chamada Terra.

2. José de Freitas e o fenômeno OVNI

    O Piauí é um Estado bastante rico em acontecimentos ufológicos. Imaginamos que do montante dos relatos existentes, menos de 1% chegam de fato ao nosso conhecimento. A ausência de conhecimento científico do fenômeno pela população, principalmente nas zonas rurais, contribui para esconderem suas experiências dos demais, na tentativa de evitar a ridicularização, o deboche e a gozação somente daqueles que ainda continuam “alienados” de uma realidade tão presente em nosso Estado.

    Já tinha conhecimento que fatos estranhos estariam acontecendo na região de José de Freitas. Estes chegaram a mim pela reportagem exibida por uma emissora local e matéria vinculada também em jornal. Faltava apenas conhecer de perto sua casuística com relação aos fenômenos de grande intensidade que tirava o “sossego” de muita gente.

    Surgiu a possibilidade de estar bem mais perto dos fatos, quando um conhecido meu, senhor Deusdete veio a mim e relatou que em sua fazenda, coisas estranhas estavam acontecendo já a um certo tempo.Tenho  observado em minhas pesquisas, que não é necessário ir muito longe para está informado sobre os fenômenos ufológicos. Parece-me que somos constantemente estimulados para uma tentativa de “encontro” ou compreensão melhor desta realidade.

    Parti de Teresina-PI num sábado, 14 de novembro de 1998, e muito cedo já estávamos na estrada. Nosso destino inicial era o município de José de Freitas. No carro além deste pesquisador, senhor Deusdete, seu filho Jorge e o motorista, estavam nos planos, uma parada neste município para que outro passageiro, o Hélio integrar-se a esta viagem. Para se chegar a esse destino, partindo de nossa capital pelo sentido norte (BR-343), entra-se à esquerda na altura do posto da Polícia Rodoviária Federal, pela PI-113, e percorrem-se inicialmente uns 50 Km até a sede do município. Segundo dados do IBGE, este tem uma área de 1.639 km2, numa altitude de 137 metros. Limitando-se ao norte, com União e Barras; ao sul, Altos e Teresina e União. É uma cidade que tem atrativo turístico. Dois grandes açudes têm proporcionado uma vida nova ao município. O açude Pitombeira e o açude do Bezerro. Este último, nos finais de semana, grandes caravanas se destinam as suas águas. Soube pelas opiniões dos “contatados” que o fenômeno intensificou-se ainda mais depois da sua construção.

    Os proprietários das diversas barracas instaladas as suas margens, são testemunhas de acontecimentos inusitados que se tornaram rotina. Convivem com o fato a muitos anos, identificando até o período de maior intensidade das “aparições” das luzes que dançam e fazem acrobacias sobre o grande lago. Abaixo visualizamos melhor a dimensão deste açude e a sede do município, imagem de satélite fornecida pela Embrapa.


Figura 2. José de Freitas e açude do Bezerro. Fonte: embrapa/ Internet.

    Existe ainda a possibilidade que o(s) óvni(s) esteja(m) usando estas águas para sua camuflagem ou outro meio possível. Fato evidenciado pela freqüência de avistamento sobre o imenso açude. Os relatos as suas margens são de grande intensidade, e ficaram para uma futura pesquisa.

    O meu destino como pesquisador solitário, pois nesta viagem não houve a possibilidade de ter o acompanhamento do grupo, era a fazenda vinagreira que fica a uns 25 Km aproximadamente de José de Freitas, no sentido norte. Seguindo pela PI-113 em direção ao município de Barras. Na localidade “os Marcos” à esquerda de vai neste sentido, entra-se por uma estrada vicinal e percorrem-se alguns quilômetros até a sede da fazenda.

    Estive por lá apenas um dia, e fiquei impossibilitado de percorrer áreas circunvizinhas. Estava condicionado ao proprietário, e mesmo nos arredores desta propriedade entrevistei algumas pessoas com muitos contatos. Constatei que a incidência do fenômeno na região é de grandes proporções. Os moradores já estão “acostumados” e até assistem de suas casas o sobrevoou do objeto sobre a mata.



Figura 3. O autor na sede da fazenda.   


Figura 4. Entrada da propriedade.  Fonte: o autor

   
    Nas imagens acima, podemos ter uma pequena noção de como se estrutura esta propriedade. Tem uma extensão de 700 hectares, e no passado foi produtora de cera de carnaúba. A fauna e flora estão conservadas, além da sede oferecer todo conforto possível. Na época da minha pesquisa, havia até um posto telefônico. Criações das mais diversas promovem um cenário tipicamente de uma fazenda nordestina e acolhedora.

    Os casos pesquisados, arquivados em fita de VHS, confirmaram que a atuação dos extraterrestres naquela região foge até uma possível estimativa de quantas ocorrências já aconteceram e ainda se multiplicam naquele cenário interiorano. Se me fosse permitido percorrer áreas circunvizinhas, não haveria possibilidade narrativa dos fatos aqui. Alguns moradores estiveram na fazenda à noite, onde pude entrevistá-los, como mostra a imagem a seguir.

Figura 5. Moradores na porta da fazenda. 

Figura 6. Cenário magnífico na lente do autor.Fonte: o autor


  Casos interessantes como ocorrido com o senhor António Gonçalves (58 anos), lavrador e morador vizinho à fazenda vinagreira. Este já perdeu a conta de quantas vezes viu o “aparelho” (designação regional para o fenômeno óvni). Seus vizinhos costumam também ver o objeto sobrevoando a floresta da porta de casa. António narrou alguns encontros bem mais próximos, entre eles o acontecido em 15 de maio de 1997. Eram 21:00 horas aproximadamente quando retornava juntamente com seu amigo José de uma pescaria no rio maratoam, que fica a uns 6 Km de sua residência. Ao percorrer de bicicleta 1 km e conversando naturalmente com seu companheiro, foram surpreendidos com uma “luz” muito intensa que “investiu” sobre eles. António vinha na garupa e jogou-se sobre uma moita juntamente com José. Conta ele que o brilho era muito intenso e azulado, não sendo possível observar diretamente o objeto. Tamanho susto fez com que ficassem quietinhos e não querendo observá-lo, numa tentativa de saírem daquela situação inesperada. Depois de um bom tempo, o foco luminoso apagou-se, permitindo com que ambos continuassem o seu percurso.

    Outra ocorrência ufológica com António verificou-se sem data estabelecida, quando retornava com sua esposa de uma reunião política da residência do senhor Maurício. Ao passar pelas casas dos senhores “Zé ranrrão” e “marizão”, o “aparelho” jogou o “reflexo” (designação popular para indicar um foco luminoso em sua direção), fazendo com que ambos se escondessem em uma moita próxima. A “luz” não demorou muito se apagar e logo retornaram ao percurso até sua casa. Desde essa experiência, sua esposa criou um medo intenso deste(s) objeto(s).

    Fato bem mais recente a época que estive por lá, deu-se com o mesmo em julho de 1998. Foram a uma pescaria no mesmo rio já mencionado, juntamente com os colegas: o filho e “profilho”. Os últimos não acreditavam no fenômeno e até ridicularizavam os contatados. Conta António que ao saírem do rio, vinham de carro( bugre), e já foram surpreendidos pelo objeto luminoso sobre a mata ainda distante. Os dois que andavam com ele,  ficaram a discutir se era ou não o “aparelho”. Fato concreto deu-se rapidamente quando o ponto distante apagou-se e acendeu sobre o veículo. O carro “morreu” e parou por ele mesmo afirmou o contatado. Todos os ocupantes caíram sobre as moitas existentes e ficaram a observar tamanha luminosidade a procurá-los e desprovido de qualquer barulho.

    António nos conta sobre outros relatos ocorridos naquela região e que tiveram como personagens principais moradores circunvizinhos e mais distantes. Fatos acontecidos com Sabino, amigo seu que lhe narrou a sua experiência.Este foi atingido por um raio disparado do objeto quando andava numa estrada que dá acesso a fazenda às 21:00 horas aproximadamente. Com muita dificuldade conseguiu arrastar-se até uma moita e de lá pode observar os seres de estatura pequena a procurá-lo. Não obtendo êxito foram embora, permitindo com que a vítima conseguisse chegar a sua residência com muita dificuldade.

    António nos falou também de outro fato acontecido com uma mulher que mora na localidade “Pai Luís” a uns 18 km da fazenda. Não foi possível checar os fatos in loco e nem ele de lembrar do nome da protagonista desta experiência. Garantiu-nos que na região todos conhecem o fato. Esta senhora teve um encontro com estes “seres” e houve um diálogo entre eles. Também confirmou que são de estatura pequena e cabeça desproporcional. A mulher teve problemas de saúde em virtude deles terem “retirado parte do seu sangue”.

    Outra experiência aconteceu com Deusdete Costa Filho (61 anos), lavrador e morador da fazenda há muitos anos. Conta ele que em agosto de 1997, teve também um encontro com este “aparelho” a porta desta propriedade. Eram 20:00 horas quando na companhia de sua esposa Maria Dalva e sua filha Maria Francisca retornavam para sua casa. Perceberam  uma luz muito forte que “acendeu-se” e passou a brilhar numa intensidade fortíssima e de cor azulada. Em seu relato descreveu que a mesma parecia “soltar raios” para todos os lados. Sobrevoando numa velocidade quase acelerada e tentando algo parecido como um pouso na área. Segundo a sua trajetória, Deusdete descreveu com sendo do sul para o nascente (leste).

    Após alguns minutos e próximo a umas carnaúbas (palmeiras), ela apagou-se, tornando a brilhar um pouco mais à frente. Isso se repetiu até não sendo possível mais visualizá-la. Aproveitou este intervalo, para esconderem-se sucessivamente embaixo de umas árvores até chegar dentro da propriedade. Lembra ainda que a altura do objeto ultrapassava um pouco a mata, talvez assim estariam bem mais perto de suas “intenções”.

     Segundo seu relato, o óvni tem sido visto por muita gente numa parada de ônibus próximo a esta localidade. Conhecida como parada do “Portela”, na estrada que liga ao município de Lagoa Alegre (PI). Geralmente às 5:00 horas da manhã aproximadamente, visualizam o objeto seguindo uma trajetória ascendente, hora acendendo e apagando até se perder de vista. Nos contou ainda que alguns evitam irem sozinhos para esta parada, ou mudam de horário quando pretendem pegar o transporte coletivo.

    Lembrou-nos que um morador da fazenda, de nome “Chico lima”, hoje residindo no município de José de Freitas, teve uma experiência quando retornava com o amigo Osvaldo do rio Maratoam. Este relato deu-se a uns 15 anos, evidenciando que o fenômeno ocorre já a um certo tempo, e com muita intensidade. Os mesmos esconderam-se embaixo de um bacurizeiro e moita próxima, deixando até a bicicleta no local, evadindo-se assustados com o encontro inusitado.

    Estive também na residência do vaqueiro da propriedade, que fica próxima a sede da fazenda. Conversei com José de Ribamar filho (18 anos),

E filho deste último. Contou-me que o fato deu-se a uns dois meses atrás, ou seja, no mês de setembro (1998) aproximadamente. Lembra que acordou às 3:00 horas da manhã, e como rotina diária pretendia recolher o cavalo que estava no campo, no sentido de colocá-lo no curral e providencia sua alimentação. Ao sair de casa e caminhado uns 50 metros aproximadamente, percebeu uma luz intensa e avermelhada a deslocar-se sobre as palmeiras. Diante do fato inesperado, ficou parado e observou que também o objeto fez o mesmo, como se notasse a sua presença. Escondeu-se embaixo de uma moita e percebeu que o óvni logo depois seguiu sua trajetória inicial. Após esta experiência, tem evitado sair no mesmo horário de antes.

Figura 7: Ribamar mostra o local. Fonte: o autor

    Ribamar, na imagem acima, afirma ainda outro fato que se soma às ocorrências ufológicas da região. Nos conta e até aquele momento sem conhecimento do proprietário, que algumas pessoas estranhas tem vindo a um local próximo as roças vizinhas e não muito distante dali. Pelo seu relato “quando não vem de helicóptero, vem de carro”. Cavam um buraco num morro próximo, instalam alguns equipamentos, e não deixam os moradores aproximarem-se. Isto tem se repetido algumas vezes. Não foi possível chegar ao local, por motivos já revelados, mais fica registrado estas informações para um breve retorno a região e com maior tempo possível de pesquisa. A principio não sabemos se existe relação com as “aparições”, talvez sejam geólogos trabalhando para o governo ou empresa privada. O único fato estranho nesta história foi à ausência de permissão e conhecimento do proprietário em relação a estas pessoas.



Figura 8. Hélio (camisa azul). Fonte: o autor

    Vindo de José de Freitas juntamente conosco, ouvi o relato de Hélio (imagem acima), figura bastante conhecida na cidade. Contou-me que num certo dia, as 19:30 horas aproximadamente, ao está no açude do bezerro, o maior da região e com atrativos turísticos, visualizou um objeto sobre o mesmo e a uma grande altitude. Percebeu ainda uma trajetória tipicamente de um óvni, quando este subiu bruscamente num ângulo reto e fez uma manobra de 90 graus, seguindo rumo ignorado. Em seu relato, afirmou que não acreditava nos relatos dos outros até vivenciar uma experiência própria.

    Um relato interessante ocorreu com um caçador, que não foi possível vincular seu nome, e que pude entrevistá-lo no retorno da fazenda a Teresina (PI). Ao sairmos da propriedade já tínhamos algumas informações sobre acontecimentos na localidade “Pai Luís” que fica alguns quilômetros dali. Ao chegarmos neste local, ouvimos os seus relatos na presença de outros moradores, como mostra nas imagens a seguir.

Figura 9. O caçador (camisa azul).       



Figura 10. Senhor Deusdete (proprietário). Fonte: o autor



   Contou-nos que o fato aconteceu quando vizinhos seus, Antonio José e sua esposa Maria do amparo foi tomar banho num riacho bem próximo dali. Num dado momento o objeto luminoso apareceu atingindo António com um “choque” (raio paralisante). Ao cair, não encontrou força para ergue-se, sendo ajudado pela sua esposa. Mesmo com dificuldades, ambos conseguiram andar alguns metros adiante, sendo seguidos até um pé de jatobá. Neste instante alguns moradores ouviram os gritos de socorro das vítimas e saíram de suas casas para ajudá-los. Nesse momento, entrou em cena este caçador que se armou de uma espingarda e disparou três vezes sobre o “aparelho”. A sua tentativa era de afugentá-lo, e num dado momento este se apagou, acendendo em seguida e dando vôo rasante sobre as casas. Tentou disparar novamente, sendo impedido pelos populares. Após alguns minutos o objeto tomou rumo ignorado e desapareceu.

    Fatos como estes se torna rotina naquela região de grande incidência ufológica. Parece que estes(s) objetos(s) não se intimidam com os seus moradores. Como se estes fossem “cobaias” para suas pesquisas ou intenções desconhecidas e obscuras da grande sociedade. Isso mostra como há um despreparo geral, seja da população ou das autoridades em proporcionar alguma forma de amenizar tamanho sofrimento psicológico, e talvez físico se comprovado. Não podemos abandonar estas vitimas a sua própria sorte. Então o que fazer e como lidar com este fato. Devemos sempre que possível informar, esclarecer estas populações sobre o que estão vivenciando. Se a ciência ainda procura não oficializar a ufologia pelo simples fato de não se ter o objeto de estudo, pode ser que a qualquer momento, alguém possa até derrubar um artefato deste com seus ocupantes. Todo equipamento por mais avançado que seja possui suas falhas, e se isso acontecer a quem deve ser condenado?

    Um pobre morador ignorante e desprovido de informação sobre o fato. Perseguido, traumatizado por suas experiências do “outro mundo”. Ou os seres que procuram investirem obscuramente sobre a população. Será que mais uma vez estaremos vivenciando uma nova varginha, onde parte da população não teve a iniciativa de registrar (foto ou filme) nenhuma movimentação das autoridades na caça aos “extraterrestres”. Fatos como estes pesquisados ainda ocorrem naquela região de Jose de Freitas, e estimulam a nós pesquisadores da ufologia, a estarmos monitorando sempre que possíveis ocorrências que vão além dos avistamentos. E por falar em imagens, seria possível você leitor caracterizar a figura exibida no início deste artigo. Com que ser parece aquele ponto luminoso, sei o que vi a porta daquela fazenda, talvez não seja o que você esteja pensando. E se for, deixo a dúvida no ar para estimulá-los. Podemos a qualquer hora deparamos com uma nova varginha ou algo parecido. O verdadeiro ufólogo não é só aquele que pesquisa o que já aconteceu, mais sim aquele que passa a sentir que a verdade não está somente lá fora, mais às vezes do nosso lado e bem mais perto aos nossos olhos.       
Fonte

domingo, 14 de julho de 2019

O que devemos fazer se um dia encontrarmos vida extraterrestre? Eis a opinião dos cientistas


No mundo há várias organizações que enviam sinais ao espaço em busca de uma resposta

Não é uma pergunta que nos fazemos todos os dias, mas há pessoas que dedicam suas vidas a obter a resposta para um dilema que poderia afetar o curso da humanidade.

Como devemos reagir se um dia formos contatados por inteligência extraterrestre?

Clássicos como Contatos Imediatos do Terceiro Grau, de Steven Spielberg, o hit dos anos noventa Independence Day, com Will Smith e mais recentemente A Chegada, de Denis Villeneuve, que teve oito indicações ao Oscar em 2016, despertam muito interesse nessa pergunta.

Mas agora um grupo de astrônomos, físicos e astrobiólogos de prestigiadas universidades britânicas querem levar a questão a um cenário real e as ouvir as opiniões das pessoas sobre o que devemos fazer se formos contatados por outro planeta.

Estes cientistas fazem parte da Rede de Pesquisa para a Busca de Inteligência Extraterrestre do Reino Unido (UKSRN, na sigla em inglês), que lançou recentemente uma pesquisa global que qualquer um pode responder dando sua opinião sobre como devemos reagir a um possível contato alienígena.


Até agora não havia um protocolo mundial para como reagir a um contato alienígena

Há um plano?

A pesquisa inclui perguntas como "se fosse descoberto que há inteligência extraterrestre, o que você faria?" e "o que você considera uma fonte confiável para obter informações sobre o contato extraterrestre?" e dá opções de respostas. Também perguntam quem deveria, se é que alguém deveria, controlar mensagens da Terra para extraterrestres.

O objetivo da pesquisa é ouvir a opinião das pessoas para fazer planos em caso de haver um encontro com inteligência alienígena.

Embora as organizações independentes dedicadas a encontrar contato extraterrestre desenvolvam diretrizes e protocolos em caso de isso acontecer, a verdade é que não há nenhum plano oficial internacional.

"Nunca houve qualquer protocolo de governos ou organizações globais como as Nações Unidas," diz à BBC Mundo Douglas Vakoch, presidente da Mensagens para Extraterrestres Inteligentes (METI, na sigla em inglês), uma organização dedicada ao envio de sinais interestelares.

Em relação a esses protocolos, Vakoch explica que nenhum desses documentos tem "força legal".

Então, se não há nenhum plano definido, como devemos agir se um visitante cósmico vier nos cumprimentar? Esta questão gera debate entre os estudiosos do assunto.


Qual deve ser a mensagem, se formos nos comunicar?

O que deveríamos fazer?
Para alguns, a discussão começa a partir do modo como a pergunta é feita.

"Mesmo na Terra achamos difícil chegar a um acordo sobre o que entendemos por inteligência, o que entendemos por vida e o que entendemos por comunicação", diz à BBC Mundo o astrofísico Charley Lineweaver, pesquisador do Instituto de Ciências Planetárias da Universidade Nacional da Austrália.

"Com tantas incógnitas, é difícil fazer uma pergunta bem definida".

No entanto, em meio a tanta incerteza, Lineweaver acredita que é essencial, ao nos fazermos essas perguntas, "nos desfazer do que Hollywood fez com as nossas opiniões sobre alienígenas."

Vakoch diz que há décadas a discussão centrou-se nas condições sob as quais uma resposta deveria ser enviada, se seria uma resposta genérica ou se dependeria do tipo de sinal a ser recebido, qual deveria ser a mensagem, se seria melhor enviar uma única mensagem ou de vários países. Essas são algumas das perguntas que circulam.

Vakoch, em todo caso, não tem dúvida do que, segundo ele, deveria ser feito.

"Uma vez que detectemos a primeira civilização alienígena, temos que responder", diz ele.

O METI, um instituto dedicado à busca de inteligência extraterrestre que contou com o apoio do cosmólogo Carl Sagan, reconhece que as possibilidades de detectar a inteligência extraterrestre "podem ser baixas".

De qualquer forma, seu protocolo diz que se um contato extraterrestre for confirmado, o Secretário Geral das Nações Unidas deve ser notificado e as provas devem ser fornecidas, e elas também devem estar disponíveis para toda a comunidade científica.

"A detecção de inteligência extraterrestre deve ser disseminada de maneira aberta e oportuna por meio de canais científicos e da mídia", diz o documento do METI.

Para Vakoch, apesar de os protocolos clamarem por um consenso no caso de um sinal ser detectado, "na realidade qualquer um com um transmissor pode fazer o que quiser", explica ele. "Seria impossível impor um silêncio global" e, para ele, embora isso possa parecer caótico, não seria algo necessariamente ruim.

"A consequente cacofonia da Terra proporcionará aos alienígenas uma apresentação comovente da humanidade, revelando o fato de que nem todos falamos com uma só voz."

Oportunidade ou ameaça?


Devemos temer um encontro alienígena?

Vakoch acredita que a melhor maneira de se preparar para um primeiro contato é enviar todo tipo de mensagem para o espaço, desde músicas e fotos até códigos de computador.

"Devemos dar-lhes oportunidades para nos entender", diz ele.

Mas nem todos concordam em tentar um contato extraterrestre.

"Se os alienígenas nos visitassem, o resultado seria muito semelhante ao que aconteceu quando Colombo chegou à América", disse o físico Stephen Hawking em entrevista ao canal de televisão Discovery Channel em 2010. "Os americanos nativos não se deram bem."

Hawking, apesar de apoiar projetos de contato extraterrestre, também chegou a dizer que esses encontros seriam "um desastre" e que, em vez de buscar contato, era melhor "manter a cabeça baixa", como disse à National Geographic em 2004.

Outros, no entanto, concordam com o otimismo de Vakoch.

"Quando se trata de alienígenas, devemos nos preparar para passar uma boa impressão", diz o astrofísico e escritor Ethan Siegel à BBC Mundo.

"Muitas pessoas inicialmente terão medo de todo tipo de consequências negativas que podem ser imaginadas, mas (o contato extraterrestre) seria o ápice da esperança, da oportunidade de sermos humildes diante de tudo que a natureza tornou possível."

"Seria uma grande oportunidade para nós, como civilização, tentar abrir caminhos no universo."

FONTE: BBC BRASIL

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