segunda-feira, 15 de julho de 2019

CONTATOS NA FAZENDA VINAGREIRA: JOSÉ DE FREITAS-PI

 1. Pesquisa ufológica: uma árdua tarefa



    Realizar uma pesquisa de campo na área ufológica é uma tarefa árdua e cansativa. Muitas vezes nos deparamos com situações inesperadas, que somente quem convive com o fenômeno é capaz de superar. Se já é difícil lidar com aspectos terrestres, imaginem tentar entender as circunstâncias que desafiam nossa capacidade de compreensão e raciocínio. Das viagens que tenho feito por algumas regiões do nosso Estado, o Piauí, muitas coisas tenho ouvido falar pelas pessoas simples, mais sinceras, dos seus encontros com os chamados objetos voadores não identificados (óvni) ou ufos (inglês). Para mim estes objetos já estão em plena identificação (não fazem parte da nossa sociedade contemporânea) e se fazem, vivem ocultos por meios ainda incompreensíveis aos padrões atuais. Tamanha capacidade de monitoramento em todo o nosso Estado, leva-me a crer que seu “ponto de apoio” ou melhor “bases de operações” estão camufladas em embocaduras, serras ou outro lugar qualquer que foge a sua localização.

    Há uma constante estratégia por nós, pesquisadores da ufologia, no sentido de tentar antecipar um acontecimento em dado espaço terrestre. Precisamos a todo custo, estarmos de “orelhas em Pé” como diz o velho ditado popular.   Não deixando passar qualquer informação que se somam a tantas outras. Assim, nossos arquivos estarão mais completos, para visualizarmos as peças ainda espalhadas deste imenso “quebra-cabeça” que estar sobre nossas cabeças e em todos os lugares desta imensa esfera azul chamada Terra.

2. José de Freitas e o fenômeno OVNI

    O Piauí é um Estado bastante rico em acontecimentos ufológicos. Imaginamos que do montante dos relatos existentes, menos de 1% chegam de fato ao nosso conhecimento. A ausência de conhecimento científico do fenômeno pela população, principalmente nas zonas rurais, contribui para esconderem suas experiências dos demais, na tentativa de evitar a ridicularização, o deboche e a gozação somente daqueles que ainda continuam “alienados” de uma realidade tão presente em nosso Estado.

    Já tinha conhecimento que fatos estranhos estariam acontecendo na região de José de Freitas. Estes chegaram a mim pela reportagem exibida por uma emissora local e matéria vinculada também em jornal. Faltava apenas conhecer de perto sua casuística com relação aos fenômenos de grande intensidade que tirava o “sossego” de muita gente.

    Surgiu a possibilidade de estar bem mais perto dos fatos, quando um conhecido meu, senhor Deusdete veio a mim e relatou que em sua fazenda, coisas estranhas estavam acontecendo já a um certo tempo.Tenho  observado em minhas pesquisas, que não é necessário ir muito longe para está informado sobre os fenômenos ufológicos. Parece-me que somos constantemente estimulados para uma tentativa de “encontro” ou compreensão melhor desta realidade.

    Parti de Teresina-PI num sábado, 14 de novembro de 1998, e muito cedo já estávamos na estrada. Nosso destino inicial era o município de José de Freitas. No carro além deste pesquisador, senhor Deusdete, seu filho Jorge e o motorista, estavam nos planos, uma parada neste município para que outro passageiro, o Hélio integrar-se a esta viagem. Para se chegar a esse destino, partindo de nossa capital pelo sentido norte (BR-343), entra-se à esquerda na altura do posto da Polícia Rodoviária Federal, pela PI-113, e percorrem-se inicialmente uns 50 Km até a sede do município. Segundo dados do IBGE, este tem uma área de 1.639 km2, numa altitude de 137 metros. Limitando-se ao norte, com União e Barras; ao sul, Altos e Teresina e União. É uma cidade que tem atrativo turístico. Dois grandes açudes têm proporcionado uma vida nova ao município. O açude Pitombeira e o açude do Bezerro. Este último, nos finais de semana, grandes caravanas se destinam as suas águas. Soube pelas opiniões dos “contatados” que o fenômeno intensificou-se ainda mais depois da sua construção.

    Os proprietários das diversas barracas instaladas as suas margens, são testemunhas de acontecimentos inusitados que se tornaram rotina. Convivem com o fato a muitos anos, identificando até o período de maior intensidade das “aparições” das luzes que dançam e fazem acrobacias sobre o grande lago. Abaixo visualizamos melhor a dimensão deste açude e a sede do município, imagem de satélite fornecida pela Embrapa.


Figura 2. José de Freitas e açude do Bezerro. Fonte: embrapa/ Internet.

    Existe ainda a possibilidade que o(s) óvni(s) esteja(m) usando estas águas para sua camuflagem ou outro meio possível. Fato evidenciado pela freqüência de avistamento sobre o imenso açude. Os relatos as suas margens são de grande intensidade, e ficaram para uma futura pesquisa.

    O meu destino como pesquisador solitário, pois nesta viagem não houve a possibilidade de ter o acompanhamento do grupo, era a fazenda vinagreira que fica a uns 25 Km aproximadamente de José de Freitas, no sentido norte. Seguindo pela PI-113 em direção ao município de Barras. Na localidade “os Marcos” à esquerda de vai neste sentido, entra-se por uma estrada vicinal e percorrem-se alguns quilômetros até a sede da fazenda.

    Estive por lá apenas um dia, e fiquei impossibilitado de percorrer áreas circunvizinhas. Estava condicionado ao proprietário, e mesmo nos arredores desta propriedade entrevistei algumas pessoas com muitos contatos. Constatei que a incidência do fenômeno na região é de grandes proporções. Os moradores já estão “acostumados” e até assistem de suas casas o sobrevoou do objeto sobre a mata.



Figura 3. O autor na sede da fazenda.   


Figura 4. Entrada da propriedade.  Fonte: o autor

   
    Nas imagens acima, podemos ter uma pequena noção de como se estrutura esta propriedade. Tem uma extensão de 700 hectares, e no passado foi produtora de cera de carnaúba. A fauna e flora estão conservadas, além da sede oferecer todo conforto possível. Na época da minha pesquisa, havia até um posto telefônico. Criações das mais diversas promovem um cenário tipicamente de uma fazenda nordestina e acolhedora.

    Os casos pesquisados, arquivados em fita de VHS, confirmaram que a atuação dos extraterrestres naquela região foge até uma possível estimativa de quantas ocorrências já aconteceram e ainda se multiplicam naquele cenário interiorano. Se me fosse permitido percorrer áreas circunvizinhas, não haveria possibilidade narrativa dos fatos aqui. Alguns moradores estiveram na fazenda à noite, onde pude entrevistá-los, como mostra a imagem a seguir.

Figura 5. Moradores na porta da fazenda. 

Figura 6. Cenário magnífico na lente do autor.Fonte: o autor


  Casos interessantes como ocorrido com o senhor António Gonçalves (58 anos), lavrador e morador vizinho à fazenda vinagreira. Este já perdeu a conta de quantas vezes viu o “aparelho” (designação regional para o fenômeno óvni). Seus vizinhos costumam também ver o objeto sobrevoando a floresta da porta de casa. António narrou alguns encontros bem mais próximos, entre eles o acontecido em 15 de maio de 1997. Eram 21:00 horas aproximadamente quando retornava juntamente com seu amigo José de uma pescaria no rio maratoam, que fica a uns 6 Km de sua residência. Ao percorrer de bicicleta 1 km e conversando naturalmente com seu companheiro, foram surpreendidos com uma “luz” muito intensa que “investiu” sobre eles. António vinha na garupa e jogou-se sobre uma moita juntamente com José. Conta ele que o brilho era muito intenso e azulado, não sendo possível observar diretamente o objeto. Tamanho susto fez com que ficassem quietinhos e não querendo observá-lo, numa tentativa de saírem daquela situação inesperada. Depois de um bom tempo, o foco luminoso apagou-se, permitindo com que ambos continuassem o seu percurso.

    Outra ocorrência ufológica com António verificou-se sem data estabelecida, quando retornava com sua esposa de uma reunião política da residência do senhor Maurício. Ao passar pelas casas dos senhores “Zé ranrrão” e “marizão”, o “aparelho” jogou o “reflexo” (designação popular para indicar um foco luminoso em sua direção), fazendo com que ambos se escondessem em uma moita próxima. A “luz” não demorou muito se apagar e logo retornaram ao percurso até sua casa. Desde essa experiência, sua esposa criou um medo intenso deste(s) objeto(s).

    Fato bem mais recente a época que estive por lá, deu-se com o mesmo em julho de 1998. Foram a uma pescaria no mesmo rio já mencionado, juntamente com os colegas: o filho e “profilho”. Os últimos não acreditavam no fenômeno e até ridicularizavam os contatados. Conta António que ao saírem do rio, vinham de carro( bugre), e já foram surpreendidos pelo objeto luminoso sobre a mata ainda distante. Os dois que andavam com ele,  ficaram a discutir se era ou não o “aparelho”. Fato concreto deu-se rapidamente quando o ponto distante apagou-se e acendeu sobre o veículo. O carro “morreu” e parou por ele mesmo afirmou o contatado. Todos os ocupantes caíram sobre as moitas existentes e ficaram a observar tamanha luminosidade a procurá-los e desprovido de qualquer barulho.

    António nos conta sobre outros relatos ocorridos naquela região e que tiveram como personagens principais moradores circunvizinhos e mais distantes. Fatos acontecidos com Sabino, amigo seu que lhe narrou a sua experiência.Este foi atingido por um raio disparado do objeto quando andava numa estrada que dá acesso a fazenda às 21:00 horas aproximadamente. Com muita dificuldade conseguiu arrastar-se até uma moita e de lá pode observar os seres de estatura pequena a procurá-lo. Não obtendo êxito foram embora, permitindo com que a vítima conseguisse chegar a sua residência com muita dificuldade.

    António nos falou também de outro fato acontecido com uma mulher que mora na localidade “Pai Luís” a uns 18 km da fazenda. Não foi possível checar os fatos in loco e nem ele de lembrar do nome da protagonista desta experiência. Garantiu-nos que na região todos conhecem o fato. Esta senhora teve um encontro com estes “seres” e houve um diálogo entre eles. Também confirmou que são de estatura pequena e cabeça desproporcional. A mulher teve problemas de saúde em virtude deles terem “retirado parte do seu sangue”.

    Outra experiência aconteceu com Deusdete Costa Filho (61 anos), lavrador e morador da fazenda há muitos anos. Conta ele que em agosto de 1997, teve também um encontro com este “aparelho” a porta desta propriedade. Eram 20:00 horas quando na companhia de sua esposa Maria Dalva e sua filha Maria Francisca retornavam para sua casa. Perceberam  uma luz muito forte que “acendeu-se” e passou a brilhar numa intensidade fortíssima e de cor azulada. Em seu relato descreveu que a mesma parecia “soltar raios” para todos os lados. Sobrevoando numa velocidade quase acelerada e tentando algo parecido como um pouso na área. Segundo a sua trajetória, Deusdete descreveu com sendo do sul para o nascente (leste).

    Após alguns minutos e próximo a umas carnaúbas (palmeiras), ela apagou-se, tornando a brilhar um pouco mais à frente. Isso se repetiu até não sendo possível mais visualizá-la. Aproveitou este intervalo, para esconderem-se sucessivamente embaixo de umas árvores até chegar dentro da propriedade. Lembra ainda que a altura do objeto ultrapassava um pouco a mata, talvez assim estariam bem mais perto de suas “intenções”.

     Segundo seu relato, o óvni tem sido visto por muita gente numa parada de ônibus próximo a esta localidade. Conhecida como parada do “Portela”, na estrada que liga ao município de Lagoa Alegre (PI). Geralmente às 5:00 horas da manhã aproximadamente, visualizam o objeto seguindo uma trajetória ascendente, hora acendendo e apagando até se perder de vista. Nos contou ainda que alguns evitam irem sozinhos para esta parada, ou mudam de horário quando pretendem pegar o transporte coletivo.

    Lembrou-nos que um morador da fazenda, de nome “Chico lima”, hoje residindo no município de José de Freitas, teve uma experiência quando retornava com o amigo Osvaldo do rio Maratoam. Este relato deu-se a uns 15 anos, evidenciando que o fenômeno ocorre já a um certo tempo, e com muita intensidade. Os mesmos esconderam-se embaixo de um bacurizeiro e moita próxima, deixando até a bicicleta no local, evadindo-se assustados com o encontro inusitado.

    Estive também na residência do vaqueiro da propriedade, que fica próxima a sede da fazenda. Conversei com José de Ribamar filho (18 anos),

E filho deste último. Contou-me que o fato deu-se a uns dois meses atrás, ou seja, no mês de setembro (1998) aproximadamente. Lembra que acordou às 3:00 horas da manhã, e como rotina diária pretendia recolher o cavalo que estava no campo, no sentido de colocá-lo no curral e providencia sua alimentação. Ao sair de casa e caminhado uns 50 metros aproximadamente, percebeu uma luz intensa e avermelhada a deslocar-se sobre as palmeiras. Diante do fato inesperado, ficou parado e observou que também o objeto fez o mesmo, como se notasse a sua presença. Escondeu-se embaixo de uma moita e percebeu que o óvni logo depois seguiu sua trajetória inicial. Após esta experiência, tem evitado sair no mesmo horário de antes.

Figura 7: Ribamar mostra o local. Fonte: o autor

    Ribamar, na imagem acima, afirma ainda outro fato que se soma às ocorrências ufológicas da região. Nos conta e até aquele momento sem conhecimento do proprietário, que algumas pessoas estranhas tem vindo a um local próximo as roças vizinhas e não muito distante dali. Pelo seu relato “quando não vem de helicóptero, vem de carro”. Cavam um buraco num morro próximo, instalam alguns equipamentos, e não deixam os moradores aproximarem-se. Isto tem se repetido algumas vezes. Não foi possível chegar ao local, por motivos já revelados, mais fica registrado estas informações para um breve retorno a região e com maior tempo possível de pesquisa. A principio não sabemos se existe relação com as “aparições”, talvez sejam geólogos trabalhando para o governo ou empresa privada. O único fato estranho nesta história foi à ausência de permissão e conhecimento do proprietário em relação a estas pessoas.



Figura 8. Hélio (camisa azul). Fonte: o autor

    Vindo de José de Freitas juntamente conosco, ouvi o relato de Hélio (imagem acima), figura bastante conhecida na cidade. Contou-me que num certo dia, as 19:30 horas aproximadamente, ao está no açude do bezerro, o maior da região e com atrativos turísticos, visualizou um objeto sobre o mesmo e a uma grande altitude. Percebeu ainda uma trajetória tipicamente de um óvni, quando este subiu bruscamente num ângulo reto e fez uma manobra de 90 graus, seguindo rumo ignorado. Em seu relato, afirmou que não acreditava nos relatos dos outros até vivenciar uma experiência própria.

    Um relato interessante ocorreu com um caçador, que não foi possível vincular seu nome, e que pude entrevistá-lo no retorno da fazenda a Teresina (PI). Ao sairmos da propriedade já tínhamos algumas informações sobre acontecimentos na localidade “Pai Luís” que fica alguns quilômetros dali. Ao chegarmos neste local, ouvimos os seus relatos na presença de outros moradores, como mostra nas imagens a seguir.

Figura 9. O caçador (camisa azul).       



Figura 10. Senhor Deusdete (proprietário). Fonte: o autor



   Contou-nos que o fato aconteceu quando vizinhos seus, Antonio José e sua esposa Maria do amparo foi tomar banho num riacho bem próximo dali. Num dado momento o objeto luminoso apareceu atingindo António com um “choque” (raio paralisante). Ao cair, não encontrou força para ergue-se, sendo ajudado pela sua esposa. Mesmo com dificuldades, ambos conseguiram andar alguns metros adiante, sendo seguidos até um pé de jatobá. Neste instante alguns moradores ouviram os gritos de socorro das vítimas e saíram de suas casas para ajudá-los. Nesse momento, entrou em cena este caçador que se armou de uma espingarda e disparou três vezes sobre o “aparelho”. A sua tentativa era de afugentá-lo, e num dado momento este se apagou, acendendo em seguida e dando vôo rasante sobre as casas. Tentou disparar novamente, sendo impedido pelos populares. Após alguns minutos o objeto tomou rumo ignorado e desapareceu.

    Fatos como estes se torna rotina naquela região de grande incidência ufológica. Parece que estes(s) objetos(s) não se intimidam com os seus moradores. Como se estes fossem “cobaias” para suas pesquisas ou intenções desconhecidas e obscuras da grande sociedade. Isso mostra como há um despreparo geral, seja da população ou das autoridades em proporcionar alguma forma de amenizar tamanho sofrimento psicológico, e talvez físico se comprovado. Não podemos abandonar estas vitimas a sua própria sorte. Então o que fazer e como lidar com este fato. Devemos sempre que possível informar, esclarecer estas populações sobre o que estão vivenciando. Se a ciência ainda procura não oficializar a ufologia pelo simples fato de não se ter o objeto de estudo, pode ser que a qualquer momento, alguém possa até derrubar um artefato deste com seus ocupantes. Todo equipamento por mais avançado que seja possui suas falhas, e se isso acontecer a quem deve ser condenado?

    Um pobre morador ignorante e desprovido de informação sobre o fato. Perseguido, traumatizado por suas experiências do “outro mundo”. Ou os seres que procuram investirem obscuramente sobre a população. Será que mais uma vez estaremos vivenciando uma nova varginha, onde parte da população não teve a iniciativa de registrar (foto ou filme) nenhuma movimentação das autoridades na caça aos “extraterrestres”. Fatos como estes pesquisados ainda ocorrem naquela região de Jose de Freitas, e estimulam a nós pesquisadores da ufologia, a estarmos monitorando sempre que possíveis ocorrências que vão além dos avistamentos. E por falar em imagens, seria possível você leitor caracterizar a figura exibida no início deste artigo. Com que ser parece aquele ponto luminoso, sei o que vi a porta daquela fazenda, talvez não seja o que você esteja pensando. E se for, deixo a dúvida no ar para estimulá-los. Podemos a qualquer hora deparamos com uma nova varginha ou algo parecido. O verdadeiro ufólogo não é só aquele que pesquisa o que já aconteceu, mais sim aquele que passa a sentir que a verdade não está somente lá fora, mais às vezes do nosso lado e bem mais perto aos nossos olhos.       
Fonte

domingo, 14 de julho de 2019

O que devemos fazer se um dia encontrarmos vida extraterrestre? Eis a opinião dos cientistas


No mundo há várias organizações que enviam sinais ao espaço em busca de uma resposta

Não é uma pergunta que nos fazemos todos os dias, mas há pessoas que dedicam suas vidas a obter a resposta para um dilema que poderia afetar o curso da humanidade.

Como devemos reagir se um dia formos contatados por inteligência extraterrestre?

Clássicos como Contatos Imediatos do Terceiro Grau, de Steven Spielberg, o hit dos anos noventa Independence Day, com Will Smith e mais recentemente A Chegada, de Denis Villeneuve, que teve oito indicações ao Oscar em 2016, despertam muito interesse nessa pergunta.

Mas agora um grupo de astrônomos, físicos e astrobiólogos de prestigiadas universidades britânicas querem levar a questão a um cenário real e as ouvir as opiniões das pessoas sobre o que devemos fazer se formos contatados por outro planeta.

Estes cientistas fazem parte da Rede de Pesquisa para a Busca de Inteligência Extraterrestre do Reino Unido (UKSRN, na sigla em inglês), que lançou recentemente uma pesquisa global que qualquer um pode responder dando sua opinião sobre como devemos reagir a um possível contato alienígena.


Até agora não havia um protocolo mundial para como reagir a um contato alienígena

Há um plano?

A pesquisa inclui perguntas como "se fosse descoberto que há inteligência extraterrestre, o que você faria?" e "o que você considera uma fonte confiável para obter informações sobre o contato extraterrestre?" e dá opções de respostas. Também perguntam quem deveria, se é que alguém deveria, controlar mensagens da Terra para extraterrestres.

O objetivo da pesquisa é ouvir a opinião das pessoas para fazer planos em caso de haver um encontro com inteligência alienígena.

Embora as organizações independentes dedicadas a encontrar contato extraterrestre desenvolvam diretrizes e protocolos em caso de isso acontecer, a verdade é que não há nenhum plano oficial internacional.

"Nunca houve qualquer protocolo de governos ou organizações globais como as Nações Unidas," diz à BBC Mundo Douglas Vakoch, presidente da Mensagens para Extraterrestres Inteligentes (METI, na sigla em inglês), uma organização dedicada ao envio de sinais interestelares.

Em relação a esses protocolos, Vakoch explica que nenhum desses documentos tem "força legal".

Então, se não há nenhum plano definido, como devemos agir se um visitante cósmico vier nos cumprimentar? Esta questão gera debate entre os estudiosos do assunto.


Qual deve ser a mensagem, se formos nos comunicar?

O que deveríamos fazer?
Para alguns, a discussão começa a partir do modo como a pergunta é feita.

"Mesmo na Terra achamos difícil chegar a um acordo sobre o que entendemos por inteligência, o que entendemos por vida e o que entendemos por comunicação", diz à BBC Mundo o astrofísico Charley Lineweaver, pesquisador do Instituto de Ciências Planetárias da Universidade Nacional da Austrália.

"Com tantas incógnitas, é difícil fazer uma pergunta bem definida".

No entanto, em meio a tanta incerteza, Lineweaver acredita que é essencial, ao nos fazermos essas perguntas, "nos desfazer do que Hollywood fez com as nossas opiniões sobre alienígenas."

Vakoch diz que há décadas a discussão centrou-se nas condições sob as quais uma resposta deveria ser enviada, se seria uma resposta genérica ou se dependeria do tipo de sinal a ser recebido, qual deveria ser a mensagem, se seria melhor enviar uma única mensagem ou de vários países. Essas são algumas das perguntas que circulam.

Vakoch, em todo caso, não tem dúvida do que, segundo ele, deveria ser feito.

"Uma vez que detectemos a primeira civilização alienígena, temos que responder", diz ele.

O METI, um instituto dedicado à busca de inteligência extraterrestre que contou com o apoio do cosmólogo Carl Sagan, reconhece que as possibilidades de detectar a inteligência extraterrestre "podem ser baixas".

De qualquer forma, seu protocolo diz que se um contato extraterrestre for confirmado, o Secretário Geral das Nações Unidas deve ser notificado e as provas devem ser fornecidas, e elas também devem estar disponíveis para toda a comunidade científica.

"A detecção de inteligência extraterrestre deve ser disseminada de maneira aberta e oportuna por meio de canais científicos e da mídia", diz o documento do METI.

Para Vakoch, apesar de os protocolos clamarem por um consenso no caso de um sinal ser detectado, "na realidade qualquer um com um transmissor pode fazer o que quiser", explica ele. "Seria impossível impor um silêncio global" e, para ele, embora isso possa parecer caótico, não seria algo necessariamente ruim.

"A consequente cacofonia da Terra proporcionará aos alienígenas uma apresentação comovente da humanidade, revelando o fato de que nem todos falamos com uma só voz."

Oportunidade ou ameaça?


Devemos temer um encontro alienígena?

Vakoch acredita que a melhor maneira de se preparar para um primeiro contato é enviar todo tipo de mensagem para o espaço, desde músicas e fotos até códigos de computador.

"Devemos dar-lhes oportunidades para nos entender", diz ele.

Mas nem todos concordam em tentar um contato extraterrestre.

"Se os alienígenas nos visitassem, o resultado seria muito semelhante ao que aconteceu quando Colombo chegou à América", disse o físico Stephen Hawking em entrevista ao canal de televisão Discovery Channel em 2010. "Os americanos nativos não se deram bem."

Hawking, apesar de apoiar projetos de contato extraterrestre, também chegou a dizer que esses encontros seriam "um desastre" e que, em vez de buscar contato, era melhor "manter a cabeça baixa", como disse à National Geographic em 2004.

Outros, no entanto, concordam com o otimismo de Vakoch.

"Quando se trata de alienígenas, devemos nos preparar para passar uma boa impressão", diz o astrofísico e escritor Ethan Siegel à BBC Mundo.

"Muitas pessoas inicialmente terão medo de todo tipo de consequências negativas que podem ser imaginadas, mas (o contato extraterrestre) seria o ápice da esperança, da oportunidade de sermos humildes diante de tudo que a natureza tornou possível."

"Seria uma grande oportunidade para nós, como civilização, tentar abrir caminhos no universo."

FONTE: BBC BRASIL

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terça-feira, 9 de julho de 2019

Jatos da Força Aérea Sul Coreana tiveram encontro com OVNI em 1980

Dois jatos de combate da Força Aérea Coreana engajaram um Objeto Voador Não Identificado (OVNI) em 1980, de acordo com um documentário levado ao ar pela JTBC no domingo.

O incidente foi reportado para os oficiais em comando da Força Aérea Coreana na época, mas eles decidiram não investigar o assunto, pois não estava dentro de sua área de especialidade.

De acordo com o documentário, Lim Byeong-seon, um General de Divisão e ex-piloto da Força Aérea Coreana, estava pilotando uma aeronave de combate para um exercício militar combinado entre a Coréia e os EUA, de nome Team Spirit, em 31 de março de 1980. Na época, a Coréia estava em perigo, após um golpe militar ter ocorrido em 12 de dezembro de 1979. Lim estava voando à noite com três outros pilotos para Gangneung, Gangwon, onde o exercício militar combinado estava ocorrendo, quando detectaram um objeto no ar que não foi captado pelos seus radares.

Dois jatos de combate da Força Aérea Coreana engajaram um Objeto Voador Não Identificado (OVNI) em 1980, de acordo com um documentário levado ao ar pela JTBC no domingo.

O incidente foi reportado para os oficiais em comando da Força Aérea Coreana na época, mas eles decidiram não investigar o assunto, pois não estava dentro de sua área de especialidade.

De acordo com o documentário, Lim Byeong-seon, um General de Divisão e ex-piloto da Força Aérea Coreana, estava pilotando uma aeronave de combate para um exercício militar combinado entre a Coréia e os EUA, de nome Team Spirit, em 31 de março de 1980. Na época, a Coréia estava em perigo, após um golpe militar ter ocorrido em 12 de dezembro de 1979. Lim estava voando à noite com três outros pilotos para Gangneung, Gangwon, onde o exercício militar combinado estava ocorrendo, quando detectaram um objeto no ar que não foi captado pelos seus radares.

Tamanho do objeto em comparação com os jatos e seu formato

O objeto tinha uma aparência arredondada, com luzes brilhantes, e era tão grande quanto as três aeronaves juntas. Logo após, o objeto desapareceu da vista dos pilotos.

Alguns chamaram o evento de “o incidente OVNI Roswell da Coréia”. O documentário também revelou dados sobre OVNIs da Guerra da Coréia, que relacionava múltiplos avistamentos de objetos aéreos não identificados sobre a Península Coreana.

Há 42 casos relatados de avistamentos de OVNIs que foram reportados por pilotos, marinheiros, militares de solo e operadores de radar, durante a Guerra da Coréia.
McDonnell F-4E Phantom II semelhante aos envolvidos no caso

O Dr. Richard Haines, um cientista pesquisador, também alegou que três soldados estadunidenses ficaram doentes durante a Guerra da Coréia, com vários sintomas, após testemunharem um estranho veículo aéreo na vizinhança do Condado Cherwon, Ganwon.

O documentário da JTBC concluiu que os OVNIs tinham sido frequentemente avistados durante as guerras ou quando as sociedades estavam instáveis.
Fonte

sábado, 6 de julho de 2019

Investigação redefine linha temporal da vida em Marte


Pequenos grãos de zircão ígneo dentro deste fragmento rochoso foram fraturados pelo lançamento a partir de Marte, mas permaneceram inalterados por mais de 4,4 bilhões de anos.
Crédito: Western’s Zircon and Accessory Phase Laboratory

Investigadores canadianos, liderando uma equipe internacional, mostraram que a primeira "chance real" de Marte ter desenvolvido vida começou cedo, há 4,48 bilhões de anos, quando meteoritos gigantescos e inibidores da vida pararam de atingir o Planeta Vermelho. As descobertas não esclarecem apenas as possibilidades para o vizinho mais próximo da Terra, mas também podem redefinir a linha temporal da vida no nosso próprio planeta.

O estudo foi publicado na passada segunda-feira na revista Nature Geoscience.

Os investigadores da Universidade Western sugerem que as condições em que a vida pode ter prosperado podem ter ocorrido em Marte há 3,5-4,2 bilhões de anos atrás. Isto antecede as primeiras evidências de vida na Terra até 500 milhões de anos.

"Os impactos de meteoritos gigantescos em Marte podem, na verdade, ter acelerado a libertação das primeiras águas do interior do planeta, preparando o cenário para reações de formação da vida," disse Desmond Moser, cientista da Universidade Western.

O professor de Geografia e Ciências da Terra explicou que é sabido que o número e os tamanhos dos impactos de meteoritos em Marte e na Terra diminuíram gradualmente após a formação dos planetas. Eventualmente, os impactos tornaram-se pequenos e pouco frequentes para que as condições próximas da superfície pudessem permitir que a vida se desenvolvesse. No entanto, há muito que é debatido quando este bombardeamento pesado de meteoritos teve lugar.

Foi proposta uma fase "tardia" de bombardeamento pesado em ambos os planetas que terminou há cerca de 3,8 bilhões de anos.

Para o estudo, Moser e a sua equipe analisaram os grãos minerais mais antigos e conhecidos de meteoritos que se pensa terem tido origem nas terras altas do sul de Marte. Estes grãos antigos, observados até níveis atômicos, estão quase inalterados desde que cristalizaram perto da superfície de Marte.

Em comparação, a análise das áreas impactadas na Terra e na Lua mostra que mais de 80% dos grãos estudados contêm características associadas a impactos, como a exposição a pressões e temperaturas intensas.

Os resultados sugerem que o bombardeamento pesado de Marte terminou antes da formação dos minerais analisados, o que significa que a superfície marciana teria ficado habitável quando a água se tornou abundante. A água também estava presente na Terra durante esta época - de modo que é plausível que o relógio biológico do Sistema Solar tenha começado muito antes da data aceite anteriormente.


Pequenos grãos de zircão ígneo dentro deste fragmento rochoso foram fraturados pelo lançamento a partir de Marte, mas permaneceram inalterados por mais de 4,4 bilhões de anos.
Crédito: Western’s Zircon and Accessory Phase Laboratory



Avalanche ufológica em Teresina em 1969

O estado do Piauí, de baixa densidade demográfica (pouco mais de 12 hab/km²) e grande território (mais de 250.000 km²) sempre foi alvo de avistamentos ufológicos. A imprensa em si nunca registrou grande número de casos ao longo dos últimos 50 anos, em decorrência da deficiência de informações, distâncias, transportes e meios de comunicações.

Consultando nossos arquivos, descobrimos, porém algo muito estranho. De maio a julho de 1969 houve uma série de avistamentos na própria capital, Teresina. Se forem consultados todos os jornais antigos do Piauí, em nenhum momento se achará quatro testemunhos em tempo tão restrito, cerca de dois meses. Também curioso é que dos quatro, dois foram na região central da cidade e dois deles, nas duas praças mais centrais da capital.



  POUCOS MESES ANTES DOS CASOS ABAIXO CITADOS O EXTINTO “JORNAL DO PIAUÍ” JÁ SE OCUPAVA COM CASOS  UFOLÓGICOS NO BRASIL. CRÉDITOS DA IMAGEM: http://reneemoura.blogspot.com.br
 Senão vejamos:

No dia 10 de maio de 1969 o jornal O DIA noticiava que o jovem estudante Marcelo Dante de Almeida Nunes conseguiu fotografar, na Praça Saraiva, no coração de Teresina, onde se localiza a igreja de Nossa Senhora das Dores, um estranho objeto, que posteriormente foi considerado um “disco-voador”, que sobrevoava o local. Na época Marcelo contava com quinze anos e estudávamos juntos no Colégio Diocesano,em frente à praça onde ele presenciou e fotografou o fenômeno.

SOBREVOANDO ESTA IGREJA MARCELO DANTE TERIA VISTO UM DISCO VOADOR. FOTO: RAFAEL NOLÊTO.

Recordamo-nos dele como uma pessoa de grande inteligência, sempre muito irrequieto e interessado em mistérios da natureza e com uma predileção especial por dinossauros e vulcões. Em cultura e conhecimento puxou muito ao seu pai, professor Vespasiano Rubim Nunes, mestre de Direito de Trabalho em Salamanca (Espanha). Marcelo andava sempre com a máquina do pai e com ela flagrou o suposto OVNI. Consta que agentes do Ministério da Aeronáutica teria visitado a casa de nosso colega para obter maiores informações.

Só voltamos a ver Marcelo Dante por volta de 1998, quando ambos prestávamos serviço á Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Piauí, ele como arquiteto, eu como geólogo. Mas nessa época eu não me lembrava mais do caso e consequentemente não toquei no assunto, embora ele tenha muitas vezes me falado que se dedicava à ufologia..

No dia 03 de junho de 1969 o jornal O DIA, de Teresina, noticiou que o contista Pedro Celestino de Barros, funcionário da Delegacia Regional do trabalho e professor do Ginásio Municipal, Eurípedes de Aguiar teria avistado um UFO (na época diziam Disco-Voador) uns três dias atrás, num sábado, às 19h40min, juntamente com a esposa e filhos. Na descrição dele era uma bela luz azulada, sobrevoando sua residência, na Rua Manoel Domingues, 1677. A família Barros refere-se ao objeto como pratos côncavos colados pelas bordas, com bojo saliente. O fato teria acontecido quando Pedro Celestino estava sentado na calçada de sua residência com a esposa Auri e os filhos Maria Ivonilde, então com 18 anos e Aluísio, então com 15 anos. Celestino declarou textualmente ao jornal O DIA, de Teresina-Piauí:

 …e vejo um clarão enorme, grande foco luminoso azul diáfano, se deslocando rápido em direção oeste-leste, semelhante a dois pratos côncavos, colados pelas bordas, com bojo saliente. Todos ali levantaram a vista na mesma direção. Esperei pelo barulho, supondo que fosse avião. Nada! A esfera se deslocou rápida e sem barulho, quando todos gritamos: É o disco-voador!

DESTA CASA CELESTINO E SUA FAMÍLIA TERIAM OBSERVADO UM FENÔMENO UFOLÓGICO. IMAGEM GOOGLE MAPAS.

No dia 07 de junho de 1969, o jornal O DIA, de Teresina, publicou que o vereador do antigo MDB Totó Barbosa (1919-2010), veterano e renomado fotógrafo, flagrou um “disco” sobrevoando o prédio onde ficava a sorveteria Bela Vista, na Praça Pedro II, a mais central da capital do Piauí, entre 17:00 e 17:30 horas. O filme teria sido revelado somente tempos depois, pelo que não teria ficado suficientemente nítido e contrastado, segundo o fotógrafo.

SOBREVOANDO ESTE PRÉDIO DA PRAÇA PEDRO II TOTÓ BARBOSA TERIA VISTO UM OVNI

Revelado o filme, constatou-se que o “disco-voador” de Totó Barbosa era quase igual ao fotografado por Marcelo Dante no mês anterior. A única diferença era que o objeto fotografado pelo vereador não tinha a forma exata de dois pratos ligados pelas bordas.  Quem viveu em Teresina nos anos 1960 e 1960 necessariamente conheceu ou pelo menos ouviu falar de Totó Barbosa, um dos mais famosos fotógrafos do Estado e conhecida figura no meio social e político.

IMAGEM ANTIGA DO FOTÓGRAFO TOTÓ BARBOSA. ACERVO DA FAMÍLIA BARBOSA.

Na edição de 15/16 de junho de 1969 do Jornal O DIA, consta que o poeta Hermes Vieira (1911-2000) viu, numa noite do dia 10, cerca de 18 km da cidade de Teresina, nas matas do Baixão de Juá e Cipó, durante uma caçada, um clarão estranho e diferente. Disse Hermes que era uma “estrela” três vezes maior que a estrela Dalva. O objeto apagava e acendia, com cor branca muito viva. A testemunha não reconheceu a forma de “disco-voador”, mas acrescentou que… era um objeto espantosamente belo e estranho!

São avistamentos praticamente esquecidos.  Talvez outros no mesmo período não tenham sido registrados em jornais ou rádios da época. Porém algo de estranho se passou naquele período maio-junho-julho nos céus de Teresina, capital do Piauí.

OVNI causa pânico em moradores de Itamaracá, Pernambuco



Foto Real da Testemunha
                                                    









Itamaracá – Uma série de aparições fora da normalidade vem perturbando o sono do pernambucano. Na Ilha de Itamaracá, assim como em Jaboatão, como noticiamos ainda hoje, aparições de objetos voadores não identificados vêm ocorrendo sistematicamente. Entretanto, de todas as informações que obtivemos até então, o caso Itamaracá é o de contato mais próximo.
José Luis Andrade e Clécio Silva Santos estavam no Forte Orange às 00:32 de hoje quando se depararam com a aproximação de um objeto acima de suas cabeças, percorrendo trajetos pouco usuais. “Ele chegou muito perto e eu quase entro em pânico. Parecia um disco daqueles de vinil, sabe aqueles antigos? Ele saiu numa velocidade relativamente devagar em direção a praia. Agente decidiu correr atrás”. Segundo Clécio, ambos saíram correndo atrás do objeto, tentando acompanhá-lo e ver para onde seguiria. Após se afastarem alguns metros, o suposto Ovini girou no próprio eixo e jogou um foco de luz em direção aos dois rapazes. Assustados, os dois correram de volta para o forte, mas ainda viram o objeto se afastando em direção ao mar.
Três horas depois, na mesma localidade, Rodrigo de Souza, 25 anos, conhecido em Itamaracá como “cotôco”, foi até a Delegacia Metropolitana de Itamaracá, a 13ª DP, para informar às autoridades sobre a presença de uma “nave” que quase derruba seu barco de pesca. “Eu estava pescando em um ponto comum, com três amigos. Já passavam das 03:00 quando fomos surpreendidos com a passagem de um ‘avião’. Bill (Severino Rocha), meu compadre, disse que era uma nave. Agente se assombrou e tocou de volta para a praia. Deus me livre”, afirma Rodrigo. “Era uma luz muito forte, como um farol. Tinha luzes vermelhas na lateral que ficavam girando. Passou e voltou novamente. Uma hora a luz ‘candiou’ a gente e o deslocamento do bicho balançou o barco. O danado fazia um barulho intenso, mas não era de avião”, recordou “Bill”, ainda assustado. Com exclusividade o DP disponibiliza a fotografia capturada por Bill através do seu celular (sem muita qualidade).


Moradores da localidade contaram que os animais, a maioria cães, se assustaram ao avistarem o objeto. Muita gente afirmou que também desconfiou da aproximação de um avião, mas as manobras realizadas pelo objeto não são compatíveis com a movimentação de uma aeronave de pequeno porte. O clima na ilha é de pavor e apreensão. Crendices populares tomam conta e não se vê quase ninguém nas ruas. Estamos averiguando a informação que dá conta de um jovem rapaz abduzido na região metropolitana do Recife. Mais informações em breve.


quinta-feira, 4 de julho de 2019

Luzes Triangulares no Interior de São Paulo


Foto ilustrada
                                                         


            No dia 25 de Setembro de 1999 ás 22:00 da noite, um avião modelo Fokker 100 da empresa "Tam Linhas Aéreas" passava sobre a Cidade de Araraquara no interior de São Paulo, a 30.000 pés
de altitude, "Nível de Cruzeiro" sobre o céu da cidade, o céu estava limpo, em terminologias "CAVOK" usado na aviação. Quando a aeronave se aproxima da cidade, o Piloto Marco Antonio avistou a cerca de 20NM milhas náuticas "Três Luzes em Formação" com formato Triangular.

             De acordo com o Piloto, as Três luzes voavam em formação em alta velocidade, eram Extremamente brilhantes de cor Branca, sendo constatada pelo mesmo, sendo maior que seu avião Modelo Fokker 100, passando a frente da aeronave da Direita para a Esquerda, deixando rastros como faíscas de fogo. O avistamento foi reportado ao Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro, como ocorrência de Trafego Hotel em terminologia aeronáutica ou OVNI.








Matéria feita Por: João Victor